quarta-feira, 29 de abril de 2009

A Convenção assenta em 4 Pilares

Boa Noite…

No meu comentário anterior, cometi alguns equívocos. Para começar peço desculpa à Sílvia por lhe ter chamado Luísa. O outro engano que cometi foi em relação aos 4 pilares. Eu confundi as quatro categorias de direitos com os quatro pilares. A Convenção dos Direitos da Criança assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros direitos das crianças e que são os seguintes:
A não discriminação, que significa que todas as crianças do mundo têm o direito de desenvolver todo o seu potencial;
O interesse superior da criança, que deve ser uma ponderação prioritária em todas as acções e decisões que lhes digam respeito.
A sobrevivência e desenvolvimento, que realçam a importância fundamental da garantia de acesso a serviços básicos e da garantia à igualdade de oportunidades, para que as crianças se possam desenvolver plenamente;
A opinião da criança, que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.
E a Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:
Os direitos à sobrevivência;
Os direitos relativos ao desenvolvimento;
Os direitos relativos à protecção;
Os direitos de participação.


Vanessa Moreira 1ºB

espaço a brincar

Boa noite,

Já ouvi falar bastante do espaço a brincar, não fui a primeira aula fiquei com alguma pena porque ouvi dizer que fizeram uns jogos divertidos como o da batata ect..
Dia 23 estava ansiosa para saber o que se passava no espaço a brincar. Fui com 2 colegas minhas almoçar fora na linha azul quando estávamos para ir para o espaço a brincar ouvimos dizer que a linha verde estava encerada acabamos por nos perder mas pronto conseguimos chegar a horas.
Quando lá cheguei uma senhora falo nos sobre os direitos e os deveres das crenças depois dirigimo-nos para a Sala Pêssego - Direito á Protecção. (Artigos 16.º, 19º., 20.º, 21.º, 32.º, 33.º, 34.º e 37.º). Aqui fizemos o jogo do novelo de lã. Cada um passava o novelo de lã a outro dizendo o que o deixava inseguro eu sinceramente não sabia que dizer disse que eram os bichos porque acho que é a única cena que me deixa assim mais nervosa e insegura e que não sei que fazer. Passado algum tempo tínhamos de desfazer aquela rede. Dizendo quem é que nos protegia e mandar o novelo de lã, a quem estávamos “ligados” dizendo quem é que nos protegia eu disse que talvez o apoio das pessoas que mais gostava. A seguir passámos para a Sala Azul - Direito ao Desenvolvimento. (Artigos 14º., 17º., 18º., 23º., 28º. e 31º.)
Fizemos grupo de 5, 6 pessoas o tivemos de fazer um elefante de plasticina em 7 minutos, umas pessoas com uma só mão, a outra ficava amarrada atrás das costas, e outros podiam usar as duas mãos, mas os olhos tinham de estar vendados Fui muito cómico divertimos nos muito e percebemos o quando é importante a união e a organização e o mais importante que as vezes não damos valor aquilo que temos e se calhar haverão pessoas sem mãos e olhos e assim vivem e nos vivemos sem pensar nisso.

Depois dirigimos nos a última sala, a Sala Amarela - Direito á Participação. (Artigos 7º., 12º., 13º. e 15º.).
A criança, tem direito a ser registada, logo após, o seu nascimento e tem também o direito a ter um nome, uma nacionalidade, e sempre que seja possível, conhecer os seus pais e estes lhe darem educação.
A criança, tem direito a exprimir livremente a sua opinião sobre questões, que lhe respeitem, e estas deverão ser tomadas em consideração, de acordo com a sua idade e maturidade.
A criança, tem direito á liberdade de expressão.
A criança, tem direito a reunir-se com outras pessoas e criar grupos e associações.

Nesta sala ficamos com os mesmos grupos que na sala anterior e fizemos uma apresentação de um direito divertimos nos bastante e aprendemos alguns direito importantes.

No fim a Mariana (uma das monitoras) levou-nos a ver onde acabava a linha do horizonte, acabava numa outra sala, sob o livro da Convenção dos Direitos da Criança. Adorei esta experiencia as monitoras são muito simpáticas e assim a brincar aprende se muita coisa

Continuação de boas noites

Espaço a Brincar_ 24.Abril.2009

Boa Tarde a todos!
No dia 24 de Abril, lá fomos nós, de novo, passar mais uma bela tarde de sexta – feira no Espaço a Brincar. Acompanhados pelo Tiago fomos até ao edifício onde nos esperava a coordenadora Cláudia.

Desta vez o espaço já não me era desconhecido e não me senti tão curiosa, mas mesmo assim ansiosa por saber quais iam ser as actividades que nos iam propor.

Iniciámos a acção na Sala Vermelha fazendo um jogo “Quebra - Gelo” que consistia em passar a bola uns para os outros, dizendo o que nos fez sorrir naquele dia. Gostei imenso da actividade, pois foi um momento em que partilhámos momentos “privados” uns com os outros de uma forma dinâmica e bastante risonha.

De seguida fomos para a Sala Laranja – Direitos de Protecção. Onde executámos o jogo da criança desprotegida, encontrávamo-nos todos em roda e no meio estava uma pessoa sentada. O jogo baseava-se simplesmente em pegar no novelo de lã e enrolar a colega dando uma volta e dizer o que era para nós uma criança desprotegida. Chegando ao fim de todos dizerem, a Tatiana (colega que estava no meio) teve de dizer como se sentia ao estar ali no papel de uma criança desprotegida. E logo de imediato fizemos o inverso desenrolando a colega, tínhamos de dizer o que fazíamos com uma criança desprotegida. Na realização deste jogo senti-me uma criança feliz e muito protegida, porque nada do que foi referido na altura do jogo se encaixo em mim. Após a actividade fiquei a pensar que as vezes não dou o devido valor às coisas que tenho e que, por vezes, dou demasiada importância a coisas desnecessárias.

