quinta-feira, 7 de maio de 2009
2ª Visita ao Espaço a Brincar
Chegamos ao ATL sem qualquer outro problema. Entramos e fizemos exactamente a mesma coisa que na 1ª visita, entramos pousamos as malas e lá fomos nos para uma salinha desta vez a sala Pessego.
Direito à Protecção: Sala Pêssego
Nesta sala aprendemos que as crianças devem ser respeitadas, que não sejam vitimas de maus tratos, que cuidem dela, têm direito a ter uma casa, a não serem “escravizados” fazendo trabalhos que não são próprios para eles, que não devem consumir drogas nem estarem em inteiração com as mesmas mas sim estarem informados sobre os perigos que existem. De seguida fizemos o jogo do novelo de lã consistiu em dizer onde nos sentíamos inseguros, começou então o jogo pela Mariana e terminou em mim, já não me lembro o que disse, com isto formamos uma teia em que se repararmos estamos todos unidos por um fio de lã, seguidamente desfizemos a teia ao dizermos onde ou com quem nos sentíamos seguros disse que era com a minha família e amigos. Esta sala tem como artigos: 16º, 19º, 20º, 21º, 32º, 33º, 34º, 37º.
Direito ao desenvolvimento: Sala Azul
Esta sala aprendemos que as crianças têm direito a saber o que se passa no mundo e que os adultos têm de as ajudar a perceber o que se passa a sua volta, observamos também que ir a escola é um cuidado que as pessoas que cuidam da criança deve ter pois é um direito ao qual têm de cumprir, também nos disseram que as crianças tinham direito a brincarem, a descobrir, a inventar e também a descansar. De seguida fizemos um jogo chama-se o jogo do elefante, em que nos separaram em 4 grupos em que dois deles só podiam trabalhar com uma mão e os outros dois com os olhos vendados, eu fiquei no grupo dos olhos vendados, tivemos que construir uma elefante em plasticina em 7minutos foi uma tarefa complicada mas muito engraçada, para mim o elefante do meu grupo que era constituído pelo Bruno, Joana Moreira, Rafaela valeria, Filipe e eu, era azul e ficou mesmo perfeitinho, por isso digo que quem tem barreiras para outra passar e consegue são umas pessoas com muita coragem e força de viver, cada vez mais tenho orgulho nas pessoas com dificuldades motoras ou psíquicas. Esta sala tem como artigos: 17º, 18º, 14º, 28º, 31º.
Direito à participação: Sala Amarela
Nesta ultima sala estivemos de estar com muita atenção as artigos que são: 7,º 12º, 13º, 15º. Esta sala diz que toda a criança tem direito uma identificação, como a ter um nome e apelido, um país e saber quem são os seus pais. Diz também que todas as crianças têm direito a expressar a sua opinião (dizer o que pensam e sentem) e a que ouçam a sua decisão nos assuntos em que ela se encontra desde que não prejudiquem as outras pessoas. Tem direito a tem um grupo de pares. De seguida a esta explicação passamos a ter de demonstrar da maneira que quiséssemos o papelinho que nos saiu com o artigo, neste caso o 7º, decidimos fazer um teatro em que consistiu no direito de ter direito a amigos.
No fim fomos conhecer o resto do ATL e descobrir onde acaba a linha do Horizonte, acaba na sala onde estão guardados os matérias e onde estão uns papelinho em que podemos expresar a nossa opinião.
Já era hora de irmos embora, mas antes disso tivemos a preencher um tipo de inquérito, deram-nos bolachinhas outra vez e lá viemos todos embora contentes.
Adorei conhecer este Espaço, esta super bem feito.
Desejo toda a sorte!
Telma Serreira 1ºB
1ª Visita ao Espaço a Brincar!
O espaço a Brincar é constituído principalmente por estas 4 salas que são:
Os Direitos ao Desenvolvimento: Sala Azul
Esta foi a primeira sala que visitamos, arrepiei-me conforme lá entrei, tinha uma decoração muito simples mas marcante, aquele balão ali no meu da sala fazia mesmo lembrar uma placenta, sendo o que teria mais haver com o tema, depois aquelas fotos do bebe e com aquele choro, riso que a elas puseram quando entramos na sala foi muito marca-te eu adorei, senti-me muito bem lá dentro. Os seus artigos são: 14º, 17º, 18º, 23º, 28º e 31º.
