sábado, 3 de outubro de 2009
Tarde.. Muito Tarde..
terça-feira, 25 de agosto de 2009
AREIA BRANCA
Bem! vou começar por pedir desculpas pelo atraso, ja devia ter comentado à mais tempo mas não tive tempo!
Em relação a areia branca, gostei!!! até seria bom repetir, não me importava nada!
adorei todos os trabalhos, sobre tudo as noites...
E no que diz respeito ao blog esta fixe, gostei de ver.
Abraço, e deseijo continuação de umas boas férias!
ASS: Igor Pereira
N:24
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Desculpem comunidade da AREIA BRANCA da ETPL!!
Eu durante todo o ano ouvi falar muito da "areia branca" a maioria dos comentarios foram do género, "areia branca é fixe para quem a sabe aproveitar, porque nao vao ter tempo para nada"(mas pergunto, nao seria esse o objectivo).
quando o tempo apertava e a areia branca estava mesmo aí a porta, eu ja nao tinha tanta vontade em ir, nao sei porquê..
finalmente chegou o dia e la estava eu na areia branca, com um professor bastante "diferente" de todos os professores que ja tive, muitos colegas(o que é fixe) e mais que uma colega tinha a minha namorada a meu lado..
e agora o que interessa mesmo. areia branca, foi cansativo, muito trabalho, pouco tempo para nós e algum stress, mas para quem nao vê o outro lado aqui vai.. aquilo é lindo para quem gosta de apreciar uma boa vista, bastou aproveitar o tempo que tinhamos para tornar a expriencia areia branca algo divertido tambem..
relativemente ao trabalho, obrigado professor por nos por a prova, espero nao ter desiludido o professor.. ja agora VIVA OS SANDUICHES!!!(kalim kalim)!!! os quebra cabeças foram de mais.. epah somos todos novos precisamos de expriencias como estas para sentir que estamos vivos.. e eu viví a areia branca.. mesmo nao tendo alcançado as minhas espectativas!
quero agradecer á pousada da juventude da areia branca por nos ter aturado, se bem que nao foi de borla mas pronto valeu o esforçoo..lol
aqui está, atrasado mas penso eu esclarecido..
peço desculpa professor.
Sandro Costa
aquele malucoo!! : )
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Espero que as férias vos tragam muita energia para o novo ano lectivo de trabalho. Todos aqueles que já deixaram a sua reflexão sobre a “Areia Branca" já tiveram nota no módulo 2, mas há ainda muitos que não a escreveram.
Aqui fica o convite para o fazerem.
Se entretanto alguém quiser falar das férias gostaria que pelo menos as ilustrassem com uma fotografia e uma pequena legenda.
Até breve
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Areia Branca
Aqui estou eu, demorou um bocadinho, mas...
Os momentos vividos na Areia Branca foram inexquecíveis. Foram 3 dias e 2 noites, realmente a não esqueçer.
Finalmente foram revelados os mistérios que tanto falavam desta aventura.
Não pensei algum dia, vir a trabalhar com alguns elementos do meu grupo, mas isso, é sempre bom. Mas principalmente, nunca pensei, mesmo, vir a "dar-me" tão bem com alguns colegas, devido á passagem na Areia Branca. Foi uma experoência muito interessante.
Apesar das dificuldades que senti em algumas actividades, gostei imenso de todas as actividades. A canção, a representação, o grito do grupo, a preparação do almoço. Todos os momentos marcaram, mas há sempre algumas palavras e alguns momentos que marcam mais. A mim, marcou muito, as palavras que o professor Hélder nos disse, quando acabámos as nossas representações.
Tenho a dar os parabéns a todos os grupos, porque realmente todos eles foram fantásticos.
E, um obrigada ao meu grupo, que apesar de dificuldades, conseguimos supera-las.
"OS SANDUÍCHES":
Vera Caetano, Inês Macedo, Sandro Costa, Cláudia Sousa, Bruno Marques, João Maria Borges, Joana Nunes e Joana Moreira.
Esta experiência, foi muito importante, sobretudo para o nosso futuro profissional. Aprendemos a trabalhar e a respeitar pessoas diferentes, saber interagir com elas e também a trabalhar em grupo.
Gostava muito, que as duas turmas (A e B), depois desta experiência na Areia Branca, ficassem a "dar-se" bem (dentro do possível). Já que no embarque desta aventura, fizemos-o todos JUNTOS!
Beijinhos!
Joana Ferreira T:B
terça-feira, 7 de julho de 2009
Areia Branca
3 dias fantasticos e 2 noites fantasticas
Lembro-me que fartava-me de fazer perguntas as pessoas que ja tinham passado pela experiencia da areia branca, mas agora sei que nada melhor que viver essas experiencias.
Momento Marcante: os teatros, o que o professor nos disse depois dos teatros.
Momento mais Dificil: no dia melhor (mais sol) eu e o meu grupo tinhamos muito que fazer e passamos o dia na pousada.
Momento mais Divertido: saida para a discoteca e ver o professor a passar pelas brasas mesmo com aquele barulho a volta.
Momento mais Diferente: No terraço da pousado o professor a fazer o barulho do mar e cada grupo a cantar um pouco da sua música.
Momento que nunca vou esquecer: todos, pois todos vao fazer parte da minha memoria.
Experiencia bastante importante para o nosso futuro profissional, aprendemos a trabalhar e a lidar com pessoas diferentes de nos, com ideias diferentes das nossas, saber ouvir e respeitar, saber sobretudo trabalhar em conjunto.
Jéssica Durães 1ºB
Areia Branca 2009

Os 3 dias que passei na Areia Branca foram únicos e maravilhosos. Nunca pensei que ia gostar tanto de estar lá :).
Ao princípio estava ansiosa para saber como aquilo era, qual iria ser o meu grupo e com quem iria ficar no quarto.
Gostei do meu grupo, deu para conhecer melhor alguns elementos do grupo com quem eu não tinha muita confiança, nunca houve discussões entre nós o que foi óptimo :).
Foi um experiência muito agradável ter feito todas as actividades que nos foram propostas, desde dar um nome ao grupo e fazer uma canção, fazer um teatro, decorar o refeitório para o jantar... Gostei mesmo muito.
Em relação do ponto de vista profissional, todos temos que lidar com os feitios das outras pessoas, aceitá-los e respeitá-los mesmo que não concordemos com alguma coisa. Aprendi melhor a trabalhar em grupo com outras pessoas, porque sempre estive habituada a trabalhar com as pessoas de quem gostava e no futuro pode-nos calhar todo o tipo de pessoas com quem vamos trabalhar.
É uma experiência que nunca vou esquecer e que mais tarde todos nós iremos recordar.
Inês Malheiro T:A
domingo, 5 de julho de 2009
Areia Branca 2009
Agora falando de coisas sérias...
Quando se começou a aproximar o dia da ida para a Areia Branca sentia-me entusiasmada mas ao mesmo tempo um pouco nervosa, pois contaram -nos mil e uma coisa sobre a Areia Branca.
Quando lá chegamos o Professor organizou-nos por grupos. O meu era constituído por pessoas com as quais não convivia muito. Neste dia senti-me um pouco nervosa, porque não sabia o que me esperava e porque não tinha grande confiança com as pessoas do meu grupo tirando os colegas de turma. Depois ao longo do 1º dia e com as actividades que o Professor nos mandou fazer fui conhecendo melhor o meu grupo e comecei a integrar-me. Nesta altura já um obstáculo tinha ultrapassado. Acho que funcionamos bem enquanto grupo, embora com algumas dificuldades que acabaram por ser superadas. A actividade que mais gostei foi a da decoração do refeitório, todas as decorações estavam muito bem organizadas. Acabei por conhecer melhor os elementos do meu grupo e acho que funcionamos muito bem juntos , apesar de sermos todos diferentes.
Quanto ás competências, melhorei a maneira de me adaptar a diferentes pessoas e o respeito pelas varias opiniões. Ainda aprendi que cada elemento, que constitui um grupo, tem um determinado papel dentro do grupo. Todas estas competências que melhorei e adquiri vão ser bastante importantes para a minha vida profissional.
E aqui está o mistério da Areia Branca...
Ama-te!
Ama os teus!
AMA OS PEQUENOS MOMENTOS!
Adorei todos os momentos! Areia Branca 2009
Vanessa 1ºB
sábado, 4 de julho de 2009
*-* Areia Branca *-*
Areia Branca
Quando lá chegamos acho que todos estávamos um bocado nervosos, para ver os quartos e pior para saber com quem os iríamos partilhar.
Adorei o meu grupo divertimos nos imenso, para alem do trabalho, tivemos que reflectir em coisas que talvez eu nunca teria pensado. Ter de partilhar o quarto com pessoas que se calhar não tinha muita intimidade, pensei que fosse mais difícil, mas não foi fantástico adorei a experiencia porque deu para alem de tudo para nos conhecer mos melhor e sabermos lidar com outras personalidades diferentes das nossas.
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Areia Branca Experiencia unica
Bem que posso eu dizer sobre a Areia Branca, foram 3 dias espétaculares, disseram muitas coisas más sobre a areia branca que me deixaram a pensar o que iamos lá fazer.
Mas quando chegamos lá vemos que é tudo diferente e que é uma experiencia unica,não tenho palavras para o que vivi e para o que senti nos 3 dias que posso dizer é que foram os melhores 3 dias em toda a minha vida de escola.