Relembro que no tecto estava escrito: ”no fundo, no fundo, sinto… “ e eu naquela altura senti uma pequena revolta dentro de mim, devido às crianças desprotegidas, elas que são tão pequeninas, sensíveis e tão ingénuas estão na terra a sofrer por actos que elas não têm culpa mas são elas que acabam sempre por sofrer.

E na parede estava escrito: “A linha do horizonte é a de quem me vem buscar?” e eu perguntei para mim mesma: E para as crianças que não têm ninguém para as ir buscar será que é o quê? Mas dentro de mim também não encontrei resposta. Se alguém me quiser responder está à vontade…

Depois fomos para a Sala Azul – Direitos de Desenvolvimento. Onde nos organizámos por grupos e em 7 minutos tínhamos de conseguir construir um elefante, mas cada elemento tinha uma deficiência, maneta, mudez ou cegueira. Durante os sete minutos senti a falta que me faz um simples braço com uma mão e 5 dedos, visto que eu representava a deficiência de maneta do braço direito. Depois de 7 minutos senti que não dava o devido valor ás pessoas com deficiência.

Por último fomos para a Sala Amarela – Direitos de Participação. Onde nos foi proposto uma dinâmica sobre alguns direitos das crianças. A actividade baseava-se em termos que nos formar em grupos e fazer um teatro representando um dos direitos. O meu grupo ficou com o artigo Nº15, que se baseia em respeitar os direitos uns dos outros.Durante esta representação e até mesmo antes admito que estava nervosa e ansiosa, pois queria que corresse tudo bem. Mesmo assim não me consegui concentrar devidamente e comecei a rir após ter ouvido a gargalhada do professor Hélder e dos meus colegas.

Adorei as tardes que passei no Espaço a Brincar.
Espero lá voltar…

À coordenadora Cláudia e ao futuro técnico de apoio psicossocial, Tiago os meus parabéns e que continuem assim. Beijinhos***
Ana Catarina Raposo

TA

2º Visita ao Espaço a Brincar (24-04-2009)

Boa noite!
Adorei ainda mais esta 2º visita ao Espaço a Brincar, diverti-me imenso :D.
Chegámos ao Espaço a Brincar e fomos para a Sala Vermelha e nessa sala fizemos a nossa 1º dinâmica, mais propriamente para "quebrar o gelo" entre nós. Tínhamos que dizer o que nos tinha feito sorrir nesse dia.
Passamos então para a sala seguinte, a sala laranja que tem como direito o "Direito á Protecção" e nesta sala realizamos a nossa 2º dinâmica. A nossa colega Tatiana estava sentada no meio de nós e tínhamos que dizer o que era para nós uma criança desprotegida ao mesmo tempo que enrolavamos um fio de lã preto á volta dela. Eu disse que para mim uma criança desprotegida é uma criança sem amigos. No final deste jogo tínhamos que dizer o que davámos a criança desprotegida para ela se sentir protegida ao mesmo tempo que íamos desenrolando o fio á volta da Tatiana. Eu dava-lhe a minha amizade.
Eu gostei muito deste jogo, porque comecei a pensar que existem muitas crianças desprotegidas e sem amor principalmente.
A sala seguinte que vimos foi a sala azul, do "Direito ao Desenvolvimento". Esta sala está cheia de almofadas, de cor azul,vermelha,amarela e verde e pelo que sei é a sala mais concorrida. Fizemos então um jogo muito divertido mas que requer trabalho. Fizemos 4 grupos, o meu grupo era a Vera, a Catarina, a Inês e o João Paulo. Este jogo consistia então em fazer um elefante em plasticina, só que cada um de nós tinha uma deficiência, a surdez,a mudez, a cegueira e os manetas. A minha deficiência era a cegueira, quando pus a venda nos olhos passado um bocadinho comecei a ter uma sensação estranha porque eu tinha necessidade de ver e consegui perceber mais ou menos umas das sensações que os cegos têm. Com estas 4 deficiências o nosso elefante até não saiu muito mal apesar de parecer um papa formigas por causa da tromba.
Por fim fomos então para a última sala, a sala amarela que tem como direito o "Direito a Participação". Fizemos então a nossa última dinâmica onde cada grupo tinha um direito e tinha que representa-lo. O nosso direito era o 15º onde toda a gente tem direito a pertencer a um grupo sem violar os seus direitos.
Tive pena de ter sido a última visita ao Espaço a Brincar, gostava de lá voltar.

Inês Malheiro T:A

terça-feira, 28 de abril de 2009

Espaço a Brincar, por Ana Costa (1ºB)

Encontro-me sentada em frente ao computador, no meu quarto acolhedor e com uma música ambiente (Rádio Comercial) que me convidou a reflectir sobre esta minha última experiência: visitar, a mandado do professor Hélder, o Espaço a Brincar.

Confesso que tinha idealizado algo diferente, principalmente no que toca à população alvo deste projecto. Penso, por isso, que tenha sido essa a razão para "É só isto?". No entanto, foi uma experiência positiva em que aprendi variadas coisas, que me fizeram questionar outras tantas. Devo também dizer que, além desta experiência não ter sido bem o que ansiava não deixa de ter sido espectacular, pela iniciativa, pelo objectivo pretendido, assim como pelo profissionalismo revelado e o tão importante impacto. É, sem dúvida, de louvar as pessoas que têm coragem para seguir em frente com este tipo de projectos!

Agora, vou partilhar convosco dois momentos que, para mim, são os que merecem destaque.