O direito á Sobrevivência: Sala Verde
Nesta sala aprendemos que toda a criança tem direito á vida, à saúde, à alimentação, vestuário e a uma casa, nesta sala pediram-nos para escolher uma batata, eu escolhi uma muito pequenininha redondinha, parecia um ovo, olhei e gostei dela então escolhia mal sabia para o que era, quando me disseram que para apreciarmos bem a nossa batata, sentirmos-lá fiquei um pouco assustada, mas não era caso para tanto iríamos ter de voltar a por as batatas dentro do alguidar e reconhecer a batata só pelo tacto, uma tarefa um pouco complicada, mas deu para entender o que as pessoas com deficiência sofrem para conseguir distinguir as coisas e os esforços que fazem. Depois disso pediram-nos para desenhar a nossa batata para vermos os seus pormenores o seu feitio, depois tivemos de dizer o porque de termos escolhido aquela batata e o que tinhamos aprendido, eu disse que a achei fofinha, foi uma coisa que não teve explicação olhei e gostei dela e que aprendi que por mais que paressa ser igual as outras existem diferenças e que conseguimos sempre distinguir o que é “nosso” e por isso fiquei com a minha batata chamada Vivian.
Achei interessante e perguntei o que significava aquela lã na parede e disseram-nos que era a linha do horizonte, passa por todos os espaços em que cada sala tem uma frase escrita com essa mesma linha, achei a ideia muito original. A
dorei!
Acabamos a tarde a comer bolinhos que a Sílvia e a Mariana nos fizeram o favor de dar.
E assim foi a nossa primeira visita, adorei e aprendi imenso neste dia, foi uma sensação unica e espectacular.
Telma Serreira 1ºB
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Este dia foi um bocado complicado. Chegamos ao metro e não havia linha verde. Ficamos à espera e a pensar no que iríamos fazer. Até que resolvemos ir a pé até ao Campo-Grande. Avisamos as senhoras que íamos chegar atrasados como é óbvio. Quando chegamos ao Campo-Grande apanhamos a linha amarela e ai fomos nós.
Chegamos finalmente ao Espaço a Brincar, depois de termos andado imenso. Fizemos o jogo do cordel, o jogo do elefante e o jogo da representação de artigos. O1º jogo consistia em dizermos o que é que nos protege e quem nos protege. Ao mesmo tempo que respondíamos lançávamos o cordel a outra pessoa para que ela pudesse responder, de forma a criar uma teia, o 2º jogo tínhamos de construir um elefante de plasticina com os olhos vendados. Outros fizeram com uma mão atrás das costas. E no 3º jogo tínhamos de fazer uma representação dos artigos de forma a representa-los em teatro.
Adorei a experiencia.
Gostava de fazer estes jogos mas na presença de crianças.
Ana Filipa Teixeira 1ºB nº2
Espaço a Brincar
Dia 16 de Abril 2009
Não vou repetir o que muita gente já disse, por isso vou directa ao assunto.
Quando chegamos ao Espaço a Brincar fizemos 3 jogos. O 1º foi: ”o que me fez sorrir hoje”, o 2º foi: ”quem sabe” e o 3º foi o jogo da batata. O primeiro jogo consistia em dizermos apenas o que é que nos tinha feito sorrir naquele dia, no segundo jogo foram distribuídos uns papelinhos onde tínhamos algo para nós representarmos e no terceiro jogo tivemos de escolher uma batata, senti-la atrás das costas e depois de recolhida, pela Mariana e pela Sílvia, passando pelas costas e sem ver, tínhamos de saber qual era a nossa batata.
Depois tivemos uma parte teórica onde se falou sobre as 4 Categorias:
- A Sobrevivência – sala verde;
- A Protecção – sala pêssego;
- O desenvolvimento – sala azul;
- A participação – sala amarela.
Em cada sala tinham os seus respectivos direitos.
- Sala Pêssego – artigos 16, 19,20,21,32,33,34,37.
- Sala Azul – artigos 14,17,18,28,31.
- Sala Amarela – artigos 7,12,13,15.
Adorei o jogo da Batata.
Filipa Teixeira 1ºB nº2
terça-feira, 5 de maio de 2009
Espaço a brincar (23/04/2009)
Ao chegarmos a estaçao do metro de Telheiras, demos conta de que a linha verde estava cortada, "e agora?" pensamos nos. Tivemos de ir a pé até ao Campo Grande e ai apanharmos o metro até Jardim Zoológico.
Desta vez estava mais calma, pois ja sabia do que se tratava.
Qaundo chegamos ao Espaço a Brincar, a primeira coisa que fizemos foi uma revisão da "aula" passada sobre a Convençao dos Direitos da Criança.