Areia Branca: Uma boa expriência
Desde o ínicio do ano que ouvia falar do “mistério” da areia branca ficando com várias ideias na cabeça, principalmente negativas.
Confesso que um dia antes da viagem e até no próprio dia estava com uma mistura de vários sentimentos negativos e positivos. Para mim foi sempre difícil ficar logo à vontade naquilo que é novo para mim ,mas no segundo dia já consegui estar mais tranquilo.
Nunca pensei em relacionar-me com os meus colegas de grupo para além do trabalho, por isso a Areia Branca foi uma boa experiência. Consegui estar mais à vontade com os meus colegas, quer da turma B quer da A, e permitiu-me comunicar melhor com eles. A relação fora do ambiente de trabalho é mais deescontraida e revelou-se muito agradável.
A nível profissional consegui ficar mais unido ao meu grupo de trabalho e mostrar as minhas capacidades.
Aqueles dias foram muito cansativos mas compensadores.
Peso desculpa por ter escrito tarde.
Obrigado,
Filipe Coelho 1ºB
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Areia Branca o grande mistério...
Antes de ir estava bastante nervosa, porque não sabia o que iria acontecer, visto que várias pessoas falavam tanto da areia branca como se fosse um horror, mas quando la cheguei olhei a minha volta e vi que ia ser algo inesquecivel...
E assim foi, a primeira coisa que fizemos quando lá chegamos foi o tal pic-nic que ja estava combinado entre nós, estivemos todos a conviver foi bom, depois disso o professor passou a fazer grupos de trabalho e dizer com quem iamos dormir, mas tudo misturado turma A e turma B, e partir daí começou o nosso trabalho de grupo, todos os grupos tinham uma tarefa importante que era a organização de almoços e jantares cada grupo teria de efeitar o refeitorio escolher um tema para o almoço ou jantar e servir os restantes colegas, foi uma boa experiencia, tinhamos que improvissar procurar ideias na hora e pronto foi assim esta fase.
Depois a pior parte ficarmos sem o telemovel durante o dia todo, so tinhamos acesso ao telemovel a noite e era so pouco tempo, mas sim penso que todos conseguiram aguentar :-)
Foram dias e noites bem passadas sempre com algum trabalho, mas tambem com muita animação pelo meio so palhaçada, com a ida a areia branca percebemos o que é trabalhar em grupo, com pessoas que tem personalidades diferentes umas das outras, vimos que um grupo deve ser unido e sim as turmas A e B conseguiram trabalhar bem.
Nunca vou esquecer os momentos que passei com todos voces, foi uma coisa unica so nossa mesmo, até gostaria de la voltar... quem sabe um dia :-)
Liliana Monteiro 1ºB
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Areia Branca 2009

terça-feira, 30 de junho de 2009
Areia Branca 2009

Vera tA
Também o piquenique para mim coreu muito bem
e acho que oprofessor escolheu muito bem os grupos de trabalho especialmente serem misturados alunos da turma A e da urma B que no meu ponto de vista trabalharam todos muito bem.
O nais complicado foi organizar a dramatização e decorar a sala que era um refeitorio para o almoço.
Só foi pena de ter ficado com o braço ao peito se não podia-me ter divertido muito mais,
Foram uns dias muito bem passados e muito cansativos.
Espero um dia voltar a areia branca ou com a família ou com os amigos.
Joana Moreira
A minha querida Areia Branca... Que saudades!
Achei uma coisa engraçada, toda a gente falou da minha mala. Está bem que era um bocado grande mas fazia por exemplo as 5malonas que o pessoal levava né? Ate o stor comentou. Mas sabe porque é que era tao grande? Eu tinha la a minha tosteira, bolaxinhas, chocolates e essas coisas boas. Mas so ficou reservado para as pessoas do quarto, claro =).
Eu senti-me livre na Areia Branca. Aquele mar enorme..era lindo. Senti como se fosse um passarinho. Senti paz... Fez-me muito bem ! Ate porque estava com alguns problemas pessoais.
Em relaçao ao ponto de vista profissional no inicio foi complicado porque o Nuno do 1ºA parceia que nao se estava a integrar bem no grupo mas depois la percebeu que tinhamos era de trabalhar.
Adorei todas as peças de teatro que fizemos (pricipalmente a minha, em que era aquela que entrava varias personagens de filmes de terror, disney, o castelo branco e assim), os trabalhos, o decorar da sala de jantar/almoço.. Estava tudo espactacular.
Se poder quero la voltar o mais breve possivel..
Stor se possivel para um proximo ano se cantar o: DIA BOM DIA COM MOCAMBO, MOCAMBO, MOCAMBO, cante mais baixo se nao ainda apanha alguem mal disposto e ainda lhe da uma resposta feia =))) tou a brincar..
Ate a proxima Stor.
Obrigado por aqueles dias...Beijinhos
domingo, 28 de junho de 2009
3 Dias na Areia Branca ,Bruno 1ºB
Gostei da viagem de camioneta, que foi sempre a dormir, quando chegamos a areia branca veio-me logo uma aragem a mar, parecia que estava no paraíso, gostei dos companheiros de quarto, foi bom dividir com eles, principalmente o João Borges, aquela piadinha dele sobre as meninas :P.....
Adorei como o sector acordou-nos " Tenha Bom Dia Como O Cambio Mo Cambio, Mo Cambio".... Gostei das actividades que tivemos ao logo dos dias, que foi a nossa maior preocupação, Gostei dos trabalhos dos outros alunos, gostei de fazer o nosso almoço, gostei de ir correr sozinho ate longe, gostei de escrever, E NÃO GOSTEI DE IR A DISCOTECA!!
Mas de resto foi espectacular..
Acho que foi uma coisa que nunca iremos esquecer, foi com isto que tornamos mais autónomos, mais responsáveis e etc...
O regresso não foi muito bom que eu ainda ficava lá mais uns dias xD
Mas foi muito fixe gostei de todos e que tivemos todos bem...
domingo, 21 de junho de 2009
Passagem pela Areia Branca
A Areia Branca para mim foi uma tremenda surpresa, pois nao conrrespondeu nada ao que as nossas colegas dos anos seguintes nos disseram!
Para mim, a nivel pessoal, teve os seus apectos positivos e negativos (isto deve ser o meu mau feitio a falar). Foi espetacular passar 3 dias e duas noites numa pousada com as duas turmas do 1º ano, onde podemos traçar laços de confiança e acabar com alguma rivalidade que podesse existir entre as duas turmas. Neste espaço de tempo, hove momentos para tudo, momentos em que trabalhamos, em que rimos, em que demos uns bons mergulhos na praia houve ate quem chorasse... mas o mais importante de tudo isto é que todos aprendemos com todos por mais pouco que seja! O lado negativo disto foi ter de partilhar o quarto com mais 3 pessoas, nao que tivesse algo contra alguem, apenas gosto de ter o meu espaço onde possa disfrutar apenas da minha companhia... O mau mesmo mau, mas que no fundo teve a sua piada, foi o Senhor Professor Helder Santos nos acordar as 7.30 com a musica "Diga bom dia com Mocambo Mocambo Mocambo" uma pessoa acordava logo mal disposta mas cmg ate foi simpatico que me fez uma coceguita no pe o que acalmou o meu mau acordar. O calor que fez, para mim é tambem considerado um aspecto negativo, nao suporto sol nem o calor é bom é PARA DORMIR! mas nao me deixavam... O que me custou tambem mas nao considero isso negativo, foi ser muita hora de convivio podemos dizer, que as vezes sou meia anti-social, em que aprecio o silencio da noite e a solidao e ouvir o bater das ondas do mar clima optimo para avivar a memoria de certas recordaçoes!...
A nivel profissional, acho que apenas aprofundamos todas as competencias que um bom tecnico de apoio psicossocial deve exercer, o que nos foi dado durante as aulas, e aqui tivemos como que o "nosso tempo de antena" para as por em pratica! ;)
Apesar de ter alguns aspectos negativos, era uma experiencia que voltaria a repetir!...
AREIA BRANCA 2009 A NOSSA AREIA BRANCA
Areia Branca
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Areia Branca
Bom, para começar acho que estava mais animada nos dias que eram para ser previstos para ser a nossa actividade.
Para mim, foi um pouco frustrante mesmo ir para lá.....fui porque tinha que ir mesmo....mas se fosse opção talvés não teria ido....Mas se fosse a ver, teria perdido uma alta animação, sim porque aquilo foi uma animação.....tirando a parte de acordar lá para as 8 e picos com uma canção lindissima de se ouvir e com um cantor exclente(Stor Helder) :D....
Stor já pensou em seguir uma carreira de cantor?? :D Acho que conseguiria... :D
Mas agora falando sério.....tirando a parte de acordar cedo, foi bem bom aqueles 3 dias....passamos momentos óptimos.....
Eu não sei como foi a chegada lá, mas sei que cheguei lá em boa hora(hora de jantar) até parecia que estavam todos a minha espera :D.....
Não vou estar aqui com muito blá blá porque não tenho muito a dizer....só sei que esta experiência de ter convivido com o pessoal do 1ºA , de termos sair com tarefas e no final do dia termos que as apresentar aos outros grupos, foi muito bom.....!!!