- Momento batata: Quando me disseram que tinha de escolher uma batata pensei em tirar uma sem sequer olhar, já que não me disseram o objectivo, mas quando se aproximaram com o alguidar não resisti! Olhei, já haviam poucas, reparei numa pequena e, sem saber bem porquê, agarrei-a. Quando, por fim, disseram o objectivo e me pus a observar, atentamente, a minha batata achei engraçado, e ao mesmo tempo um pouco assustador, já que me identifiquei com ela... Sim, a minha batata tem personalidade e, como se não bastasse, acho-a parecida comigo! E foi tão fácil reconhecê-la, mesmo de costas; aquela pele lisa que revelava sensibilidade, a covinha do tamanho do meu polegar que associei ao seu lado brincalhão e até algumas marcas de sofrimento. Não a trouxe comigo porque acabaria por secar, apodrecer, morrer...

Isto fez-me pensar que, muitas vezes, ocorre o mesmo com as pessoas, olhamos para elas, constactamos algumas diferenças e colocamo-las de parte, isto quando nos damos ao trabalho de olhar para elas. Devíamos olhar para as pessoas, não vê-las, mas olhá-las de perto e com atenção. Devíamos dar mais valor às diferenças entre nós, já que são estas que nos diferenciam, identificam, nos tornam únicos e especiais. E nós, futuros Técnicos de Apoio Psicossocial, temos que ter esta competência bem apurada. Temos que pôr de lado os julgamentos precoces e as críticas infundamentadas.

- Momento elefante: Fazer um grupo com 5/6 elementos (fácil); construir um elefante, em grupo, com plasticina (fácil e divertido); construir um elefante, em grupo, com plasticina, apenas com uma mão (um desafio). Lá estávamos nós, sentadas e com uma mão atada à fivela das calças. Plasticina em cima da mesa, 7 minutos e... Go! Amassa aqui, puxa ali... Foi uma risada. Enquanto uma fazia as patas, outra fazia as orelhas, tudo combinado anteriormente. Era, supostamente, a nossa estratégia, mas de nada nos valeu. Juntar as partes foi uma dor de cabeça! Se tentávamos unir a cabeça soltava-se a perna... Complicado, mas divertidíssimo e tarefa cumprida.

O que para mim foi meia dúzia de minutos divertidos, para pessoas incapacitadas é uma vida de adaptação, obstáculos, olhares piedosos, recaídas emocionais. Senti na pele a impotência com que estas pessoas têm de aprender a lidar, que se agrava quando alguém pergunta "Precisas de ajuda?" ou diz "Deixa que eu faço.", face a uma situação de maior dificuldade. De futuro, pensarei duas vezes antes de o fazer.

domingo, 26 de abril de 2009

Espaço a Brincar...

Boa tardre!


No dia 16/04/09. Logo de manhã quando cheguei a escola, perguntei aos meus colegas se faziam noção para onde iamos as 14h ninguém fazia ideia do que iamos fazer estavam todos curiosos. As horas passavam e ansiedade aumentava. Chegando as 14h estavamos todos a porta da escola, com o Tiago que nos ia levar a Sete Rios onde seria a visita. Fomos todos de metro, a viagem foi bastante divertida, só palhaçada, todos na brincadeira. Depois de uma pequena viagem, finalmente chegamos ao local e ai demos com um "edificio" com o nome de Espaço a Brincar. Logo na entrada temos uma visão bastante agradavel, desenhos coloridos percorridos pela parede "vidro", entretanto chegaram duas senhoras com o nome de Silvia e Mariana para nos abrir a porta e convidaram-nos para entrar.


Seguidamente fomos para a sala vermelha, onde nos sentamos todos para realizarmos um jogo de apresentação com uma bola, na qual teriamos de dizer o que nos tinha feito sorrir naquele dia, então a bola ia passando por todos e cada um dizia o que o tinha feito sorrir, depois fizemos outro jogo na qual havia uns papelinhos com acções para fazer uma pequena representação e onde tinhamos de encontrar alguém que conseguisse fazer uma das quais nós não queriamos. Depois falamos da convenção dos direitos da criança onde vimos que existem 4 pilares bastantes importantes que são: Direito á sobrevivência;Direito ao desenvolvimento ; Direito á protecção e Direito á participação. Seguidamente fomos para uma sala muito calma onde ouviamos um bebe a brincar, nessa mesma sala no meio existia um balão que dava ideia a ser um feto, gostei muito dessa sala.

Por fim fomos a sala verde- Direito á sobrevivência. Aqui falamos que todas as crianças tem o direito á alimentação, a cuidados médicos pelos pais caso esteja doente, tem direito á habitaçao, a roupa, direito a saúde e principalmente a vida. nessa mesma sala fizemos o jogo da batata, as batatas estavam colocadas numa caixa então cada um de nós tinha que retirar uma batata, o objectivo era olhar bem para ela, conhecer os seus traços, de seguida foi nos tirada a batata e foi nos pedido que colocassemos as mãos atrás das costas e que a batata iria ser passada por todas as mãos para ver se cada um sabia reconhecer a sua. Todos conseguiram encontrar a sua ao nivel que elas iam passando. com este jogo conseguimos ganhar relação com uma simples batata, afecto e dar-lhe importancia, vimos também que temos que ver bem as coisas mesmo ao promenor para ver se conhecemos bem aquilo que nos passa pelas mãos. Foi uma boa experiência, gostei bastante...


Liliana Monteiro 1ºB

Amei cunhecer o espaço Brincar..