Depois de uma breve revisão, fomos conhecer as outras duas salas que nos faltava conhecer, começando pela sala azul, sala do desenvolvimento, onde fizemos um jogo com um novelo de lã em que tinhamos de dizer "sinto-me desprotegida quando..." e passar o novelo e depois "quem me protege é/são...".
Nesta sala, encontram-se os seguintes artigos:
ARTIGO 14: Tens direito à liberdade de pensamento e a praticar a religião que quiseres. Os teus pais devem ajudar-te a compreender o que está certo e o que está errado.
ARTIGO 17: Tens direito a ser informado sobre o que se passa no mundo através da rádio, dos jornais, da televisão, dos livros, etc. Os adultos devem ter a preocupação de que compreendes a informação que recebes.
ARTIGO 18: Os teus pais devem educar-te, procurando fazer o que é melhor para ti.
ARTIGO 28: Tens direito à educação. O ensino básico deve ser gratuito e não deves deixar de ir à escola. Também deves ter possibilidade de frequentar o ensino secundário.
ARTIGO 31: Tens direito a brincar.
Passámos entao á ultima sala, a sala da participação, sala amarela, onde podemos encontrar os seguintes artigos:
ARTIGO 7: Tens direito a um nome e a ser registado, quer dizer, o teu nome, o dos teus pais e a data em que nasceste devem ser registados. Tens direito a uma nacionalidade e o direito de conheceres e seres educado pelos teus pais.
ARTIGO 12: Quando os adultos tomam qualquer decisão que possa afectar a tua vida, tens o direito a dar a tua opinião e os adultos devem ouvir seriamente o que tens a dizer.
ARTIGO 13: Tens direito a descobrir coisas e dizer o que pensas através da fala, da escrita, da expressão artística, etc., excepto se, quando o fizeres, estiveres a interferir com o direito dos outros.
ARTIGO 15:Tens direito a reunir-te com outras pessoas e a criar grupos e associações, desde que não violes os direitos dos outros.
Nesta sala, fizemos dois tipos de actividades:
Tivemos de formar grupos de quatro pessoas o que dava quatro grupos e dois deles tinham de construir um elefante em plasticina so com um braço e os outros dois grupos tinham de construir á mesma um elefante mas de olhos vendados. Com isto aprendemos como é difil trabalhar em grupo e com a dificuldade em que nos encontravamos mas que se quisermos conseguimos!
A outra actividade foi representar em forma de teatro ou qualquer outro tipo de representaçao o que cada um dos artigos queriam dizer.
Despedimo-nos do Espaço a Brincar ao visitar uma sala para maiores de 18 anos e com o preencimento de um questionario sobre a acção.
Ah e claro agora ja vos sei dizer que tipo de instituição é o Espaço a Brincar, é um Projecto do Departamento da Acção Social da Camara Munincipal de Lisboa.
Para quem precisar de alguma informaçao sobre este projecto deixo aqui o mail :
espaco.brincar@cm-lisboa.pt
Espaço a Brincar (16/04/2009)
Estava um pouco chateada, pois foi graças a esta aula diferente que fiquei com a tarde de sexta-feira estragada, pois tive de recuperar a aula de TIC, mas por outro lado, estava curiosa, pois nao sabia o que me esperava...
Quando lá chegamos, fomos recebidos por duas coordenadoras que nos receberam com grande simpatia.
Por momentos senti-me "perdida" pois nao sabia que tipo de instituiçao é o espaço a brincar.
As coordenadoras, a Silvia e a Mariana, proposeram um jogo com uma bola em que tinhamos de nos apresentar dizendo o nome, idade e o que nos tinha feito rir hoje, acho que até era esse o nome do jogo.
Depois desta forma dinamica de nos apresentarmos, fizemos um outro jogo que se não me engano tinha o nome de "vê se sabes", que funciona quase como o jogo da mimica.
Depois de um momento de entretinimento, as coordenadoras apresentaram um PowerPoint sobre a Convenção dos Direitos da Criança, onde falava:
Os principios da Criança:
- o principio superior da criança;
- o principio da nao descriminação;
- principio da sobrevivência e desenvolvimento;
- respeito pela opinião da criança.
As quatro categorias:
- sobrevivência;
- protecção;
- desenvolvimento;
- participação.
Passamos então para a prática, e fomos visitar a sala pêssego, sala da protecção, onde nos foi dada uma batata a cada um de nós.
Com essa batata, fizemos um jogo em que cada um de nós deveria conhecer bem a sua batata para depois a reconhecer quando chegasse às nossas mãos por outras pessoa por tras das costas. Depois desta brincadeira com a batata, tivemos de a desenhar numa folha de papel e escrever o porquê de escolhermos aquela batata.