Do meu grupo não tenho mesmo nada a dizer....gostei de trabalhar com eles!!!
Do ponto de vista profissional....estou da mesma ópinião das minhas colegas que postaram anteriormente.
PS: Stor pense no que disse..... :D
Cláudia 1ºB
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Areia Branca, por Ana Costa (1ºB)
O nosso piquenique correu muito bem, confesso que tinha algum receio de que as pessoas não levassem o que tinham combinado. O confiscar do telemóvel já era esperado e não "doeu" tanto como eu imaginava, porém, às vezes queria mandar um sms a contar algo que acabara de acontecer e logo a seguir caía em mim, não o podia fazer. Os almoços e jantares foram momentos de grande improvisação e sucesso! Na minha opinião, o meu grupo não teve grande dificuldade, as ideias foram surgindo naturalmente, ora de um elemento, ora de outro. Até mesmo em relação ao teatro, não demorámos a decidir o tema, a escolher e distribuir as personagens, a escrever as falas e contextualizá-las. O mais difícil foi escrever a música, isto porque estávamos cheios de sono e com falta de ideias, mas lá nos desenrascámos. Quanto às tarefas em si, esperava algo muito mais complicado (se bem que a última deu pano para mangas e o setore baralhou-nos mais ao dar tempo extra, para pensar melhor na resposta).
Do ponto de vista profissional, as noites foram bastante enriquecedoras: os vários papéis existentes nos grupos, os vários tipos de líderes e abordagens perante o grupo, ideias de actividades para trabalhar com futuros grupos, experiência no que toca a trabalhar com pessoas diferentes e métodos diversificados...
Para acabar, deixo-vos a minha FOFA, individual:
(F)orças.
- Independência,
- Gosto por experiências novas,
- Grande capacidade de adaptação.
(O)portunidades.
- Conhecer melhor algumas pessoas,
- Conhecer o meu limite (telemóvel),
- Enriquecimento profissional.
(F)raquezas.
- Insegurança (tarefas realizadas).
(A)meaças.
- Professor,
- Tarefas.
A Areia Branca foi algo único.
Deu para criarmos laços entre as duas turmas, para nos divertirmos, socializar, aprendermos a discutir ideias.
O meu grupo, grupo 2- Os Nautilos, trabalhou muito bem. Felizmente tínhamos várias ideias e houve sempre uma compreensão das ideias de todos os elementos do grupo.
Para mim a pior situação que aconteceu na areia branca foi ter que acordar a ouvir o Professor Hélder a cantar..eu tenho muito mau feitio logo de manha e acordar assim não foi nada positivo. No entanto tive que saber dar a volta por outro lado, isto porque as minhas colegas de quarto não tinham a culpa de eu acordar mal disposta e tive que saber ultrapassar essa má disposição.
A nível de competências para o futuro profissional penso que o facto de termos de preparar o almoço foi importante, tivemos que chegar a uma ideia comum e organizar tudo com os poucos recursos que tivemos; termos que aceitar ideias dos restantes elementos do grupo, o facto de termos que nos dar com pessoas que diariamente não nos costumamos dar.. Penso que tudo isto nos será importante para a nossa vida futura.
a nível de animação também foi espectacular fazermos os teatros.. Foi muito complicado chegar a uma ideia do que iríamos fazer mas foi espectacular ver o produto final, acho que foi uma recompensa muito boa!
O exercício que foi mais difícil, para mim, foi o do barco. Temos que pensar por dois lados, na população e na equipa que está no barco.. é complicado ter que tomar uma decisão que implica com muita gente, não só connosco. Isto deixou-me a pensar. No futuro não poderei ver unicamente as situações por mim. Tenho que medir tudo muito bem e verificar qual a melhor escolha para ambos os lados saiam menos lesionados dessa tal situação
Continuação de boa tarde,
Tânia de jesus, 1º B
quinta-feira, 11 de junho de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
2ª Visita ao Espaço a Brincar
Chegamos ao ATL sem qualquer outro problema. Entramos e fizemos exactamente a mesma coisa que na 1ª visita, entramos pousamos as malas e lá fomos nos para uma salinha desta vez a sala Pessego.
Direito à Protecção: Sala Pêssego
Nesta sala aprendemos que as crianças devem ser respeitadas, que não sejam vitimas de maus tratos, que cuidem dela, têm direito a ter uma casa, a não serem “escravizados” fazendo trabalhos que não são próprios para eles, que não devem consumir drogas nem estarem em inteiração com as mesmas mas sim estarem informados sobre os perigos que existem. De seguida fizemos o jogo do novelo de lã consistiu em dizer onde nos sentíamos inseguros, começou então o jogo pela Mariana e terminou em mim, já não me lembro o que disse, com isto formamos uma teia em que se repararmos estamos todos unidos por um fio de lã, seguidamente desfizemos a teia ao dizermos onde ou com quem nos sentíamos seguros disse que era com a minha família e amigos. Esta sala tem como artigos: 16º, 19º, 20º, 21º, 32º, 33º, 34º, 37º.
Direito ao desenvolvimento: Sala Azul
Esta sala aprendemos que as crianças têm direito a saber o que se passa no mundo e que os adultos têm de as ajudar a perceber o que se passa a sua volta, observamos também que ir a escola é um cuidado que as pessoas que cuidam da criança deve ter pois é um direito ao qual têm de cumprir, também nos disseram que as crianças tinham direito a brincarem, a descobrir, a inventar e também a descansar. De seguida fizemos um jogo chama-se o jogo do elefante, em que nos separaram em 4 grupos em que dois deles só podiam trabalhar com uma mão e os outros dois com os olhos vendados, eu fiquei no grupo dos olhos vendados, tivemos que construir uma elefante em plasticina em 7minutos foi uma tarefa complicada mas muito engraçada, para mim o elefante do meu grupo que era constituído pelo Bruno, Joana Moreira, Rafaela valeria, Filipe e eu, era azul e ficou mesmo perfeitinho, por isso digo que quem tem barreiras para outra passar e consegue são umas pessoas com muita coragem e força de viver, cada vez mais tenho orgulho nas pessoas com dificuldades motoras ou psíquicas. Esta sala tem como artigos: 17º, 18º, 14º, 28º, 31º.
Direito à participação: Sala Amarela
Nesta ultima sala estivemos de estar com muita atenção as artigos que são: 7,º 12º, 13º, 15º. Esta sala diz que toda a criança tem direito uma identificação, como a ter um nome e apelido, um país e saber quem são os seus pais. Diz também que todas as crianças têm direito a expressar a sua opinião (dizer o que pensam e sentem) e a que ouçam a sua decisão nos assuntos em que ela se encontra desde que não prejudiquem as outras pessoas. Tem direito a tem um grupo de pares. De seguida a esta explicação passamos a ter de demonstrar da maneira que quiséssemos o papelinho que nos saiu com o artigo, neste caso o 7º, decidimos fazer um teatro em que consistiu no direito de ter direito a amigos.
No fim fomos conhecer o resto do ATL e descobrir onde acaba a linha do Horizonte, acaba na sala onde estão guardados os matérias e onde estão uns papelinho em que podemos expresar a nossa opinião.
Já era hora de irmos embora, mas antes disso tivemos a preencher um tipo de inquérito, deram-nos bolachinhas outra vez e lá viemos todos embora contentes.
Adorei conhecer este Espaço, esta super bem feito.
Desejo toda a sorte!
Telma Serreira 1ºB
1ª Visita ao Espaço a Brincar!
O espaço a Brincar é constituído principalmente por estas 4 salas que são:
Os Direitos ao Desenvolvimento: Sala Azul
Esta foi a primeira sala que visitamos, arrepiei-me conforme lá entrei, tinha uma decoração muito simples mas marcante, aquele balão ali no meu da sala fazia mesmo lembrar uma placenta, sendo o que teria mais haver com o tema, depois aquelas fotos do bebe e com aquele choro, riso que a elas puseram quando entramos na sala foi muito marca-te eu adorei, senti-me muito bem lá dentro. Os seus artigos são: 14º, 17º, 18º, 23º, 28º e 31º.
O direito á Sobrevivência: Sala Verde
Nesta sala aprendemos que toda a criança tem direito á vida, à saúde, à alimentação, vestuário e a uma casa, nesta sala pediram-nos para escolher uma batata, eu escolhi uma muito pequenininha redondinha, parecia um ovo, olhei e gostei dela então escolhia mal sabia para o que era, quando me disseram que para apreciarmos bem a nossa batata, sentirmos-lá fiquei um pouco assustada, mas não era caso para tanto iríamos ter de voltar a por as batatas dentro do alguidar e reconhecer a batata só pelo tacto, uma tarefa um pouco complicada, mas deu para entender o que as pessoas com deficiência sofrem para conseguir distinguir as coisas e os esforços que fazem. Depois disso pediram-nos para desenhar a nossa batata para vermos os seus pormenores o seu feitio, depois tivemos de dizer o porque de termos escolhido aquela batata e o que tinhamos aprendido, eu disse que a achei fofinha, foi uma coisa que não teve explicação olhei e gostei dela e que aprendi que por mais que paressa ser igual as outras existem diferenças e que conseguimos sempre distinguir o que é “nosso” e por isso fiquei com a minha batata chamada Vivian.