Ola a todos
Na passada sexta feira dia 24 de abril a minha turma 1ºA voltou a visitar o espaço brincar, e mais uma vez foi muito divertido e marcante, desta vez eu senti mais o que as crianças realmente passam quando desprotegidas.
começamos por ir a
sala Vermelha - sentámos em roda e fizemos um jogo que consistia em passarmos uma bola de mão em mão, e quando alguem recebesse a bola teria que dizer o que lhe fez sorrir naquele dia, eu gostei muito dessa actividade.depois, passámos a
sala Laranja – Direito à Protecção, fizemos novamente uma roda, mas desta vez à volta da Tatiana(colega), fingido ser uma criança desprotegida, mas desta vez usando um fio de lã embarassavamos o fio a tatiana, dizendo o que seria para nós uma criança desprotegida.
Depois tivemos que desembaraçar a nossa colega, mas desta vez dizendo o que fariamos bem para proteger essa criança. Depois dessa dinâmica, depois de desembaraçada a nossa colega disse o que sentiu ao estar embaraçada no meu dos nosso comentarios. de segida entrámos para a
sala Azul – Direito ao Desenvolvimento, onde os monitores organizaram uma actividade muito interessante tinhamos que Organizar-nos em grupos e em 7 minutos construir um elefante, mas cada elemento do grupo tinha uma deficiência, cegueira, mudez ou sem braços. depois desta actividade reflectimos no que realmente quem é cego ou tem outro dos problemas aqui ditos passa todos os dias.no final fomos para a
sala Amarela – Direito da Participação, fizemos uma actividade muito divertida que consistia em criar uma apresentaçao a nossa escolha para tratar dos artigos dos direitos das crianças.
gostei muito de participar nestas actividades, sinto-me em casa e bem acolhido dentro do espaço... obrigado professor Helder, Colega Tiago e cordenadora Claudia..
espero voltar...
beijinhos e boa sorte com o projecto.

Sandro Costa

Tentativa de Jogo da Bola e do que gostas de fazer

Boa tarde!

Ontem, tal como tinha dito, tive a festa de anos do meu irmão. Estavam cá 10 crianças entre os 4 anos e os 8 anos. Para começar os jogos/actividades que tinha preparado fiz o jogo de apresentação que nós fizemos no Espaço Brincar, só que aqui com a pergunta: "O que mais gostas de fazer?". Era para fazer com a pergunta de "O
que te fez rir hoje?" mas como a Sílvia e a Mariana tinham dito que quando eram crianças ou algo as tinha feito à pouco tempo ou então não se lembravam e o jogo podia não correr tão bem, então optei por fazer outra pergunta.

Bem, o que interessa é que o jogo correu muito bem. As crianças aderiram muito bem ao jogo e deu para estarmos todos sentados, rir. Foi muito bom. Dá resultado!

Tal como já tinha dito, este foi um jogo óptimo que nós aprendemos para a nossa formação como Técnicos de Apoio Psicossocial.

Continuação de bom fim-de-semana,
Tânia de Jesus, 1º B

sábado, 25 de abril de 2009

Ida ao Espaço a Brincar

Boa Noite,
Eu estava entusiasmadíssima para ir ao Espaço a Brincar, visto que todos os meus colegas falaram tão bem da tarde que lá passaram.
Sinceramente quando eles me contaram o primeiro dia eu não percebi lá muito bem (como seria de esperar ahah estou a brincar, claro!), falavam de salas com determinadas cores, da linha do horizonte, da sala do bebé a rir. Eu fiquei mesmo “ham?”.
Bem, ao chegarmos ao Espaço a Brincar estava à nossa espera a Cláudia, que porém era simpatiquíssima. Fomos para a sala Vermelha, onde todos nos sentámos em roda e tínhamos que nos apresentar e dizer o que nos tinha feito sorrir naquele dia.
De seguida, fomos todos para a sala Laranja – Direito à Protecção, onde fizemos uma roda à volta da Tatiana, sendo ela uma criança desprotegida, e cada pessoa tinha de dar uma volta com um fio de lã, dizendo o que para nós era uma criança desprotegida. E como a Taty não podia ficar ali toda embaraçada, cada um enrolava uma volta de fio dizendo o que faria de bem para proteger essa criança. Depois dessa dinâmica, a Tatiana contou-nos o que sentiu ao estar ali sentada e a ouvir o que cada um de nós disse.
Posteriormente, entrámos para a sala Azul – Direito ao Desenvolvimento, na qual o Tiago e a Cláudia propuseram-nos outra actividade. Organizar-nos em grupos e em 7 minutos construir um elefante, mas cada elemento tinha uma deficiência, surdez, mudez ou cegueira. No final, conversámos todos e por sete minutos tivemos a noção do que é querer ver o produto final e não conseguir (apesar de nós o termos visto), querer dizer ao colega para não fazer assim e não puder ou então querer trabalhar mais rápido e não conseguir. O resultado final do meu grupo foi mais um maravilhoso papa-formigas do que um elefante propriamente dito.
Por fim, fomos para a sala Amarela – Direito da Participação, onde nos apresentaram outra dinâmica mas antes disso tivemos um lanchezinho para recuperar forças. A actividade baseava-se em fazer um teatro com base nos artigos envolvidos naquela sala. O meu grupo ficou com o artigo Nº15 onde contámos com a participação da música “Que mal te fiz eu” do meu querido e amado Leandro.
Ah! Antes de nos irmos embora a Cláudia mostrou a alguns a sala do Despertar. Era linda! Fabulosa, gostei imenso! Bela ideia.
Foi uma óptima tarde que passei no Espaço a Brincar e é uma experiência que espero voltar a repetir.
Parabéns ao Tiago e à Cláudia ;)

Inês Macedo 1ºA

quinta-feira, 23 de abril de 2009

2º Visita ao Espaço Brincar

Boa noite!

Hoje a ida ao espaço a brincar foi espectacular! Depois daquela pequena(grande) situação de não haver linha verde e de chegarmos cansados e atrasados ao Espaço Brincar pensei que a tarde tinha que valer mesmo a pena para aquele stress todo!
E a verdade é que valeu!

O primeiro jogo que fizemos foi com um novelo de lã e de formarmos uma teia, passando o novelo de pessoa para pessoa, dizendo o que nos fazia sentir desprotegidos(para ser sincera, não sabia o que responder e disse que me sentia desprotegida quando vejo abelhas) e depois desfazer a teia dizendo o que nos fazia sentir protegidos (aqui disse que me sentia protegida quando estava ao pé da minha família e dos meus cães) foi muito bom.

