Bem já se passaram 3 dias da minha aventura passada no espaço a brincar, mas ainda está tudo muito bem presente na minha memória.
Era quinta-feira e lá estávamos nós as 14.00H em ponto como combinado, saímos todos divertidos com o nosso colega Tiago.
Entramos no metro, onde logo ai a diversão foi total. Risos atrás de risos.
Chegamos então a estação do Jardim Zoológico, andamos um bom bocado, finalmente chegávamos ao nosso destino, o espaço a brincar.
Curiosos e excitados para saber o que iríamos ali fazer, quando entretanto duas senhoras nós abriram a porta, entramos e instalamo-nos.
Tivemos uma curta conversa, até que começamos por fazer um jogo, onde tínhamos uma bola na mão e tínhamos que dizer o nosso nome e o que nos fez rir hoje.
Ficamos a conhecer então o nome das simpáticas coordenadoras, a Sílvia e a Mariana.
De seguida fizemos o jogo do “quem sabe”, onde tínhamos uns papéis com acções e tínhamos de escolher um colega para desempenhar aquela acção.
Brincadeira já houve para dar e vendar. Estava na hora d algo mais teórico, vimos então um PowerPoint onde explicava sinteticamente os Direitos das Crianças. Direito á Sobrevivência; Direito á Protecção; Direito ao Desenvolvimento e Direito á Participação.
De seguida dirigimo-nos a sala azul, um pouco escura, com um som de fundo de um bebé, no meio encontrava-se uma espécie de balão que esta ali para representar a placenta, havia também bastantes fotografias de um bebé, aquela sala representava o direito a vida, ali senti-me bem e acolhida.
Saímos da sala e no corredor havia uma linha preta que a Sílvia explico-mos que representava a linha do horizonte.
Abriu-se a porta e estávamos nos na sala verde que representava o direito a sobrevivência, este direito engloba o básico que uma criança tem de ter para ter um vida digna, ou seja alimentação, cuidados médicos, roupa, casa, afecto…
Nessa sala voltou a brincadeira, um alguidar com batatas, a Mariana passou o alguidar por nos e disse-nos para escolhermos uma batata. Reparei que todos tentamos escolher a batata mais bonita, a Tânia ficou com uma batata bastaste estranha, então nesse jogo tínhamos que olhar, sentir, cheirar, fazer o que quisesse-mos para memorizar a nossa batata, de seguida a Mariana recolheu todas as batatas e foi passando uma a uma atrás das costas e ai apenas por sentir a batata tínhamos que descobrir qual era a nossa.
Queixamo-nos com fome, mas sem duvida a Sílvia e a Mariana foram impecáveis e ofereceram-se logo para matar o ratinho que andava na nossa barriga, a Mariana foi buscar bolachas para nós, a caixa rodou e rodou ate não haver uma única migalha.
Depois a Mariana deu-nos um folha e uns marcadores ai nessa folha desenhamos a nossa batata e escrevemos o que gostávamos mais nela e o que aprendemos com aquele jogo.
Então na minha opinião o que me lembrei logo quando acabamos de fazer aquele jogo foi que parecia quando as pessoas vão para adoptar uma criança, muitas delas escolhem o bebé mais bonito e mais perfeito, eu própria quando a Tânia escolheu a batata mais estranha disse: “ olha um bebé deficiente”. Aprendi que isso nem sempre e mau, nos todos tivemos mais dificuldade de descobrir a nossa batata, menos a Tânia.
Pois o “bebé” dela era tão diferente mas ao mesmo tempo tão único que não se confundia com os outros “bebés”.
Jéssica Durães 1ºB
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Este comentário foi removido pelo autor.
ResponderEliminar"(...) parecia quando as pessoas vão para adoptar uma criança, muitas delas escolhem o bebé mais bonito e mais perfeito, eu própria quando a Tânia escolheu a batata mais estranha disse: «olha um bebé deficiente». (...) Pois o «bebé» dela era tão diferente mas ao mesmo tempo tão único que não se confundia com os outros «bebés»."
ResponderEliminarConcordo plenamente com o que disseste e confesso que não tinha associado o jogo à adopção de crianças, mas... Sim senhora. ;)
Ana Costa, 1ºB