Nesta sala, encontram-se os seguintes artigos:
ARTIGO 16: Tens direito à privacidade. Podes ter coisas como, por exemplo, um diário que mais ninguém tem licença para o ler.
ARTIGO 19: Ninguém deve exercer sobre ti qualquer espécie de maus tratos. Os adultos devem proteger-te contra abusos, violência e negligência. Mesmo os teus pais não têm o direito de te maltratar.
ARTIGO 20: Se não tiveres pais, ou se não for seguro que vivas com eles, tens direito a protecção e ajuda especiais.
ARTIGO 21: Caso tenhas de ser adoptado, os adultos devem procurar ter o máximo de garantias de que tudo é feito da melhor maneira para ti.
ARTIGO 32: Tens direito a protecção contra a exploração económica, ou seja, não deves trabalhar em condições ou locais que ponham em risco a tua saúde ou a tua educação. A lei portuguesa diz que nenhuma criança com menos de 16 anos deve estar empregada.
ARTIGO 33: Tens direito a ser protegido contra o consumo e tráfico de droga.
ARTIGO 34: Tens o direito a ser protegido contra abusos sexuais. Quer dizer que ninguém pode fazer nada contra o teu corpo como, por exemplo, tocar em ti, fotografar-te contra a tua vontade ou obrigar-te a dizer ou a fazer coisas que não queres.
ARTIGO 37: Não deverás ser preso, excepto como medida de último recurso e, nesse caso, tens direito a cuidados próprios para a tua idade e visitas regulares da tua família.
Terminamos a nossa visita a comer bolachinhas fornecidas pelas coordenadoras =).
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Segunda ida ao Espaço a Brincar 23/04/09
Então passo a explicar o sucedido nesse dia:
No dia 23 de Abril, pelas 14.30h encontramo-nos todos à porta da escola e dirigimo-nos para o metro. Chegámos ao metro e a linha verde não estava a funcionar, então tivemos de resolver o problema e telefonámos para o Espaço a Brincar a avisar que íamos chegar mais tarde devido à avaria do metro. Fomos a pé até ao metro do Campo Grande e seguimos para o Espaço a Brincar.
Quando lá chegamos a Sílvia e a Mariana começaram por esclarecer os erros que tínhamos cometido nos comentários que fizemos no blogue. Em seguida fomos para a sala pêssego, que representa a categoria dos Direitos relativos á protecção (artigos: 16, 19, 20, 21, 32, 33, 34, 37), onde vimos que as crianças têm direito a ser respeitadas, que nenhum adulto pode maltratar uma criança, que as crianças têm direito a que cuidem delas, que as crianças têm direito a ter uma família que cuide delas, que as crianças não devem fazer trabalhos que não sejam próprios para a sua idade, que as crianças não podem consumir drogas nem vendê-las, que todas as pessoas devem respeitar o corpo das crianças e por fim que se uma criança cometer um crime só deve ir presa se não houver outra maneira de resolver a situação. Em seguida fizemos um jogo com um novelo. A Mariana começou com o novelo na mão e disse quando é que se sentia desprotegida, passou para mim e eu disse quando é que me sentia desprotegida e assim consecutivamente. No fim formamos uma teia Voltamos a enrolar o novelo, desta vez no sentido inverso, á medida que íamos dizendo com quem é que nos sentíamos protegidos.
Passamos á sala azul, que tem a ver com os direitos ao desenvolvimento (artigos: 17, 18, 14, 28, 31). Nesta sala vimos que as crianças devem saber o que acontece no mundo e os adultos devem ajudá-las a compreender o que vêem, lêem e ouvem. Observámos também, que a educação e o desenvolvimento das crianças é da responsabilidade dos pais ou das pessoas que cuidam delas, que as crianças têm o direito de pensar livremente, que ir à escola é um direito das crianças. O ensino básico é obrigatório e gratuito e por isso, todas as crianças devem frequentá-lo. As crianças têm o direito de brincar, de descansar, de criar, de descobrir e a divertir-se. Seguidamente, formamos 4 grupos e cada grupo teve de elaborar um elefante em plasticina. Existiam 2 grupos que estavam de olhos tapados e os outros 2 estavam com uma mão atada. Eu estava num grupo que só podia usar uma mão e mesmo com a ajuda dos outros elementos e a usar a minha mão direita senti algumas complicações, e apercebi-me das dificuldades que uma pessoa que não tem uma das mãos pode ter quando elabora algo.