Achei interessante e perguntei o que significava aquela lã na parede e disseram-nos que era a linha do horizonte, passa por todos os espaços em que cada sala tem uma frase escrita com essa mesma linha, achei a ideia muito original. A
dorei!
Acabamos a tarde a comer bolinhos que a Sílvia e a Mariana nos fizeram o favor de dar.
E assim foi a nossa primeira visita, adorei e aprendi imenso neste dia, foi uma sensação unica e espectacular.
Telma Serreira 1ºB
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Este dia foi um bocado complicado. Chegamos ao metro e não havia linha verde. Ficamos à espera e a pensar no que iríamos fazer. Até que resolvemos ir a pé até ao Campo-Grande. Avisamos as senhoras que íamos chegar atrasados como é óbvio. Quando chegamos ao Campo-Grande apanhamos a linha amarela e ai fomos nós.
Chegamos finalmente ao Espaço a Brincar, depois de termos andado imenso. Fizemos o jogo do cordel, o jogo do elefante e o jogo da representação de artigos. O1º jogo consistia em dizermos o que é que nos protege e quem nos protege. Ao mesmo tempo que respondíamos lançávamos o cordel a outra pessoa para que ela pudesse responder, de forma a criar uma teia, o 2º jogo tínhamos de construir um elefante de plasticina com os olhos vendados. Outros fizeram com uma mão atrás das costas. E no 3º jogo tínhamos de fazer uma representação dos artigos de forma a representa-los em teatro.
Adorei a experiencia.
Gostava de fazer estes jogos mas na presença de crianças.
Ana Filipa Teixeira 1ºB nº2
Espaço a Brincar
Dia 16 de Abril 2009
Não vou repetir o que muita gente já disse, por isso vou directa ao assunto.
Quando chegamos ao Espaço a Brincar fizemos 3 jogos. O 1º foi: ”o que me fez sorrir hoje”, o 2º foi: ”quem sabe” e o 3º foi o jogo da batata. O primeiro jogo consistia em dizermos apenas o que é que nos tinha feito sorrir naquele dia, no segundo jogo foram distribuídos uns papelinhos onde tínhamos algo para nós representarmos e no terceiro jogo tivemos de escolher uma batata, senti-la atrás das costas e depois de recolhida, pela Mariana e pela Sílvia, passando pelas costas e sem ver, tínhamos de saber qual era a nossa batata.
Depois tivemos uma parte teórica onde se falou sobre as 4 Categorias:
- A Sobrevivência – sala verde;
- A Protecção – sala pêssego;
- O desenvolvimento – sala azul;
- A participação – sala amarela.
Em cada sala tinham os seus respectivos direitos.
- Sala Pêssego – artigos 16, 19,20,21,32,33,34,37.
- Sala Azul – artigos 14,17,18,28,31.
- Sala Amarela – artigos 7,12,13,15.
Adorei o jogo da Batata.
Filipa Teixeira 1ºB nº2
terça-feira, 5 de maio de 2009
Espaço a brincar (23/04/2009)
Ao chegarmos a estaçao do metro de Telheiras, demos conta de que a linha verde estava cortada, "e agora?" pensamos nos. Tivemos de ir a pé até ao Campo Grande e ai apanharmos o metro até Jardim Zoológico.
Desta vez estava mais calma, pois ja sabia do que se tratava.
Qaundo chegamos ao Espaço a Brincar, a primeira coisa que fizemos foi uma revisão da "aula" passada sobre a Convençao dos Direitos da Criança.
Depois de uma breve revisão, fomos conhecer as outras duas salas que nos faltava conhecer, começando pela sala azul, sala do desenvolvimento, onde fizemos um jogo com um novelo de lã em que tinhamos de dizer "sinto-me desprotegida quando..." e passar o novelo e depois "quem me protege é/são...".
Nesta sala, encontram-se os seguintes artigos:
ARTIGO 14: Tens direito à liberdade de pensamento e a praticar a religião que quiseres. Os teus pais devem ajudar-te a compreender o que está certo e o que está errado.
ARTIGO 17: Tens direito a ser informado sobre o que se passa no mundo através da rádio, dos jornais, da televisão, dos livros, etc. Os adultos devem ter a preocupação de que compreendes a informação que recebes.
ARTIGO 18: Os teus pais devem educar-te, procurando fazer o que é melhor para ti.
ARTIGO 28: Tens direito à educação. O ensino básico deve ser gratuito e não deves deixar de ir à escola. Também deves ter possibilidade de frequentar o ensino secundário.
ARTIGO 31: Tens direito a brincar.
Passámos entao á ultima sala, a sala da participação, sala amarela, onde podemos encontrar os seguintes artigos:
ARTIGO 7: Tens direito a um nome e a ser registado, quer dizer, o teu nome, o dos teus pais e a data em que nasceste devem ser registados. Tens direito a uma nacionalidade e o direito de conheceres e seres educado pelos teus pais.
ARTIGO 12: Quando os adultos tomam qualquer decisão que possa afectar a tua vida, tens o direito a dar a tua opinião e os adultos devem ouvir seriamente o que tens a dizer.
ARTIGO 13: Tens direito a descobrir coisas e dizer o que pensas através da fala, da escrita, da expressão artística, etc., excepto se, quando o fizeres, estiveres a interferir com o direito dos outros.
ARTIGO 15:Tens direito a reunir-te com outras pessoas e a criar grupos e associações, desde que não violes os direitos dos outros.
Nesta sala, fizemos dois tipos de actividades:
Tivemos de formar grupos de quatro pessoas o que dava quatro grupos e dois deles tinham de construir um elefante em plasticina so com um braço e os outros dois grupos tinham de construir á mesma um elefante mas de olhos vendados. Com isto aprendemos como é difil trabalhar em grupo e com a dificuldade em que nos encontravamos mas que se quisermos conseguimos!
A outra actividade foi representar em forma de teatro ou qualquer outro tipo de representaçao o que cada um dos artigos queriam dizer.
Despedimo-nos do Espaço a Brincar ao visitar uma sala para maiores de 18 anos e com o preencimento de um questionario sobre a acção.
Ah e claro agora ja vos sei dizer que tipo de instituição é o Espaço a Brincar, é um Projecto do Departamento da Acção Social da Camara Munincipal de Lisboa.
Para quem precisar de alguma informaçao sobre este projecto deixo aqui o mail :
espaco.brincar@cm-lisboa.pt
Espaço a Brincar (16/04/2009)
Estava um pouco chateada, pois foi graças a esta aula diferente que fiquei com a tarde de sexta-feira estragada, pois tive de recuperar a aula de TIC, mas por outro lado, estava curiosa, pois nao sabia o que me esperava...
Quando lá chegamos, fomos recebidos por duas coordenadoras que nos receberam com grande simpatia.
Por momentos senti-me "perdida" pois nao sabia que tipo de instituiçao é o espaço a brincar.
As coordenadoras, a Silvia e a Mariana, proposeram um jogo com uma bola em que tinhamos de nos apresentar dizendo o nome, idade e o que nos tinha feito rir hoje, acho que até era esse o nome do jogo.
Depois desta forma dinamica de nos apresentarmos, fizemos um outro jogo que se não me engano tinha o nome de "vê se sabes", que funciona quase como o jogo da mimica.
Depois de um momento de entretinimento, as coordenadoras apresentaram um PowerPoint sobre a Convenção dos Direitos da Criança, onde falava:
Os principios da Criança:
- o principio superior da criança;
- o principio da nao descriminação;
- principio da sobrevivência e desenvolvimento;
- respeito pela opinião da criança.
As quatro categorias:
- sobrevivência;
- protecção;
- desenvolvimento;
- participação.
Passamos então para a prática, e fomos visitar a sala pêssego, sala da protecção, onde nos foi dada uma batata a cada um de nós.
Com essa batata, fizemos um jogo em que cada um de nós deveria conhecer bem a sua batata para depois a reconhecer quando chegasse às nossas mãos por outras pessoa por tras das costas. Depois desta brincadeira com a batata, tivemos de a desenhar numa folha de papel e escrever o porquê de escolhermos aquela batata.
Nesta sala, encontram-se os seguintes artigos:
ARTIGO 16: Tens direito à privacidade. Podes ter coisas como, por exemplo, um diário que mais ninguém tem licença para o ler.
ARTIGO 19: Ninguém deve exercer sobre ti qualquer espécie de maus tratos. Os adultos devem proteger-te contra abusos, violência e negligência. Mesmo os teus pais não têm o direito de te maltratar.
ARTIGO 20: Se não tiveres pais, ou se não for seguro que vivas com eles, tens direito a protecção e ajuda especiais.
ARTIGO 21: Caso tenhas de ser adoptado, os adultos devem procurar ter o máximo de garantias de que tudo é feito da melhor maneira para ti.
ARTIGO 32: Tens direito a protecção contra a exploração económica, ou seja, não deves trabalhar em condições ou locais que ponham em risco a tua saúde ou a tua educação. A lei portuguesa diz que nenhuma criança com menos de 16 anos deve estar empregada.
ARTIGO 33: Tens direito a ser protegido contra o consumo e tráfico de droga.
ARTIGO 34: Tens o direito a ser protegido contra abusos sexuais. Quer dizer que ninguém pode fazer nada contra o teu corpo como, por exemplo, tocar em ti, fotografar-te contra a tua vontade ou obrigar-te a dizer ou a fazer coisas que não queres.