O segundo jogo foi ainda melhor. Dividir a turma em grupos e cada grupo ia construir um elefante. Até aqui nada de especial! O pior é quando o grupo ou é cego ou é maneta! Foi um jogo muito divertido com uma interacção espectacular. E ainda deu para rir imenso.

Se o 2º jogo foi para rir então o terceiro nem se conta! Com os mesmos grupos fazermos algo que expressa-se um artigo que nos tinha sido dado relativamente ao direito à participação. O meu artigo foi o 7º e fizemos que a Liliana, a mãe, dava a luz. O pai assistia e depois iam os dois juntos fazer a certidão do bebé.

Bem, no final de tudo isto, o que importa mesmo é que ficamo-nos a conhecer melhor-enquanto turma-, sabendo o que nos faz rir, do que nos faz sentir protegidos ou desprotegidos, e a rir aprendemos a Convenção dos Direitos das Crianças. Claro que não aprendemos todos os artigos mas sabemos quais os quatro pilares e direitos principais o que nos vai ajudar imenso a compreender uma criança.

A Sílvia e a Mariana são pessoas muito queridas e que nos põem à vontade.
Tenho a dizer que gostei também que o Prof. Hélder fosse ver os nossos teatros e que nos tenha dado os parabéns por termos resolvido a situação do metro e por termos ligado para o Espaço Brincar a avisar que íamos chegar atrasados, sabe sempre bem ouvir os parabéns!
Foi uma experiência óptima!!

Continuação de boa noite, Tânia de Jesus, 1ºB

2º visita ao Espaço a Brincar

Boa tarde!


Bem a sugunda visita ao Espaço a Brincar.


No dia 23/04/09 estava a ver que não chagamavos ao espaço a brincar, a linha verde estava interrompida. estavamos todos em telheiras para apanhar o metro, nisto demos com um problema que havia na linha. Mas conseguimos uma solução, decidimos ir todos a pé até ao Campo Grande, para apanharmos a linha amarela. Aí sim já iamos todos mais estabelizados, estavamos a caminho do espaço a brincar. Finalmente chegamos lá, estavamos todos de rastos, muito cansados, so queraimos era beber água :-). Começamos por ir conhecer a


Sala Pêssego - Direito á Protecção. Fizemos o jogo do novelo de lã. Cada um de nós tinha que passar o novelo ao outro, o objectivo era para dizer quando nos sentimos desprotegidos, dizendo quem é que nos protegia e mandar o novelo de lã, a quem estavamos ligados.
Passámos para a

Sala Azul - Direito ao Desenvolvimento
Onde nos dividimos em grupos, então era para construirmos um elefante em plasticina em sete minutos. Então cada grupo tinha um desafi uns construir o elefante só com uma mão e a outra amarrada atrás das costas, outros com os olhos vendados, mas podendo utilizar as duas mãos. bem no fim todos conseguiram apresentar o seu elefante, como é obvio o meu estava o máximo, mas com isto tudo conseguimos ver o grau de dificuldade quando estamos incapacitados de algo, mas com esforço tudo se consegue


Pasamos a ultima sala, a Sala Amarela - Direito á Participação. aqui vimos os direiros das crianças:

A criança, tem direito a reunir-se coA criança, tem direito a ser registada, logo após, o seu nascimento e tem também o direito a ter um nome, uma nacionalidade, e sempre que seja possível, conhecer os seus pais e estes lhe darem educação.
A criança, tem direito a exprimir livremente a sua opinião sobre questões, que lhe respeitem, e estas deverão ser tomadas em consideração, de acordo com a sua idade e maturidade.
A criança, tem direito á liberdade m outras pessoas e criar grupos e associaçoes
.


Depois passamos a mais uma actividade deram-nos a escolher uns papeis onde estavam lá estes 4 artigos, então cada grupo com o artigo que lhes tinha calhado teriam de fazer algo para que se percebesse do que se tratava, bem todos fizeram um pequeno teatro. pois aquilo que representaram seria bastante importante porque estariamos a fazer aquilo que vem no artigo, o professor Helder assistiu aos teatros juntamente com outras pessoas. No final a Mariana levou-nos a ver onde acabava a tal linha do horizonte. Então acabava numa sala onde tinha la o livro da Convenção dos Direitos da Criança, junto a uma caixa para cada pssoa que quisesse dar a sua opinião. Gostei muito de ter visitado o espaço a brincar, aprendemos bastante e isso é muito bom para o nosso futuro, espero lá voltar...


Liliana Monteiro 1ºB

23 Abril 2009 -

Boa noite!

Hoje “matei” aquele bichinho de curiosidade que tinha ontem, como na semana passada não pude ir, fiquei ansiosa por saber de que tanto os meu colegas escreveram neste blog.

Estou sentada em frente ao computador a algum tempo para ver o que escrevo sobre a ida ao Espaço a Brincar, mas finalmente deu-se luz na minha cabeça para escrever o que se passou e senti.

Bem para começar, ficamos à espera de todas as pessoas para poder-mos ir, mas para azar dos nossos pecados, quando chegamos ao metro, a linha verde estava encerrada. Aí fiquei, nem sei, o que sei é que estava bastante calor e tivemos que ir até ao Campo Grande a pé, não acho bem….fogo.

Ao chegarmos ao Campo Grande, apanhamos o metro. Quando chegámos ao Espaço a Brincar deixamos as nossas malas e casacos e muitos dos meus colegas perguntaram se podiam beber água, estávamos cheios de sede.

Sentámo-nos na Sala Vermelha. A Mariana disse que na aula passada tinham falado sobre os 4 pilares e as 4 categorias na qual se dividia a CDC, mas como não assisti a essa sessão, até foi bom que ela recapitula-se assim fiquei mais ou menos a par de tudo. Depois continuámos para a Sala PêssegoDireito à Protecção, nessa sala instalam-se os artigos 16.º, 19º., 20.º, 21.º, 32.º, 33.º, 34.º e 37.º.