Na sala amarela, a sala referente aos direitos de participação (artigos: 7, 12, 13, 15), vimos que todas as crianças têm direito a um nome próprio e aos apelidos dos pais, a pertencerem a um país e ainda, o direito de saber quem são os seus pais e de ser educadas por eles. As crianças têm o direito de dar a sua opinião e de serem ouvidas nas decisões que lhes digam respeito. Ficámos a saber que as crianças têm direito de dizer o que pensam e sentem, desde que não prejudiquem os direitos das outras pessoas e que as crianças têm o direito de se reunir com outras pessoas e de criar grupos. Depois de observámos os direitos tivemos que fazer algo que expressa-se o direito que tirámos sem ver. No caso do nosso grupo elaboramos uma pequena apresentação sobre o artigo 7, que diz que todas as crianças têm direito a um nome próprio e aos apelidos dos pais, a pertencerem a um país e que todo isto deve ficar registado num livro especial que está guardado na Conservatória do Registo Civil. Diz ainda, que as crianças têm o direito de saber quem são os seus pais e de ser educadas por eles. Na nossa representação a Liliana fazia de mãe e a Tânia de pai e tiveram um filho. A Cláudia e a Ana Costa eram as enfermeiras que deram assistência ao parto. Eu era uma senhora que estava ao atendimento ao público na Conservatória onde foram registar o menino. Todas as representações foram bastante claras e observadas pelas pessoas que estavam no Espaço a Brincar e pelo professor Hélder.
Eu gostei imenso desta experiência, foi bastante interessante, a Sílvia e a Mariana foram muito simpáticas e meteram-nos muito á vontade. Gostei muito.
Vanessa Moreira 1ºB
domingo, 3 de maio de 2009
Visita ao Espaço a Brincar (24/04/09)
Nesta visita já ia mais descontraída e bastou fazermos uma pequena apresentação nossa para eu ficar à vontade. Fomos para a sala dos Direitos de Protecção onde fizemos o jogo da criança desprotegida. Confesso que este me deixou muito emocionada. Fez-me pensar que, por vezes, damos demasiada importância a pequenos problemas que temos no nosso dia-a-dia e esquecemo-nos de coisas tão importantes como uma criança desprotegida. Enfim, fiquei com uma vontade enorme de abraçar os meus amigos. Foi, sem dúvida, o jogo que me fez reflectir mais.
Passámos para a sala azul, a dos Direitos de Desenvolvimento e aqui fizemos o jogo do elefante. Neste nós fizemos grupos e cada elemento de cada grupo tinha uma deficiência. Eu era muda, não podia comunicar verbalmente com ninguém e tínhamos de nos desenrascar, foi difícil mas a actividade em si foi muito divertida, fartámo-nos de rir. Realmente, as pessoas com deficiências são incríveis, conseguem desenrascar-se mesmo tendo tanta dificuldade. Eu senti-me mesmo limitada e pus-me mesmo no lugar deles.
Por fim, fomos para a sala amarela, a dos Direitos de Participação. A actividade proposta foi fazermos uma pequena encenação sobre um dos direitos de participação, ao meu grupo calhou o direito nº15, basicamente, dizia que todos temos direitos e temos de nos respeitar uns aos outros. Penso que todos os grupos estiveram optimamente bem, rimos tanto. Aqui senti uma alegria imensa por estar tudo a correr tão bem, e por ver que estávamos todos felizes. Quero dar os parabéns à Cláudia e ao Tiago, adorei mesmo.
Espero voltar ao Espaço a Brincar.
Bem, a conclusão de tudo isto é que fui para casa comovida, ao mesmo tempo feliz, com uma sensação de união e sinceridade, de encorajamento, de querer fazer mais, de apoiar.
Obrigada a todos pelos bons momentos : D
sábado, 2 de maio de 2009
Segunda ida ao Espaço a Brincar
Depois desses pequenos jogos tivemos direito ao pequeno lanchinho para quem quisesse e fomos ver o resto do espaço.
Seguimos a linha do horizonte e vimos onde ía acabar.
Foram tiradas várias fotos e filmagens, espero um dia vir a ver isso tudo para depois recurdar.
À saída já era de saudade, mas levamos dali grandes recordações das primeiras visitas ao espaço a brincar.
Beijinhos, Joana Galvão 1ºB
Segunda ida ao Espaço a Brincar
Chegou o dia da segunda ida ao Espaço a Brincar e estava curiosa para ver como seria desta vez, se seria tão divertido como da última vez, e para meu grande espanto acho que ainda foi melhor.
