quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dia 16 Abril 2009, a turma do 1º B, combinou encontrar-se à porta da escola com o monitor Tiago, por volta das 14 horas, para participar uma aula no exterior.
Dirigimo-nos para o metro contando algumas anedotas para nos divertimos, um pouco e também relatámos momentos engraçados que já nos tinham sucedido. A estação de destino era o Jardim Zoológico, onde iríamos sair para irmos ao Espaço a Brincar. Entretanto chegados ao local previsto, tivemos de ficar um pouco à espera que alguém nos abrisse a porta. As duas monitoras, Sílvia e Mariana, disseram-nos para pousar as malas e os casacos nos cabides, sendo elas a acompanharem-nos toda a tarde.
Em seguida, as monitoras convidaram-nos a sentarmo-nos em roda. Apresentaram-se e começamos a fazer um jogo que consistia em cada um lançar a bola e dizer o que o tinha feito sorrir naquele dia, o que foi divertido. Logo a seguir fizemos outro jogo com o nome de “Quem sabe”. Nesse jogo deram um papel para cada pessoa com uma acção, tínhamos então de escolher um colega para fazer a acção do nosso papel. Eu fiz acção da Jéssica Cruz que era fazer malabarismo e, o meu que era contar anedotas foi feita pelo Filipe.
Depois passámos para a aula propriamente dita, que era sobre a convenção dos direitos das crianças que se dividia em quatro categorias:

1. Direito à Sobrevivência;
2. Direito à Protecção;
3. Direito ao Desenvolvimento;
4. Direito à Participação.

Seguidamente fomos para a sala azul, onde estavam diversas fotos de um bébé e ouvia-se a voz desse bebé em gravação. Ao meio estava pendurado um “balão” que era a placenta, mas que a muitas pessoas parecia outra coisa, no meu caso parecia um coração. Adorei aquela sala.
Voltámos aos nossos lugares e notámos que havia uma linha de lã na parede da sala e que passava para as outras salas e um dos nossos colegas perguntou o que era aquela linha. Uma das monitoras respondeu dizendo que era a linha do horizonte e que ia percorrer todas as salas. Passámos para a primeira sala, do Direito à Sobrevivência que significa que as crianças têm direito à vida, à saúde, à alimentação e à roupa. Havia batatas num recipiente e pediram-nos para escolhermos uma batata. Eu escolhi uma batata pequena e com poucos defeitos, muito redondinha e sem buracos. Mais tarde a monitora Mariana começou a passar batata a batata para ver se descobríamos a nossa. Durante o jogo tínhamos de pôr as mãos atrás das costas e a Mariana iria passar uma a uma para vermos ou melhor dizendo sentirmos se aquela era a nossa batata. Havia uma colega minha, que por acaso estava ao meu lado, chamada Joana Ferreira que era uma batoteira, ai ai…
Vários de nós queriam ficar com a respectiva batata, para ser o nosso “filho”. Depois fizemos outra acção, a Mariana deu-nos uma folha para escolhermos a cor que quiséssemos, para aí escrevermos o quanto gostávamos da nossa batata e o que tínhamos aprendido com aquele jogo.
Quase no fim da nossa diversão tivemos ainda direito a um lanche (parecíamos uns devoradores de bolachas).
Foi uma tarde animada em que nos divertimos e em simultâneo conseguimos aprender muitas coisas.
Bruna Silva 1ºB

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