Nesta sala, fizemos o jogo do novelo de lã, ou seja, cada um tinha de passar o novelo de lã a outro, e esse teria de dizer quando se sente desprotegido e no fim de todos o dizerem, ficámos com uma rede entre nós, ou seja, estávamos todos unidos apenas por um novelo de lã. Depois o que tínhamos de fazer, era desfazer aquela rede, dizendo quem é que nos protegia e mandar o novelo de lã, a quem estávamos ligados.

Passámos para a Sala Azul - Direito ao Desenvolvimento, onde se encontram os artigos 14º., 17º., 18º., 23º., 28º. e 31º. Nesta sala, a Sílvia e a Mariana, disseram para nos dividirmos em 5 grupos. Aqui o desafio que nos foi proposto foi fazer um elefante de plasticina em 7 minutos, uns só com uma mão, a outra estaria amarrada atrás das costas, e outros poderiam usar as duas mãos, mas os olhos tinham de estar vendados. Depois deste desafio, fomos por os elefantes todos juntos, bem…o do meu grupo, que era o da uma mão amarrada, parecia um cão, como o Tiago estava farto de mencionar…até que foi muito divertido ao vermos os dos outros grupos.

Não vou dizer que foi fácil, porque não foi, até que quando nos perguntaram se tivemos alguma dificuldade, todos disseram que sim. Assim deu para passar um pouco daquilo que as pessoas com limitações passam.

Depois passamos para a Sala AmarelaDireito à Participação, com os artigos 7º., 12º., 13º. e 15º. Aqui a Mariana deu-nos a escolher um papel de quatro, dentro dos quais estavam estes 4 artigos. Cada grupo tinha um papel com um direito e tinha de o transmitir para os outros de forma a que estes compreendessem aquele direito. Obtámos todos por fazer um pequeno teatro de improvisação, pois o tempo que tínhamos não era muito….improvisamos até muito bem….até que os teatros saíram bem. Deu para nos rirmos mais um bocado das nossas improvisações.

Depois de termos visto todas as salas do Espaço a Brincar, a Mariana levou-nos a ver onde acabava a linha do horizonte. Acabava numa outra sala, sob o livro da Convenção dos Direitos da Criança.

Para ser sincera, gostei deste dia, foi um dia diferente, onde fizemos coisas que poderemos fazer talvez em formação, não sei é a minha opinião e onde ficámos a saber direitos que talvez não soubéssemos.

PS: Nunca pensei, que a Mariana, ao perguntarmos se queríamos que o professor Hélder visse, nunca me ocorreu na ideia que o iriam chamar, pensei sempre que iam filmar e mandar para o e-mail dele.

Cláudia

1ºB

Espaço Brincar

Olá a todos,

Em primeiro lugar queria frisar a importância deste tipo de actividades e vivências que só mesmo a nossa escola pode proporcionar, e, que por isso mesmo, agradeço do fundo do coração tal oportunidade.
A ideia do espaço é muito original tendo como base a "Convenção sobre os Direitos da Criança". Nunca será demais apostar na divulgação dos direitos das crianças, visto que é um assunto extremamente importante, defender os direitos de um grupo frágil e dependente de alguém responsável por ele.

Adorei a introdução à nossa "viagem". Senti-me muito à vontade e alegre durante a primeira actividade em grupo. Após isso, quando entrámos naquela pequena sala pouco iluminada (peço mil desculpas mas não me recordo do nome), senti-me bastante arrepiado quando comecei a escutar a voz gravada de um recém-nascido. Apreciei muito a estrutura da sala assim como as fotografias à volta como o fio pendurado no meio (creio eu a representação do desenvolvimento de um bebé).

Não poupo elogios à decoração da sala que de seguida visitámos. Nessa mesma sala, confortavelmente sentados em almofadas, prosseguimos as actividades propostas. A actividade mais interessante na minha humilde opinião, foi o "jogo" em que tínhamos de identificar a batata que antes tínhamos escolhido. Foi uma óptima actividade em grupo. Ao inicio senti-me um pouco ridículo, mas rapidamente mudei de opinião e colaborei. Obviamente descobri a minha batata mas não era muito difícil, era a maior.

Depois de todo este ânimo, chegou finalmente o nosso caro Professor Hélder Santos :P

Adorei o lanche em convívio!

E assim me despeço.

Os meus sinceros cumprimentos a todos,
David Sezinando, Turma A

De que maneira a visita ao Espaço a Brincar está a contribiur para a vossa formação como TAP's?

Uma proposta feita pelo professor Hélder:
De que maneira esta visita ao Espaço a Brincar está a contribuir para a Vossa formação como Técnicos de Apoio Psicossocial?

A visita ao Espaço a Brincar, contribui imenso para a nossa formação como Técnicos de Apoio Psicossocial. Nestas duas visitas, aprendemos bastantes coisas sobre os Direitos das criança, os quais teremos de saber se trabalharmos com uma população mais jovem. E aprendemos também vários jogos, dos quais podemos usufruir mais tarde na nossa profissão. O que aprendemos no Espaço a Brincar, são "coisas", que vamos poder utlizar mais tarde, portante está a contribuir de uma maneira muito positiva para a nossa formação como TAP's.