ARTIGO 37: Não deverás ser preso, excepto como medida de último recurso e, nesse caso, tens direito a cuidados próprios para a tua idade e visitas regulares da tua família.
Terminamos a nossa visita a comer bolachinhas fornecidas pelas coordenadoras =).
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Segunda ida ao Espaço a Brincar 23/04/09
Então passo a explicar o sucedido nesse dia:
No dia 23 de Abril, pelas 14.30h encontramo-nos todos à porta da escola e dirigimo-nos para o metro. Chegámos ao metro e a linha verde não estava a funcionar, então tivemos de resolver o problema e telefonámos para o Espaço a Brincar a avisar que íamos chegar mais tarde devido à avaria do metro. Fomos a pé até ao metro do Campo Grande e seguimos para o Espaço a Brincar.
Quando lá chegamos a Sílvia e a Mariana começaram por esclarecer os erros que tínhamos cometido nos comentários que fizemos no blogue. Em seguida fomos para a sala pêssego, que representa a categoria dos Direitos relativos á protecção (artigos: 16, 19, 20, 21, 32, 33, 34, 37), onde vimos que as crianças têm direito a ser respeitadas, que nenhum adulto pode maltratar uma criança, que as crianças têm direito a que cuidem delas, que as crianças têm direito a ter uma família que cuide delas, que as crianças não devem fazer trabalhos que não sejam próprios para a sua idade, que as crianças não podem consumir drogas nem vendê-las, que todas as pessoas devem respeitar o corpo das crianças e por fim que se uma criança cometer um crime só deve ir presa se não houver outra maneira de resolver a situação. Em seguida fizemos um jogo com um novelo. A Mariana começou com o novelo na mão e disse quando é que se sentia desprotegida, passou para mim e eu disse quando é que me sentia desprotegida e assim consecutivamente. No fim formamos uma teia Voltamos a enrolar o novelo, desta vez no sentido inverso, á medida que íamos dizendo com quem é que nos sentíamos protegidos.
Passamos á sala azul, que tem a ver com os direitos ao desenvolvimento (artigos: 17, 18, 14, 28, 31). Nesta sala vimos que as crianças devem saber o que acontece no mundo e os adultos devem ajudá-las a compreender o que vêem, lêem e ouvem. Observámos também, que a educação e o desenvolvimento das crianças é da responsabilidade dos pais ou das pessoas que cuidam delas, que as crianças têm o direito de pensar livremente, que ir à escola é um direito das crianças. O ensino básico é obrigatório e gratuito e por isso, todas as crianças devem frequentá-lo. As crianças têm o direito de brincar, de descansar, de criar, de descobrir e a divertir-se. Seguidamente, formamos 4 grupos e cada grupo teve de elaborar um elefante em plasticina. Existiam 2 grupos que estavam de olhos tapados e os outros 2 estavam com uma mão atada. Eu estava num grupo que só podia usar uma mão e mesmo com a ajuda dos outros elementos e a usar a minha mão direita senti algumas complicações, e apercebi-me das dificuldades que uma pessoa que não tem uma das mãos pode ter quando elabora algo.
Na sala amarela, a sala referente aos direitos de participação (artigos: 7, 12, 13, 15), vimos que todas as crianças têm direito a um nome próprio e aos apelidos dos pais, a pertencerem a um país e ainda, o direito de saber quem são os seus pais e de ser educadas por eles. As crianças têm o direito de dar a sua opinião e de serem ouvidas nas decisões que lhes digam respeito. Ficámos a saber que as crianças têm direito de dizer o que pensam e sentem, desde que não prejudiquem os direitos das outras pessoas e que as crianças têm o direito de se reunir com outras pessoas e de criar grupos. Depois de observámos os direitos tivemos que fazer algo que expressa-se o direito que tirámos sem ver. No caso do nosso grupo elaboramos uma pequena apresentação sobre o artigo 7, que diz que todas as crianças têm direito a um nome próprio e aos apelidos dos pais, a pertencerem a um país e que todo isto deve ficar registado num livro especial que está guardado na Conservatória do Registo Civil. Diz ainda, que as crianças têm o direito de saber quem são os seus pais e de ser educadas por eles. Na nossa representação a Liliana fazia de mãe e a Tânia de pai e tiveram um filho. A Cláudia e a Ana Costa eram as enfermeiras que deram assistência ao parto. Eu era uma senhora que estava ao atendimento ao público na Conservatória onde foram registar o menino. Todas as representações foram bastante claras e observadas pelas pessoas que estavam no Espaço a Brincar e pelo professor Hélder.
Eu gostei imenso desta experiência, foi bastante interessante, a Sílvia e a Mariana foram muito simpáticas e meteram-nos muito á vontade. Gostei muito.
Vanessa Moreira 1ºB
domingo, 3 de maio de 2009
Visita ao Espaço a Brincar (24/04/09)
Nesta visita já ia mais descontraída e bastou fazermos uma pequena apresentação nossa para eu ficar à vontade. Fomos para a sala dos Direitos de Protecção onde fizemos o jogo da criança desprotegida. Confesso que este me deixou muito emocionada. Fez-me pensar que, por vezes, damos demasiada importância a pequenos problemas que temos no nosso dia-a-dia e esquecemo-nos de coisas tão importantes como uma criança desprotegida. Enfim, fiquei com uma vontade enorme de abraçar os meus amigos. Foi, sem dúvida, o jogo que me fez reflectir mais.
Passámos para a sala azul, a dos Direitos de Desenvolvimento e aqui fizemos o jogo do elefante. Neste nós fizemos grupos e cada elemento de cada grupo tinha uma deficiência. Eu era muda, não podia comunicar verbalmente com ninguém e tínhamos de nos desenrascar, foi difícil mas a actividade em si foi muito divertida, fartámo-nos de rir. Realmente, as pessoas com deficiências são incríveis, conseguem desenrascar-se mesmo tendo tanta dificuldade. Eu senti-me mesmo limitada e pus-me mesmo no lugar deles.
Por fim, fomos para a sala amarela, a dos Direitos de Participação. A actividade proposta foi fazermos uma pequena encenação sobre um dos direitos de participação, ao meu grupo calhou o direito nº15, basicamente, dizia que todos temos direitos e temos de nos respeitar uns aos outros. Penso que todos os grupos estiveram optimamente bem, rimos tanto. Aqui senti uma alegria imensa por estar tudo a correr tão bem, e por ver que estávamos todos felizes. Quero dar os parabéns à Cláudia e ao Tiago, adorei mesmo.
Espero voltar ao Espaço a Brincar.
Bem, a conclusão de tudo isto é que fui para casa comovida, ao mesmo tempo feliz, com uma sensação de união e sinceridade, de encorajamento, de querer fazer mais, de apoiar.
Obrigada a todos pelos bons momentos : D
sábado, 2 de maio de 2009
Segunda ida ao Espaço a Brincar
Depois desses pequenos jogos tivemos direito ao pequeno lanchinho para quem quisesse e fomos ver o resto do espaço.
Seguimos a linha do horizonte e vimos onde ía acabar.
Foram tiradas várias fotos e filmagens, espero um dia vir a ver isso tudo para depois recurdar.
À saída já era de saudade, mas levamos dali grandes recordações das primeiras visitas ao espaço a brincar.
Beijinhos, Joana Galvão 1ºB
Segunda ida ao Espaço a Brincar
Chegou o dia da segunda ida ao Espaço a Brincar e estava curiosa para ver como seria desta vez, se seria tão divertido como da última vez, e para meu grande espanto acho que ainda foi melhor.
Vou contar mais ou menos aquilo que me lembro visto que já foi à algum tempo e não tive possibilidade de vir aqui escrever mais cedo.
Ao chegar mos fomos muito bem recebidos pela Mariana, pela Sílvia e pelo colega e já conhecido Tiago. Nesse dia visitámos a sala azul, a sala pêssego, a sala amarela e descobrimos onde ia acabar a dita linha do horizonte.
A primeira sala que visitámos foi a sala pêssego do direito à protecção em que era constituída pelos artigos 16.º, 19º., 20.º, 21.º, 32.º, 33.º, 34.º e 37.º. Nesta sala fizemos um jogo muito engraçado com um novelo de lã, a Mariana começou e cada um tinha de dizer o que o deixava inseguro ou quando ficava inseguro, a resposta que dei foi que quando estou naqueles dias “não” e penso que tudo me corre mal é quando me sinto mais insegura sem saber o que fazer, e cada um ia passando o novelo (como foi com a bola no dia do outro jogo), assim visemos e foi se construindo uma teia, depois para desmontar essa teia novamente fomos lançando o novelo de maneira a que ficasse tudo enrolado como dantes, aí o jogo já era diferente, tínhamos de dizer onde nos sentíamos protegidos ou com quem nos sentíamos protegidos, a minha resposta foi com os pais e amigos mas passado um bocado pensei no mar, sinto-me segura e protegida quando estou ao pé do mar e a olhar para ele.
