Chegámos ao Espaço a Brincar acompanhados pelo Tiago, esperando que nos abrissem a porta e desejando entrar e saber o que íamos ali fazer. Espreitávamos curiosamente pelas janelas para ver se conseguíamos descobrir o que se passava lá dentro.
Minutos de depois foi-nos aberto a porta pela Cláudia que tinha um sorriso enorme que nos conseguiu contagiar de imediato. Guiou-nos até à Sala Vermelha onde nos apresentámos de forma dinâmica fazendo primeiro um jogo com um novelo de lá colorida que consistia: Uma pessoa pegar no novelo, dizer o seu nome e uma característica positiva dela própria, depois enrolava um pouco de lá no seu dedo e mandava o novelo para outra pessoa e assim sucessivamente. Até que se criou uma teia que representava a nossa união, amizade. E por fim, sem estragar o novelo, a ideia era ir enrolando de forma a fazer o trajecto inverso e o colega dizer o nosso nome e a nossa característica.
De seguida foi-nos proposto outro jogo, o "Quem sabe!" onde nos foi dada uma tarefa e com ela tínhamos de ir convencer um colega de forma, a que ele conseguisse realizá-la.
Durante está actividade assumo que me senti bastante alegre, desinibida e muito a vontade, até porque que me foi proposto fazer era "nadar a seco".
A Cláudia apresentou-nos também dois vídeos bastante interessantes. Um deles tratava da Convenção dos Direitos das Crianças e o outro sobre as suas quatro categorias (Sobrevivência; Protecção; Desenvolvimento e Participação).
No vídeo das quatro categorias à medida que o texto aparecia, um puzzle de legos ia sendo montado tal e qual como o edifício do Espaço a Brincar. Este está organizado por cores e aos legos correspondem as mesmas.
A imagem que o lego me transmite, é que todas as pessoas brincam ou brincaram com eles e dá para todas as faixas etárias assim como o próprio espaço. (Crianças; Adolescentes; Futuros Técnicos de Apoio Psicossocial).
Posteriormente fomos guiados para uma outra sala. A Sala Azul - Do Despertar.
A porta tinha umas fitas de papel que me despertou imenso a atenção. Por de trás delas estava escuro e conseguia-se ouvir um bebé murmurar, rir-se, emitir diversos sons. Entrámos e no meio observei uma espécie de balão que me veio à memória que fosse o ventre onde a criança passa nove meses da sua vida. Nas paredes uma sequência de fotografias lindíssimas desde a barriga da mãe grávida com uns pés e umas mãos pequeninas em cima, até ao bebé já crescido. Admito que ao entrar me emocionei, fiquei arrepiada e pensei como é bom ser bebé inocente.
Por fim apresentaram-nos a Sala Verde - Da Sobrevivência.
Com uma decoração fantástica e bastante original. Onde nos sentámos no chão em cima de umas almofadas que curiosamente tinham várias cores e eu fiz a ligação: as Amarelas - ao Sol, as Verdes - às Plantas, Árvores que nos dão Oxigénio, as Azuis - à Água e as Pretas - à Terra. Sem estes elementos era impossível a nossa Sobrevivência.
Iniciámos o jogo da batata.
Apresentaram-nos um tabuleiro com algumas batatas e tínhamos de escolher uma para nós, onde tivemos de a conhecer muito bem. Juntaram de novo todas as batatas e nós metemos as mãos atrás das costas, passaram uma à uma e tivemos de descobrir a nossa sem a poder ver.
Finalizando o jogo, a Cláudia colocou-nos umas questões de forma a pensarmos uma pouco: “Se alguma vez tínhamos pensado em cuidar de uma batata e se éramos capazes de a cozinhar após aquele jogo.”
A meu ver, depois de a conhecer tão bem quase como uma amiga era incapaz de a abandonar e está mesmo fora de questão ser capaz de a comer.