Vou contar mais ou menos aquilo que me lembro visto que já foi à algum tempo e não tive possibilidade de vir aqui escrever mais cedo.
Ao chegar mos fomos muito bem recebidos pela Mariana, pela Sílvia e pelo colega e já conhecido Tiago. Nesse dia visitámos a sala azul, a sala pêssego, a sala amarela e descobrimos onde ia acabar a dita linha do horizonte.
A primeira sala que visitámos foi a sala pêssego do direito à protecção em que era constituída pelos artigos 16.º, 19º., 20.º, 21.º, 32.º, 33.º, 34.º e 37.º. Nesta sala fizemos um jogo muito engraçado com um novelo de lã, a Mariana começou e cada um tinha de dizer o que o deixava inseguro ou quando ficava inseguro, a resposta que dei foi que quando estou naqueles dias “não” e penso que tudo me corre mal é quando me sinto mais insegura sem saber o que fazer, e cada um ia passando o novelo (como foi com a bola no dia do outro jogo), assim visemos e foi se construindo uma teia, depois para desmontar essa teia novamente fomos lançando o novelo de maneira a que ficasse tudo enrolado como dantes, aí o jogo já era diferente, tínhamos de dizer onde nos sentíamos protegidos ou com quem nos sentíamos protegidos, a minha resposta foi com os pais e amigos mas passado um bocado pensei no mar, sinto-me segura e protegida quando estou ao pé do mar e a olhar para ele.
Depois mudámos de sala e fomos para a sala azul do direito ao desenvolvimento. Aí fizemos um trabalho em grupo, os grupos tinham, 4, 5, 6 pessoas no máximo, uns grupos tinham de fazer um elefante em plasticina com os olhos vendados e outros tinham de fazer também um elefante em plasticina com uma mão presa atrás das costas, o meu grupo era a Joana Ferreira, a Jessica Cruz, a Patrícia Luna, a Bruna Silva e a Rafaela Martins e diga-mos que na minha opinião nos safámos bem!
Próxima e última sala, sala amarela, o direito à participação. Antes de elaborar-mos o próximo jogos estudámos bem os artigos 7º., 12º., 13º. e 15º e foram formados 4 grupos e cada artigo ia para cada grupo, depois de cada grupo saber qual era o seu artigo tinha de fazer uma demonstração desse. Tivemos um determinado tempo para elaborar o projecto e eu e o meu grupo fizemos uma representação assim como os restantes grupos, as nossas actuações foram vistas pelas pessoas do espaço a brincar e até pelo nosso professor de animação. Na minha opinião conseguimos ver bem os direitos que cada grupo estava a representar.
Foi uma tarde muito lucrativa e espero sinceramente voltar lá de novo. Não vou esquecer. Adorei.
Beijinhos, Joana Galvão 1ºB
2º Visita ao Espaço a Brincar (23-04-2009)
chegando a escola tivemos aulas, mas eu como sempre muito ansioso, depois acabamos as aulas as 12:45, eu foi dar uma volta grande por zona de Lisboa mas sempre áspera que chega-se as 14:30.
Á hora começava a chegar e eu ficava mais ansioso, meti-me no metro da linha verde e lá foi eu sozinho, mandei mensagem para a Telma dizendo que se calhar ia chegar um bocado atrasado, mas afinal não cheguei, apanhei eles em 7-Rios, fomos todos juntos ate lá, entramos para o espaço a brincar, e foi-nos falado outra vez sobre a não descriminação e etc…
Porque as técnicas disseram que nos não tínhamos percebido la muito bem, e explicaram-nos todo..
Começaram com A Convenção dos Direitos da Criança assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças e que são os seguintes:A não discriminação, que significa que todas as crianças do mundo têm o direito de desenvolver todo o seu potencial;O interesse superior da criança, que deve ser uma ponderação prioritária em todas as acções e decisões que lhes digam respeito.A sobrevivência e desenvolvimento, que realçam a importância fundamental da garantia de acesso a serviços básicos e da garantia à igualdade de oportunidades, para que as crianças se possam desenvolver plenamente;A opinião da criança, que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.E a Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos.
Passámos para a Sala Azul - Direito ao Desenvolvimento, onde se encontram os artigos 14º., 17º., 18º., 23º., 28º. e 31º. Nesta sala, a Sílvia e a Mariana, disseram para nos dividirmos em 5 grupos. Aqui o desafio que nos foi proposto foi fazer um elefante de plasticina em 7 minutos, o meu grupo era constituído por a Telma, Marco Quintela, Joana Moreira, Filipe coelho, Rafaela Valeria e eu… o meu grupo fez o elefante com os olhos vendados, e conseguimos fazê-lo muito bem, fizemos em 4minutos e 34segundos, foi engraçado.