Depois mudámos de sala e fomos para a sala azul do direito ao desenvolvimento. Aí fizemos um trabalho em grupo, os grupos tinham, 4, 5, 6 pessoas no máximo, uns grupos tinham de fazer um elefante em plasticina com os olhos vendados e outros tinham de fazer também um elefante em plasticina com uma mão presa atrás das costas, o meu grupo era a Joana Ferreira, a Jessica Cruz, a Patrícia Luna, a Bruna Silva e a Rafaela Martins e diga-mos que na minha opinião nos safámos bem!
Próxima e última sala, sala amarela, o direito à participação. Antes de elaborar-mos o próximo jogos estudámos bem os artigos 7º., 12º., 13º. e 15º e foram formados 4 grupos e cada artigo ia para cada grupo, depois de cada grupo saber qual era o seu artigo tinha de fazer uma demonstração desse. Tivemos um determinado tempo para elaborar o projecto e eu e o meu grupo fizemos uma representação assim como os restantes grupos, as nossas actuações foram vistas pelas pessoas do espaço a brincar e até pelo nosso professor de animação. Na minha opinião conseguimos ver bem os direitos que cada grupo estava a representar.
Foi uma tarde muito lucrativa e espero sinceramente voltar lá de novo. Não vou esquecer. Adorei.
Beijinhos, Joana Galvão 1ºB
2º Visita ao Espaço a Brincar (23-04-2009)
chegando a escola tivemos aulas, mas eu como sempre muito ansioso, depois acabamos as aulas as 12:45, eu foi dar uma volta grande por zona de Lisboa mas sempre áspera que chega-se as 14:30.
Á hora começava a chegar e eu ficava mais ansioso, meti-me no metro da linha verde e lá foi eu sozinho, mandei mensagem para a Telma dizendo que se calhar ia chegar um bocado atrasado, mas afinal não cheguei, apanhei eles em 7-Rios, fomos todos juntos ate lá, entramos para o espaço a brincar, e foi-nos falado outra vez sobre a não descriminação e etc…
Porque as técnicas disseram que nos não tínhamos percebido la muito bem, e explicaram-nos todo..
Começaram com A Convenção dos Direitos da Criança assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças e que são os seguintes:A não discriminação, que significa que todas as crianças do mundo têm o direito de desenvolver todo o seu potencial;O interesse superior da criança, que deve ser uma ponderação prioritária em todas as acções e decisões que lhes digam respeito.A sobrevivência e desenvolvimento, que realçam a importância fundamental da garantia de acesso a serviços básicos e da garantia à igualdade de oportunidades, para que as crianças se possam desenvolver plenamente;A opinião da criança, que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.E a Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos.
Passámos para a Sala Azul - Direito ao Desenvolvimento, onde se encontram os artigos 14º., 17º., 18º., 23º., 28º. e 31º. Nesta sala, a Sílvia e a Mariana, disseram para nos dividirmos em 5 grupos. Aqui o desafio que nos foi proposto foi fazer um elefante de plasticina em 7 minutos, o meu grupo era constituído por a Telma, Marco Quintela, Joana Moreira, Filipe coelho, Rafaela Valeria e eu… o meu grupo fez o elefante com os olhos vendados, e conseguimos fazê-lo muito bem, fizemos em 4minutos e 34segundos, foi engraçado.
Depois dirigimos nos a última sala, a Sala Amarela - Direito á Participação. (Artigos 7º., 12º., 13º. e 15º.).A criança, tem direito a ser registada, logo após, o seu nascimento e tem também o direito a ter um nome, uma nacionalidade, e sempre que seja possível, conhecer os seus pais e estes lhe darem educação.A criança, tem direito a exprimir livremente a sua opinião sobre questões, que lhe respeitem, e estas deverão ser tomadas em consideração, de acordo com a sua idade e maturidade.A criança, tem direito á liberdade de expressão.A criança, tem direito a reunir-se com outras pessoas e criar grupos e associações.
Nesta sala ficamos com os mesmos grupos, a nossa dramatização foi do artigo 7º, e gostei muito da presença do sector Hélder, ele parecia estar muito contente.No fim a Mariana (uma das monitoras) levou-nos a ver onde acabava a linha do horizonte, acabava numa outra sala, sob o livro da Convenção dos Direitos da Criança. Adorei esta experiencia as Técnicas são muito simpáticas e assim a brincar aprende-se mesmo muita coisa, gostava de ir lá mais vezes.
Bruno Marques 1ºB
Obrigado!!!!
visita ao espaço a brincar
Fomos de Metro,a viagem foi longa e divertida .
Depois de uma longa viangem lá estavamos nós á porta de um edificio que se chamava espaço a brincar, logo na entrada veio acompanharnos duas raparigas que se chamavem Sílvia e Mariana que nos conviadram para entar.
Seguidamnte fomos para uma sala vermelha onde nos sentámos todos para realizarmos um jogo com uma bola onde noa tinhamos que dizero nosso nome e que nos fez sorrir naquele dia.
De seguida fizemos outro jogo no qual tinhamos uns papelinhos com acções e cada um tinha que encontara quem lhe fizesse a sua ação.
Em seguida entramos para uma sala onde tinha pendurado um balao que parecia uma plancenta e depois estavamos a ouvir sons de bebes parcia que estavamos na barriga de uma mãe.
DEpois entramos para uma sla verde que se chamava dierito á sobrevivência onde fizemos mais um joqo que se chamava o jogo da batata que consistia em:
1º tinhmos que escolher uma batata e tinhamos que a memorizar.
depois a Sílvia recoclhia as batatas e em segida tinhamos que passara batata sem ver para ver de quem era a batata.
No fim voltamos no fundo ao prícipio.
Joana Moreira 1ºb Nº11
2ªVisita ao es paço a Brincar
Entramos para a Sala Pêssego - Direito á Protecção.Aí Fizemos um jogo do novelo de lã. Em que Cada um de nós tinha de passar o novelo ao outro e o objectivo era dizer quando nos sentimos desprotegidos e dizer e quem é que nos protegia e mandar o novelo de lã, a quem nós estavamos ligados.
De seguida Passámos para outra sala que era a salaSala Azul - Direito ao Desenvolvimento.
Onde nos dividimos entã oem grupos,para construirmos um elefante em plasticina em sete minutos. Então cada grupo tinha um desafio uns construir o elefante só com uma mão e a outra amarrada atrás das costas, outros com os olhos vendados, mas podendo utilizar as duas mãos.
No fim do jogo todos conseguimos apresentar o seu elefante, o do meugrupo estava muito giro.
com isto conseguimos ver o grau de dificuldade quando estamos incapacitados de algo, mas com esforço em equipa tudo se consegue.
Pasamos para a ultima salaqueera a Sala Amarela - Direito á Participação. aqui vimos os direiros das crianças:
A criança, tem direito a reunir-se com crianças , tem direito a ser registada, logo após, o seu nascimento e tem também o direito a ter um nome, uma nacionalidade, e sempre que seja possível, conhecer os seus pais e estes lhe darem educação.
A criança tambem tem o direito a exprimir livremente a sua opinião sobre questões, que lhe dizem respeito e estas deverão ser tomadas em consideração, de acordo com a sua idade e maturidade.
A criança, tem direito á liberdade a criar grupos e associaçoes.
A seguir passamos a mais uma actividade onde nos derama escolher uns papeis onde estavam lá os quatros artigos de que falei á pouco, entao cada grupo com o seu artigo que lhes tinha calhado tinham que fazer uma dramatização sobre o artigo.
No final a Mariana levou-nos ao final da linha do horizonte. que acabava numa sala onde tinha um livro da Convenção dos Direitos da Criança, junto a uma caixa para cada pssoa que quisesse dar a sua opinião..
Joana moreira 1ºB nº11
sexta-feira, 1 de maio de 2009
adorei conhecer o Espaço a Brincar
Ao inicio só sabia que íamos fazer uma visita a um espaço com a turma e que o Tiago do 3ºano estagiava no mesmo, o que me levou a falar com ele para saber do que se tratava ao certo, depois da nossa conversa não descansei em quanto não conheci o espaço, e depois de o conhecer digo-vos que superou as expectativas, foi muito para além do que poderia imaginar. Desde a divisão das salas por temas , á simples e bonita decoração, á simpatia da Cláudia e claro o porque e a importância de ter surgido o Espaço a Brincar deixou-me de boca aberta.
Começamos a nossa viagem pela sala vermelha, onde fizemos umas dinâmicas de quebra-gelo que nos deixaram mais á vontade (no primeiro jogo ficávamos unidos pelo fio de lã que foi passando á medida que o jogo decorria, parecia um teia em ponto grande, que fez todo o sentido quando a Cláudia disse que representava uma rede de laços, a nossa união).
Para finalizar a sala vermelha a Cláudia mostrou-nos dois vídeos um sobre a Convenção dos Direitos das Crianças e o outro sobre as suas categorias: Sobrevivência; Protecção; Desenvolvimento e Participação (através do segundo vídeo percebemos as divisões do espaço e a que cada uma fazia respeito, pois a medida que passavam as categorias aparecia um lego como uma espécie de protótipo do Espaço a Brincar).
De seguida fomos á sala do despertar, que nem sei passar para palavras a sensação que esta me passou, adorei nunca tinha visto nada assim( acho que apreciei as fotos como nunca apreciei quadros!) fiquei completamente arrepiada com a gravação que passava de sons emitidos por um recém-nascido, e o pormenor do saco amniótico, a combinação de tudo por momentos deu-me vontade de deitar no chão em posição fetal.