Para concluir a tarde da mesma maneira que iniciamos, propuseram-nos construir um coração em folha de papel e escrever o nosso nome. Depois recolheram e foram distribuídos novamente, mas de forma aleatória. E quem nos calhasse tínhamos de escrever uma característica positiva sobre a pessoa a que pertencia o coração. Foi de novo recolhido e de novo devolvido ao “Dono/a” do coração, tínhamos de dizer em voz alta e tentar descobrir quem tinha escrito.
Por fim colámos todos os corações na parede e dissemos o que levávamos nos nossos corações, o que aquela tarde tinha significado para nós.
Gostei da frase que estava escrita no cimo da Sala Verde “Às 11h o Sol é de todos” deu para perceber/ reparar por mínimas coisas que todo aquele projecto foi muito bem pensado, estudado e está tudo feito ao pormenor.
Desde o fio preto em redor de todas as salas do edifício, significando a Linha do Horizonte. Fiquei com vontade de aproveitar a ideia e fazer no meu próprio quarto.
A coordenadora Cláudia conseguiu-me transmitir como é que um dia mais tarde, no mundo do trabalho tenho de lidar com os “outros”, como tenho que me comportar, lidar com eles sem medos e preconceitos, estar completamente à vontade, desinibida como já nos conhecêssemos à imenso tempo.
Sai do edifício com vontade de lá voltar e de contar a toda a gente o que tinha ali feito.
Aproveitar as actividades, jogos, decoração para um dia poder faze-lo com outro grupo sejam eles amigos, utentes, conhecidos, familiares, etc.
No fim desta tarde fantástica sai com uma certeza absoluta dentro de mim, é mesmo disto que eu gosto, é isto que eu quero para o meu futuro. Conviver, divertir, partilhar vários laços de amizade e até ideias… e com uma força ainda maior de acabar o mais rápido possível o meu curso para depois poder fazer o que mais gosto/ quero.
Minutos de depois foi-nos aberto a porta pela Cláudia que tinha um sorriso enorme que nos conseguiu contagiar de imediato. Guiou-nos até à Sala Vermelha onde nos apresentámos de forma dinâmica fazendo primeiro um jogo com um novelo de lá colorida que consistia: Uma pessoa pegar no novelo, dizer o seu nome e uma característica positiva dela própria, depois enrolava um pouco de lá no seu dedo e mandava o novelo para outra pessoa e assim sucessivamente. Até que se criou uma teia que representava a nossa união, amizade. E por fim, sem estragar o novelo, a ideia era ir enrolando de forma a fazer o trajecto inverso e o colega dizer o nosso nome e a nossa característica.
De seguida foi-nos proposto outro jogo, o "Quem sabe!" onde nos foi dada uma tarefa e com ela tínhamos de ir convencer um colega de forma, a que ele conseguisse realizá-la.
Durante está actividade assumo que me senti bastante alegre, desinibida e muito a vontade, até porque que me foi proposto fazer era "nadar a seco".
A Cláudia apresentou-nos também dois vídeos bastante interessantes. Um deles tratava da Convenção dos Direitos das Crianças e o outro sobre as suas quatro categorias (Sobrevivência; Protecção; Desenvolvimento e Participação).
No vídeo das quatro categorias à medida que o texto aparecia, um puzzle de legos ia sendo montado tal e qual como o edifício do Espaço a Brincar. Este está organizado por cores e aos legos correspondem as mesmas.
A imagem que o lego me transmite, é que todas as pessoas brincam ou brincaram com eles e dá para todas as faixas etárias assim como o próprio espaço. (Crianças; Adolescentes; Futuros Técnicos de Apoio Psicossocial).
Posteriormente fomos guiados para uma outra sala. A Sala Azul - Do Despertar.
A porta tinha umas fitas de papel que me despertou imenso a atenção. Por de trás delas estava escuro e conseguia-se ouvir um bebé murmurar, rir-se, emitir diversos sons. Entrámos e no meio observei uma espécie de balão que me veio à memória que fosse o ventre onde a criança passa nove meses da sua vida. Nas paredes uma sequência de fotografias lindíssimas desde a barriga da mãe grávida com uns pés e umas mãos pequeninas em cima, até ao bebé já crescido. Admito que ao entrar me emocionei, fiquei arrepiada e pensei como é bom ser bebé inocente.