Depois dirigimos nos a última sala, a Sala Amarela - Direito á Participação. (Artigos 7º., 12º., 13º. e 15º.).A criança, tem direito a ser registada, logo após, o seu nascimento e tem também o direito a ter um nome, uma nacionalidade, e sempre que seja possível, conhecer os seus pais e estes lhe darem educação.A criança, tem direito a exprimir livremente a sua opinião sobre questões, que lhe respeitem, e estas deverão ser tomadas em consideração, de acordo com a sua idade e maturidade.A criança, tem direito á liberdade de expressão.A criança, tem direito a reunir-se com outras pessoas e criar grupos e associações.
Nesta sala ficamos com os mesmos grupos, a nossa dramatização foi do artigo 7º, e gostei muito da presença do sector Hélder, ele parecia estar muito contente.No fim a Mariana (uma das monitoras) levou-nos a ver onde acabava a linha do horizonte, acabava numa outra sala, sob o livro da Convenção dos Direitos da Criança. Adorei esta experiencia as Técnicas são muito simpáticas e assim a brincar aprende-se mesmo muita coisa, gostava de ir lá mais vezes.
Bruno Marques 1ºB
Obrigado!!!!
visita ao espaço a brincar
Fomos de Metro,a viagem foi longa e divertida .
Depois de uma longa viangem lá estavamos nós á porta de um edificio que se chamava espaço a brincar, logo na entrada veio acompanharnos duas raparigas que se chamavem Sílvia e Mariana que nos conviadram para entar.
Seguidamnte fomos para uma sala vermelha onde nos sentámos todos para realizarmos um jogo com uma bola onde noa tinhamos que dizero nosso nome e que nos fez sorrir naquele dia.
De seguida fizemos outro jogo no qual tinhamos uns papelinhos com acções e cada um tinha que encontara quem lhe fizesse a sua ação.
Em seguida entramos para uma sala onde tinha pendurado um balao que parecia uma plancenta e depois estavamos a ouvir sons de bebes parcia que estavamos na barriga de uma mãe.
DEpois entramos para uma sla verde que se chamava dierito á sobrevivência onde fizemos mais um joqo que se chamava o jogo da batata que consistia em:
1º tinhmos que escolher uma batata e tinhamos que a memorizar.
depois a Sílvia recoclhia as batatas e em segida tinhamos que passara batata sem ver para ver de quem era a batata.
No fim voltamos no fundo ao prícipio.
Joana Moreira 1ºb Nº11
2ªVisita ao es paço a Brincar
Entramos para a Sala Pêssego - Direito á Protecção.Aí Fizemos um jogo do novelo de lã. Em que Cada um de nós tinha de passar o novelo ao outro e o objectivo era dizer quando nos sentimos desprotegidos e dizer e quem é que nos protegia e mandar o novelo de lã, a quem nós estavamos ligados.
De seguida Passámos para outra sala que era a salaSala Azul - Direito ao Desenvolvimento.
Onde nos dividimos entã oem grupos,para construirmos um elefante em plasticina em sete minutos. Então cada grupo tinha um desafio uns construir o elefante só com uma mão e a outra amarrada atrás das costas, outros com os olhos vendados, mas podendo utilizar as duas mãos.
No fim do jogo todos conseguimos apresentar o seu elefante, o do meugrupo estava muito giro.
com isto conseguimos ver o grau de dificuldade quando estamos incapacitados de algo, mas com esforço em equipa tudo se consegue.
Pasamos para a ultima salaqueera a Sala Amarela - Direito á Participação. aqui vimos os direiros das crianças:
A criança, tem direito a reunir-se com crianças , tem direito a ser registada, logo após, o seu nascimento e tem também o direito a ter um nome, uma nacionalidade, e sempre que seja possível, conhecer os seus pais e estes lhe darem educação.
A criança tambem tem o direito a exprimir livremente a sua opinião sobre questões, que lhe dizem respeito e estas deverão ser tomadas em consideração, de acordo com a sua idade e maturidade.
A criança, tem direito á liberdade a criar grupos e associaçoes.
A seguir passamos a mais uma actividade onde nos derama escolher uns papeis onde estavam lá os quatros artigos de que falei á pouco, entao cada grupo com o seu artigo que lhes tinha calhado tinham que fazer uma dramatização sobre o artigo.