Joana Ferreira T:B

2ª visita ao Espaço a Brincar

Olá, boa noite!
Para ser sincera, hoje não estou com muito espírito para postar, mas...
Hoje, dia 23 de Abril de 2009, lá estava novamente o 1ºB á entrada da ETPL, pronto para mais uma tarde no Espaço a Brincar. Um pequeno problema se instalou quando íamos para o metro para nos dirigirmos para o Espaço e a linha não circulava. Fomos a pé até ao Campo Grande (que até nem pareçe ser muito, e na realidade nem é, mas o facto de estar imenso calor, deixou-nos um pouco cansados). No Campo Grande, apanhamos o metro. Quando chegamos ao Espaço a Brincar, a Mariana e a Sílvia, abriram-nos a porta. Passado poucos instantes de termos entrado e pousamos as nossas malas e casacos, pergunta-mos se poderíamos beber água, pois estavamos cheios de sede. Sentámo-nos na Sala Vermelha. Na semana passada, já tínhamos falado sobre os 4 pilares e as 4 categorias em quais se dividia a CDC, mas mesmo assim recapitalámos e relembrámos um pouco.
Continuámos para a Sala Pêssego - Direito á Protecção. (Artigos 16.º, 19º., 20.º, 21.º, 32.º, 33.º, 34.º e 37.º). Aqui fizemos o jogo do novelo de lã. Cada um, tinha de passar o novela de lã a outro, e esse teria de dizer quando se sente desprotegido. Ao fim de todos o dizerem, ficámos com uma rede entre nos, ou seja, estavamos todos unidos apenas por um novelo de lã. Agora o que tínhamos de fazer, era desfazer aquela rede. Dizendo quem é que nos protegia e mandar o novelo de lã, a quem estavamos ligados.
Passámos para a Sala Azul - Direito ao Desenvolvimento. (Artigos 14º., 17º., 18º., 23º., 28º. e 31º.).
Pediram-nos que nos dividissemos em grupos, mas mal sabíamos o que íriamos fazer. Então, aqui, o desafio foi fazer um elefante de plasticina em 7 minutos, uns só com uma mão, a outra estaria amarrada atrás das costas, e outros poderiam usar as duas mãos, mas os olhos tinham de estar vendados. No fim, todos conseguimos apresentar o nosso elefante, mesmo que este nao estivesse perfeito, percebiasse do que se tratava. No fim, concluímos o quanto tamanho é a dificuldade que temos em fazer uma "coisa" em plasticina, ou noutro material qualquer, só com uma mão ou com os olhos vendados.
Gostei imenso do jogo.
A última sala, a Sala Amarela - Direito á Participação. (Artigos 7º., 12º., 13º. e 15º.).
A criança, tem direito a ser registada, logo após, o seu nascimento e tem também o direito a ter um nome, uma nacionalidade, e sempre que seja possível, conhecer os seus pais e estes lhe darem educação.
A criança, tem direito a exprimir livremente a sua opinião sobre questões, que lhe respeitem, e estas deverão ser tomadas em consideração, de acordo com a sua idade e maturidade.
A criança, tem direito á liberdade de expressão.
A criança, tem direito a reunir-se com outras pessoas e criar grupos e associaçoes.
Nesta sala, deram-nos a escolher 4 papelinhos, dentro dos quais estavam estes 4 artigos. Cada grupo, tinha um papel com um direito, e tinha de o transimitir para os outros de forma a que estes compreendessem aquele direito. Obtámos todos por fazer um pequeno teatro de improvisação, pois o tempo que tínhamos, não era muito. Foram umas representações muito interessantes, ás quais o professor Hélder assistiu.
Depois de vistas todas as salas do Espaço a Brincar, a Mariana levou-nos a ver onde acabava a linha do horizonte. Esta acabava numa outra sala, sob o livro da Convenção dos Direitos da Criança.
Gostei imenso destas duas aulas, passadas no Espaço a Brincar. São momentos que não esquecerei, pois foram duas tarde inesquecíveis, ás quais a turma esteve unida e feliz por ali se encontrar. Espero vir a visitar muitas mais vezes o Espaço a Brincar, porque lá, aprendesse. E tudo... A BRINCAR!
Obrigada á Mariana, á Sílvia e ao Tiago, pelos momentos sorridentes que nos proporcionaram e pela simpatia!
Adeus!!
Joana Ferreira T:B