Fomos até a sala verde, da sobrevivência nesta sala acho que sentimos o mesmo que as crianças ao ver o monte de almofadas! Havia objectos indispensáveis para a nossa sobrevivência a decorar a sala (exemplo as garrafas de agua), nesta sala fizemos um jogo que nos fez criar uma relação com uma batata de tanto a apreciarmos, o que achei muito interessante por nunca imaginei trazer uma batata para casa e ainda hoje estar na minha mesinha de cabeceira! J
Na semana seguinte voltamos para conhecermos o resto do espaço, como na semana anterior começamos por nos juntar na sala vermelha já com grande a vontade com a Cláudia, onde nos propôs uma pequena dinâmica enquanto dizíamos o que nos fez sorrir naquele dia, foi engraçado pois as respostas foram variadíssimas, mas aquele pequeno momento mostrou-me que a coisas bem simples que nunca damos valor digo isso porque não conseguimos responder sem pensar pelo menus um pouco (só nos fazia bem reflectir mais vezes sobre os simples momentos que nos fazem sorri entre muitas outras coisas).
Prosseguimos para a sala laranja que representa o direito á protecção, fizemos um jogo de reflexão, em que a Tatiana estava no papel de uma menina desprotegida em quanto cada um de nós dizia que para nós era uma criança desprotegida e o que faria para a ajudar, o que nos fez pensar no que é prioritário.
Fomos a sala azul, Direito ao Desenvolvimento onde nos foi proposto fazer grupos e escolhermos uma deficiência, esta dinâmica consistia em cada grupo construir um elefante e tinha tempo limite. Foi das dinâmicas que mais gostei, pois vimos a importância da coesão e organização no grupo e a dificuldade de ter uma deficiência (é triste não darmos valor de termos nascidos sem certas limitações).
Por fim fomos a sala amarela, sala que simboliza o Direito da Participação nesta sala foi nos proposto fazer uma encenação representando um dos direitos principais da sala, a Cláudia sorteou os direitos, foi tudo muito rápido mas acho que todos estiveram bem, estou ansiosa para ver as filmagens! ; )
Adorei a visita acho que só temos de agradecer termos oportunidade de fazermos estas visitas, são muito gratificantes para a nossa formação, achei incrível a maneira que a Cláudia nos cativou! E temos que começar a perceber como se deve proceder, perceber que toda a dinâmica tem o seu objectivo etc.
Os meus parabéns a toda a equipa do Espaço a Brincar!
Ana Carolina 1ºA
quarta-feira, 29 de abril de 2009
A Convenção assenta em 4 Pilares
No meu comentário anterior, cometi alguns equívocos. Para começar peço desculpa à Sílvia por lhe ter chamado Luísa. O outro engano que cometi foi em relação aos 4 pilares. Eu confundi as quatro categorias de direitos com os quatro pilares. A Convenção dos Direitos da Criança assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças e que são os seguintes:
A não discriminação, que significa que todas as crianças do mundo têm o direito de desenvolver todo o seu potencial;
O interesse superior da criança, que deve ser uma ponderação prioritária em todas as acções e decisões que lhes digam respeito.
A sobrevivência e desenvolvimento, que realçam a importância fundamental da garantia de acesso a serviços básicos e da garantia à igualdade de oportunidades, para que as crianças se possam desenvolver plenamente;
A opinião da criança, que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.
E a Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:
Os direitos à sobrevivência;
Os direitos relativos ao desenvolvimento;
Os direitos relativos à protecção;
Os direitos de participação.
Vanessa Moreira 1ºB
espaço a brincar
Já ouvi falar bastante do espaço a brincar, não fui a primeira aula fiquei com alguma pena porque ouvi dizer que fizeram uns jogos divertidos como o da batata ect..
Dia 23 estava ansiosa para saber o que se passava no espaço a brincar. Fui com 2 colegas minhas almoçar fora na linha azul quando estávamos para ir para o espaço a brincar ouvimos dizer que a linha verde estava encerada acabamos por nos perder mas pronto conseguimos chegar a horas.
Quando lá cheguei uma senhora falo nos sobre os direitos e os deveres das crenças depois dirigimo-nos para a Sala Pêssego - Direito á Protecção. (Artigos 16.º, 19º., 20.º, 21.º, 32.º, 33.º, 34.º e 37.º). Aqui fizemos o jogo do novelo de lã. Cada um passava o novelo de lã a outro dizendo o que o deixava inseguro eu sinceramente não sabia que dizer disse que eram os bichos porque acho que é a única cena que me deixa assim mais nervosa e insegura e que não sei que fazer. Passado algum tempo tínhamos de desfazer aquela rede. Dizendo quem é que nos protegia e mandar o novelo de lã, a quem estávamos “ligados” dizendo quem é que nos protegia eu disse que talvez o apoio das pessoas que mais gostava. A seguir passámos para a Sala Azul - Direito ao Desenvolvimento. (Artigos 14º., 17º., 18º., 23º., 28º. e 31º.)
Fizemos grupo de 5, 6 pessoas o tivemos de fazer um elefante de plasticina em 7 minutos, umas pessoas com uma só mão, a outra ficava amarrada atrás das costas, e outros podiam usar as duas mãos, mas os olhos tinham de estar vendados Fui muito cómico divertimos nos muito e percebemos o quando é importante a união e a organização e o mais importante que as vezes não damos valor aquilo que temos e se calhar haverão pessoas sem mãos e olhos e assim vivem e nos vivemos sem pensar nisso.
Depois dirigimos nos a última sala, a Sala Amarela - Direito á Participação. (Artigos 7º., 12º., 13º. e 15º.).
A criança, tem direito a ser registada, logo após, o seu nascimento e tem também o direito a ter um nome, uma nacionalidade, e sempre que seja possível, conhecer os seus pais e estes lhe darem educação.
A criança, tem direito a exprimir livremente a sua opinião sobre questões, que lhe respeitem, e estas deverão ser tomadas em consideração, de acordo com a sua idade e maturidade.
A criança, tem direito á liberdade de expressão.
A criança, tem direito a reunir-se com outras pessoas e criar grupos e associações.
Nesta sala ficamos com os mesmos grupos que na sala anterior e fizemos uma apresentação de um direito divertimos nos bastante e aprendemos alguns direito importantes.
No fim a Mariana (uma das monitoras) levou-nos a ver onde acabava a linha do horizonte, acabava numa outra sala, sob o livro da Convenção dos Direitos da Criança. Adorei esta experiencia as monitoras são muito simpáticas e assim a brincar aprende se muita coisa
Continuação de boas noites
Espaço a Brincar_ 24.Abril.2009
Desta vez o espaço já não me era desconhecido e não me senti tão curiosa, mas mesmo assim ansiosa por saber quais iam ser as actividades que nos iam propor.
Iniciámos a acção na Sala Vermelha fazendo um jogo “Quebra - Gelo” que consistia em passar a bola uns para os outros, dizendo o que nos fez sorrir naquele dia. Gostei imenso da actividade, pois foi um momento em que partilhámos momentos “privados” uns com os outros de uma forma dinâmica e bastante risonha.
De seguida fomos para a Sala Laranja – Direitos de Protecção. Onde executámos o jogo da criança desprotegida, encontrávamo-nos todos em roda e no meio estava uma pessoa sentada. O jogo baseava-se simplesmente em pegar no novelo de lã e enrolar a colega dando uma volta e dizer o que era para nós uma criança desprotegida. Chegando ao fim de todos dizerem, a Tatiana (colega que estava no meio) teve de dizer como se sentia ao estar ali no papel de uma criança desprotegida. E logo de imediato fizemos o inverso desenrolando a colega, tínhamos de dizer o que fazíamos com uma criança desprotegida. Na realização deste jogo senti-me uma criança feliz e muito protegida, porque nada do que foi referido na altura do jogo se encaixo em mim. Após a actividade fiquei a pensar que as vezes não dou o devido valor às coisas que tenho e que, por vezes, dou demasiada importância a coisas desnecessárias.
Relembro que no tecto estava escrito: ”no fundo, no fundo, sinto… “ e eu naquela altura senti uma pequena revolta dentro de mim, devido às crianças desprotegidas, elas que são tão pequeninas, sensíveis e tão ingénuas estão na terra a sofrer por actos que elas não têm culpa mas são elas que acabam sempre por sofrer.
E na parede estava escrito: “A linha do horizonte é a de quem me vem buscar?” e eu perguntei para mim mesma: E para as crianças que não têm ninguém para as ir buscar será que é o quê? Mas dentro de mim também não encontrei resposta. Se alguém me quiser responder está à vontade…
Depois fomos para a Sala Azul – Direitos de Desenvolvimento. Onde nos organizámos por grupos e em 7 minutos tínhamos de conseguir construir um elefante, mas cada elemento tinha uma deficiência, maneta, mudez ou cegueira. Durante os sete minutos senti a falta que me faz um simples braço com uma mão e 5 dedos, visto que eu representava a deficiência de maneta do braço direito. Depois de 7 minutos senti que não dava o devido valor ás pessoas com deficiência.