No final a Mariana levou-nos ao final da linha do horizonte. que acabava numa sala onde tinha um livro da Convenção dos Direitos da Criança, junto a uma caixa para cada pssoa que quisesse dar a sua opinião..
Joana moreira 1ºB nº11
sexta-feira, 1 de maio de 2009
adorei conhecer o Espaço a Brincar
Ao inicio só sabia que íamos fazer uma visita a um espaço com a turma e que o Tiago do 3ºano estagiava no mesmo, o que me levou a falar com ele para saber do que se tratava ao certo, depois da nossa conversa não descansei em quanto não conheci o espaço, e depois de o conhecer digo-vos que superou as expectativas, foi muito para além do que poderia imaginar. Desde a divisão das salas por temas , á simples e bonita decoração, á simpatia da Cláudia e claro o porque e a importância de ter surgido o Espaço a Brincar deixou-me de boca aberta.
Começamos a nossa viagem pela sala vermelha, onde fizemos umas dinâmicas de quebra-gelo que nos deixaram mais á vontade (no primeiro jogo ficávamos unidos pelo fio de lã que foi passando á medida que o jogo decorria, parecia um teia em ponto grande, que fez todo o sentido quando a Cláudia disse que representava uma rede de laços, a nossa união).
Para finalizar a sala vermelha a Cláudia mostrou-nos dois vídeos um sobre a Convenção dos Direitos das Crianças e o outro sobre as suas categorias: Sobrevivência; Protecção; Desenvolvimento e Participação (através do segundo vídeo percebemos as divisões do espaço e a que cada uma fazia respeito, pois a medida que passavam as categorias aparecia um lego como uma espécie de protótipo do Espaço a Brincar).
De seguida fomos á sala do despertar, que nem sei passar para palavras a sensação que esta me passou, adorei nunca tinha visto nada assim( acho que apreciei as fotos como nunca apreciei quadros!) fiquei completamente arrepiada com a gravação que passava de sons emitidos por um recém-nascido, e o pormenor do saco amniótico, a combinação de tudo por momentos deu-me vontade de deitar no chão em posição fetal.
Fomos até a sala verde, da sobrevivência nesta sala acho que sentimos o mesmo que as crianças ao ver o monte de almofadas! Havia objectos indispensáveis para a nossa sobrevivência a decorar a sala (exemplo as garrafas de agua), nesta sala fizemos um jogo que nos fez criar uma relação com uma batata de tanto a apreciarmos, o que achei muito interessante por nunca imaginei trazer uma batata para casa e ainda hoje estar na minha mesinha de cabeceira! J
Na semana seguinte voltamos para conhecermos o resto do espaço, como na semana anterior começamos por nos juntar na sala vermelha já com grande a vontade com a Cláudia, onde nos propôs uma pequena dinâmica enquanto dizíamos o que nos fez sorrir naquele dia, foi engraçado pois as respostas foram variadíssimas, mas aquele pequeno momento mostrou-me que a coisas bem simples que nunca damos valor digo isso porque não conseguimos responder sem pensar pelo menus um pouco (só nos fazia bem reflectir mais vezes sobre os simples momentos que nos fazem sorri entre muitas outras coisas).
Prosseguimos para a sala laranja que representa o direito á protecção, fizemos um jogo de reflexão, em que a Tatiana estava no papel de uma menina desprotegida em quanto cada um de nós dizia que para nós era uma criança desprotegida e o que faria para a ajudar, o que nos fez pensar no que é prioritário.
Fomos a sala azul, Direito ao Desenvolvimento onde nos foi proposto fazer grupos e escolhermos uma deficiência, esta dinâmica consistia em cada grupo construir um elefante e tinha tempo limite. Foi das dinâmicas que mais gostei, pois vimos a importância da coesão e organização no grupo e a dificuldade de ter uma deficiência (é triste não darmos valor de termos nascidos sem certas limitações).
Por fim fomos a sala amarela, sala que simboliza o Direito da Participação nesta sala foi nos proposto fazer uma encenação representando um dos direitos principais da sala, a Cláudia sorteou os direitos, foi tudo muito rápido mas acho que todos estiveram bem, estou ansiosa para ver as filmagens! ; )
Adorei a visita acho que só temos de agradecer termos oportunidade de fazermos estas visitas, são muito gratificantes para a nossa formação, achei incrível a maneira que a Cláudia nos cativou! E temos que começar a perceber como se deve proceder, perceber que toda a dinâmica tem o seu objectivo etc.
Os meus parabéns a toda a equipa do Espaço a Brincar!
Ana Carolina 1ºA