Por fim apresentaram-nos a Sala Verde - Da Sobrevivência.
Com uma decoração fantástica e bastante original. Onde nos sentámos no chão em cima de umas almofadas que curiosamente tinham várias cores e eu fiz a ligação: as Amarelas - ao Sol, as Verdes - às Plantas, Árvores que nos dão Oxigénio, as Azuis - à Água e as Pretas - à Terra. Sem estes elementos era impossível a nossa Sobrevivência.
Iniciámos o jogo da batata.
Apresentaram-nos um tabuleiro com algumas batatas e tínhamos de escolher uma para nós, onde tivemos de a conhecer muito bem. Juntaram de novo todas as batatas e nós metemos as mãos atrás das costas, passaram uma à uma e tivemos de descobrir a nossa sem a poder ver.
Finalizando o jogo, a Cláudia colocou-nos umas questões de forma a pensarmos uma pouco: “Se alguma vez tínhamos pensado em cuidar de uma batata e se éramos capazes de a cozinhar após aquele jogo.”
A meu ver, depois de a conhecer tão bem quase como uma amiga era incapaz de a abandonar e está mesmo fora de questão ser capaz de a comer.
Para concluir a tarde da mesma maneira que iniciamos, propuseram-nos construir um coração em folha de papel e escrever o nosso nome. Depois recolheram e foram distribuídos novamente, mas de forma aleatória. E quem nos calhasse tínhamos de escrever uma característica positiva sobre a pessoa a que pertencia o coração. Foi de novo recolhido e de novo devolvido ao “Dono/a” do coração, tínhamos de dizer em voz alta e tentar descobrir quem tinha escrito.
Por fim colámos todos os corações na parede e dissemos o que levávamos nos nossos corações, o que aquela tarde tinha significado para nós.
Gostei da frase que estava escrita no cimo da Sala Verde “Às 11h o Sol é de todos” deu para perceber/ reparar por mínimas coisas que todo aquele projecto foi muito bem pensado, estudado e está tudo feito ao pormenor.
Desde o fio preto em redor de todas as salas do edifício, significando a Linha do Horizonte. Fiquei com vontade de aproveitar a ideia e fazer no meu próprio quarto.
A coordenadora Cláudia conseguiu-me transmitir como é que um dia mais tarde, no mundo do trabalho tenho de lidar com os “outros”, como tenho que me comportar, lidar com eles sem medos e preconceitos, estar completamente à vontade, desinibida como já nos conhecêssemos à imenso tempo.
Sai do edifício com vontade de lá voltar e de contar a toda a gente o que tinha ali feito.
Aproveitar as actividades, jogos, decoração para um dia poder faze-lo com outro grupo sejam eles amigos, utentes, conhecidos, familiares, etc.
No fim desta tarde fantástica sai com uma certeza absoluta dentro de mim, é mesmo disto que eu gosto, é isto que eu quero para o meu futuro. Conviver, divertir, partilhar vários laços de amizade e até ideias… e com uma força ainda maior de acabar o mais rápido possível o meu curso para depois poder fazer o que mais gosto/ quero.
Ana Catarina Raposo
TA
Às vezes também tenho vontade de contar às pessoas algumas actividades relaccionadas com o nosso curso, porque achei bastante divertido, original ou até mesmo pela mensagem que transmite, mas depois ponho-me a pensar e acho que não vão perceber a magia, a essência da "coisa" e então costumo guardar para mim.
ResponderEliminarA propósito do que disseste: "Saí do edifício com vontade de lá voltar e de contar a toda a gente o que tinha ali feito. Aproveitar as actividades, jogos, decoração para um dia poder fazê-lo com outro grupo sejam eles amigos, utentes, conhecidos, familiares, etc."
Ana Costa, 1ºB