Por último fomos para a Sala Amarela – Direitos de Participação. Onde nos foi proposto uma dinâmica sobre alguns direitos das crianças. A actividade baseava-se em termos que nos formar em grupos e fazer um teatro representando um dos direitos. O meu grupo ficou com o artigo Nº15, que se baseia em respeitar os direitos uns dos outros.Durante esta representação e até mesmo antes admito que estava nervosa e ansiosa, pois queria que corresse tudo bem. Mesmo assim não me consegui concentrar devidamente e comecei a rir após ter ouvido a gargalhada do professor Hélder e dos meus colegas.
Adorei as tardes que passei no Espaço a Brincar.
Espero lá voltar…
À coordenadora Cláudia e ao futuro técnico de apoio psicossocial, Tiago os meus parabéns e que continuem assim. Beijinhos***
Ana Catarina Raposo
TA
2º Visita ao Espaço a Brincar (24-04-2009)
Adorei ainda mais esta 2º visita ao Espaço a Brincar, diverti-me imenso :D.
Chegámos ao Espaço a Brincar e fomos para a Sala Vermelha e nessa sala fizemos a nossa 1º dinâmica, mais propriamente para "quebrar o gelo" entre nós. Tínhamos que dizer o que nos tinha feito sorrir nesse dia.
Passamos então para a sala seguinte, a sala laranja que tem como direito o "Direito á Protecção" e nesta sala realizamos a nossa 2º dinâmica. A nossa colega Tatiana estava sentada no meio de nós e tínhamos que dizer o que era para nós uma criança desprotegida ao mesmo tempo que enrolavamos um fio de lã preto á volta dela. Eu disse que para mim uma criança desprotegida é uma criança sem amigos. No final deste jogo tínhamos que dizer o que davámos a criança desprotegida para ela se sentir protegida ao mesmo tempo que íamos desenrolando o fio á volta da Tatiana. Eu dava-lhe a minha amizade.
Eu gostei muito deste jogo, porque comecei a pensar que existem muitas crianças desprotegidas e sem amor principalmente.
A sala seguinte que vimos foi a sala azul, do "Direito ao Desenvolvimento". Esta sala está cheia de almofadas, de cor azul,vermelha,amarela e verde e pelo que sei é a sala mais concorrida. Fizemos então um jogo muito divertido mas que requer trabalho. Fizemos 4 grupos, o meu grupo era a Vera, a Catarina, a Inês e o João Paulo. Este jogo consistia então em fazer um elefante em plasticina, só que cada um de nós tinha uma deficiência, a surdez,a mudez, a cegueira e os manetas. A minha deficiência era a cegueira, quando pus a venda nos olhos passado um bocadinho comecei a ter uma sensação estranha porque eu tinha necessidade de ver e consegui perceber mais ou menos umas das sensações que os cegos têm. Com estas 4 deficiências o nosso elefante até não saiu muito mal apesar de parecer um papa formigas por causa da tromba.
Por fim fomos então para a última sala, a sala amarela que tem como direito o "Direito a Participação". Fizemos então a nossa última dinâmica onde cada grupo tinha um direito e tinha que representa-lo. O nosso direito era o 15º onde toda a gente tem direito a pertencer a um grupo sem violar os seus direitos.
Tive pena de ter sido a última visita ao Espaço a Brincar, gostava de lá voltar.
Inês Malheiro T:A
terça-feira, 28 de abril de 2009
Espaço a Brincar, por Ana Costa (1ºB)
Confesso que tinha idealizado algo diferente, principalmente no que toca à população alvo deste projecto. Penso, por isso, que tenha sido essa a razão para "É só isto?". No entanto, foi uma experiência positiva em que aprendi variadas coisas, que me fizeram questionar outras tantas. Devo também dizer que, além desta experiência não ter sido bem o que ansiava não deixa de ter sido espectacular, pela iniciativa, pelo objectivo pretendido, assim como pelo profissionalismo revelado e o tão importante impacto. É, sem dúvida, de louvar as pessoas que têm coragem para seguir em frente com este tipo de projectos!
Agora, vou partilhar convosco dois momentos que, para mim, são os que merecem destaque.
- Momento batata: Quando me disseram que tinha de escolher uma batata pensei em tirar uma sem sequer olhar, já que não me disseram o objectivo, mas quando se aproximaram com o alguidar não resisti! Olhei, já haviam poucas, reparei numa pequena e, sem saber bem porquê, agarrei-a. Quando, por fim, disseram o objectivo e me pus a observar, atentamente, a minha batata achei engraçado, e ao mesmo tempo um pouco assustador, já que me identifiquei com ela... Sim, a minha batata tem personalidade e, como se não bastasse, acho-a parecida comigo! E foi tão fácil reconhecê-la, mesmo de costas; aquela pele lisa que revelava sensibilidade, a covinha do tamanho do meu polegar que associei ao seu lado brincalhão e até algumas marcas de sofrimento. Não a trouxe comigo porque acabaria por secar, apodrecer, morrer...
Isto fez-me pensar que, muitas vezes, ocorre o mesmo com as pessoas, olhamos para elas, constactamos algumas diferenças e colocamo-las de parte, isto quando nos damos ao trabalho de olhar para elas. Devíamos olhar para as pessoas, não vê-las, mas olhá-las de perto e com atenção. Devíamos dar mais valor às diferenças entre nós, já que são estas que nos diferenciam, identificam, nos tornam únicos e especiais. E nós, futuros Técnicos de Apoio Psicossocial, temos que ter esta competência bem apurada. Temos que pôr de lado os julgamentos precoces e as críticas infundamentadas.
- Momento elefante: Fazer um grupo com 5/6 elementos (fácil); construir um elefante, em grupo, com plasticina (fácil e divertido); construir um elefante, em grupo, com plasticina, apenas com uma mão (um desafio). Lá estávamos nós, sentadas e com uma mão atada à fivela das calças. Plasticina em cima da mesa, 7 minutos e... Go! Amassa aqui, puxa ali... Foi uma risada. Enquanto uma fazia as patas, outra fazia as orelhas, tudo combinado anteriormente. Era, supostamente, a nossa estratégia, mas de nada nos valeu. Juntar as partes foi uma dor de cabeça! Se tentávamos unir a cabeça soltava-se a perna... Complicado, mas divertidíssimo e tarefa cumprida.
O que para mim foi meia dúzia de minutos divertidos, para pessoas incapacitadas é uma vida de adaptação, obstáculos, olhares piedosos, recaídas emocionais. Senti na pele a impotência com que estas pessoas têm de aprender a lidar, que se agrava quando alguém pergunta "Precisas de ajuda?" ou diz "Deixa que eu faço.", face a uma situação de maior dificuldade. De futuro, pensarei duas vezes antes de o fazer.
domingo, 26 de abril de 2009
Espaço a Brincar...
No dia 16/04/09. Logo de manhã quando cheguei a escola, perguntei aos meus colegas se faziam noção para onde iamos as 14h ninguém fazia ideia do que iamos fazer estavam todos curiosos. As horas passavam e ansiedade aumentava. Chegando as 14h estavamos todos a porta da escola, com o Tiago que nos ia levar a Sete Rios onde seria a visita. Fomos todos de metro, a viagem foi bastante divertida, só palhaçada, todos na brincadeira. Depois de uma pequena viagem, finalmente chegamos ao local e ai demos com um "edificio" com o nome de Espaço a Brincar. Logo na entrada temos uma visão bastante agradavel, desenhos coloridos percorridos pela parede "vidro", entretanto chegaram duas senhoras com o nome de Silvia e Mariana para nos abrir a porta e convidaram-nos para entrar.
Seguidamente fomos para a sala vermelha, onde nos sentamos todos para realizarmos um jogo de apresentação com uma bola, na qual teriamos de dizer o que nos tinha feito sorrir naquele dia, então a bola ia passando por todos e cada um dizia o que o tinha feito sorrir, depois fizemos outro jogo na qual havia uns papelinhos com acções para fazer uma pequena representação e onde tinhamos de encontrar alguém que conseguisse fazer uma das quais nós não queriamos. Depois falamos da convenção dos direitos da criança onde vimos que existem 4 pilares bastantes importantes que são: Direito á sobrevivência;Direito ao desenvolvimento ; Direito á protecção e Direito á participação. Seguidamente fomos para uma sala muito calma onde ouviamos um bebe a brincar, nessa mesma sala no meio existia um balão que dava ideia a ser um feto, gostei muito dessa sala.
Por fim fomos a sala verde- Direito á sobrevivência. Aqui falamos que todas as crianças tem o direito á alimentação, a cuidados médicos pelos pais caso esteja doente, tem direito á habitaçao, a roupa, direito a saúde e principalmente a vida. nessa mesma sala fizemos o jogo da batata, as batatas estavam colocadas numa caixa então cada um de nós tinha que retirar uma batata, o objectivo era olhar bem para ela, conhecer os seus traços, de seguida foi nos tirada a batata e foi nos pedido que colocassemos as mãos atrás das costas e que a batata iria ser passada por todas as mãos para ver se cada um sabia reconhecer a sua. Todos conseguiram encontrar a sua ao nivel que elas iam passando. com este jogo conseguimos ganhar relação com uma simples batata, afecto e dar-lhe importancia, vimos também que temos que ver bem as coisas mesmo ao promenor para ver se conhecemos bem aquilo que nos passa pelas mãos. Foi uma boa experiência, gostei bastante...
Liliana Monteiro 1ºB