Espaço a Brincar_ 17.Abril.2009

Chegámos ao Espaço a Brincar acompanhados pelo Tiago, esperando que nos abrissem a porta e desejando entrar e saber o que íamos ali fazer. Espreitávamos curiosamente pelas janelas para ver se conseguíamos descobrir o que se passava lá dentro.
Minutos de depois foi-nos aberto a porta pela Cláudia que tinha um sorriso enorme que nos conseguiu contagiar de imediato. Guiou-nos até à Sala Vermelha onde nos apresentámos de forma dinâmica fazendo primeiro um jogo com um novelo de lá colorida que consistia: Uma pessoa pegar no novelo, dizer o seu nome e uma característica positiva dela própria, depois enrolava um pouco de lá no seu dedo e mandava o novelo para outra pessoa e assim sucessivamente. Até que se criou uma teia que representava a nossa união, amizade. E por fim, sem estragar o novelo, a ideia era ir enrolando de forma a fazer o trajecto inverso e o colega dizer o nosso nome e a nossa característica.
De seguida foi-nos proposto outro jogo, o "Quem sabe!" onde nos foi dada uma tarefa e com ela tínhamos de ir convencer um colega de forma, a que ele conseguisse realizá-la.
Durante está actividade assumo que me senti bastante alegre, desinibida e muito a vontade, até porque que me foi proposto fazer era "nadar a seco".
A Cláudia apresentou-nos também dois vídeos bastante interessantes. Um deles tratava da Convenção dos Direitos das Crianças e o outro sobre as suas quatro categorias (Sobrevivência; Protecção; Desenvolvimento e Participação).
No vídeo das quatro categorias à medida que o texto aparecia, um puzzle de legos ia sendo montado tal e qual como o edifício do Espaço a Brincar. Este está organizado por cores e aos legos correspondem as mesmas.
A imagem que o lego me transmite, é que todas as pessoas brincam ou brincaram com eles e dá para todas as faixas etárias assim como o próprio espaço. (Crianças; Adolescentes; Futuros Técnicos de Apoio Psicossocial).
Posteriormente fomos guiados para uma outra sala. A Sala Azul - Do Despertar.
A porta tinha umas fitas de papel que me despertou imenso a atenção. Por de trás delas estava escuro e conseguia-se ouvir um bebé murmurar, rir-se, emitir diversos sons. Entrámos e no meio observei uma espécie de balão que me veio à memória que fosse o ventre onde a criança passa nove meses da sua vida. Nas paredes uma sequência de fotografias lindíssimas desde a barriga da mãe grávida com uns pés e umas mãos pequeninas em cima, até ao bebé já crescido. Admito que ao entrar me emocionei, fiquei arrepiada e pensei como é bom ser bebé inocente.
Por fim apresentaram-nos a Sala Verde - Da Sobrevivência.
Com uma decoração fantástica e bastante original. Onde nos sentámos no chão em cima de umas almofadas que curiosamente tinham várias cores e eu fiz a ligação: as Amarelas - ao Sol, as Verdes - às Plantas, Árvores que nos dão Oxigénio, as Azuis - à Água e as Pretas - à Terra. Sem estes elementos era impossível a nossa Sobrevivência.
Iniciámos o jogo da batata.
Apresentaram-nos um tabuleiro com algumas batatas e tínhamos de escolher uma para nós, onde tivemos de a conhecer muito bem. Juntaram de novo todas as batatas e nós metemos as mãos atrás das costas, passaram uma à uma e tivemos de descobrir a nossa sem a poder ver.
Finalizando o jogo, a Cláudia colocou-nos umas questões de forma a pensarmos uma pouco: “Se alguma vez tínhamos pensado em cuidar de uma batata e se éramos capazes de a cozinhar após aquele jogo.”
A meu ver, depois de a conhecer tão bem quase como uma amiga era incapaz de a abandonar e está mesmo fora de questão ser capaz de a comer.
Para concluir a tarde da mesma maneira que iniciamos, propuseram-nos construir um coração em folha de papel e escrever o nosso nome. Depois recolheram e foram distribuídos novamente, mas de forma aleatória. E quem nos calhasse tínhamos de escrever uma característica positiva sobre a pessoa a que pertencia o coração. Foi de novo recolhido e de novo devolvido ao “Dono/a” do coração, tínhamos de dizer em voz alta e tentar descobrir quem tinha escrito.
Por fim colámos todos os corações na parede e dissemos o que levávamos nos nossos corações, o que aquela tarde tinha significado para nós.
Gostei da frase que estava escrita no cimo da Sala Verde “Às 11h o Sol é de todos” deu para perceber/ reparar por mínimas coisas que todo aquele projecto foi muito bem pensado, estudado e está tudo feito ao pormenor.
Desde o fio preto em redor de todas as salas do edifício, significando a Linha do Horizonte. Fiquei com vontade de aproveitar a ideia e fazer no meu próprio quarto.
A coordenadora Cláudia conseguiu-me transmitir como é que um dia mais tarde, no mundo do trabalho tenho de lidar com os “outros”, como tenho que me comportar, lidar com eles sem medos e preconceitos, estar completamente à vontade, desinibida como já nos conhecêssemos à imenso tempo.
Sai do edifício com vontade de lá voltar e de contar a toda a gente o que tinha ali feito.
Aproveitar as actividades, jogos, decoração para um dia poder faze-lo com outro grupo sejam eles amigos, utentes, conhecidos, familiares, etc.
No fim desta tarde fantástica sai com uma certeza absoluta dentro de mim, é mesmo disto que eu gosto, é isto que eu quero para o meu futuro. Conviver, divertir, partilhar vários laços de amizade e até ideias… e com uma força ainda maior de acabar o mais rápido possível o meu curso para depois poder fazer o que mais gosto/ quero.
Ana Catarina Raposo
TA

Espaço Brincar

Em poucas palavras eu digo o que achei do projecto..

muito bem conseguido em termos de, estrutura do espaço, tecnicos, desenvolvimento de trabalho e principalmente na colaboração dos tecnicos no seu trabalho...

relativamente ao que eu achei da minha visita ao espaço, foi um bom serão, gostei muito da decoraçao, achei que é um espaço original e adequado ao que se pretende com o projecto porque as crianças precisam de se sentir bem, nao só com os tecnicos mas tambem com o sitio onde passam o seu tempo..
gostei das actividade, principalmente a actividade dos corações(provavelmente porque o meu coração foi o que foi mais prieenchido)... fiquei mesmo muito contente com isso!
gostei tambem da dr. Claudia, sinceramente muito mas mesmo muito avontade com a nossa turma, muito social e extremamente simpatica..
pronto nao foram assim tão poucas palavras mas tambem nao foram MUITAS....

ahhhhhhhh... nao me podia esquecer dos cookies no final da sessão..:-) nham nham

aconselho toda a gente a informar-se acerca de serviços sociais como este... espero voltar lá mais vezes para alem da escola..

Sandro Costa
O Espaço a brincar!

Ok, eu sei. Estou a postar um dia antes da nossa segunda ida espaço mas isso não me impede de ainda saber como foi e principalmente como senti aquela tarde.

Continuando...
Tal como muita gente de ambas as turmas eu fui invadido por uma ansiedade total e cada vez maior à medida que se aproximava a hora da visita ao Espaço a brincar.
Não se falava de outra coisa nos primeiros anos. Toda a gente se revelava curiosa em relação ao que íamos ver. Como será? O professor vai estar connosco? Vai ser divertido ou uma "seca"? Vão lá estar crianças?, estas foram apenas algumas perguntas que vaguearam e pairaram o ar das salas dos primeiros anos da ETPL.
No entanto, todas estas perguntam foram respondidas no momento em que a Coordenadora Cláudia, com um ar sorridente e acolhedor, abriu-nos a porta e convidou-nos amigavelmente a entrar, pousar as malas e casacos e, posteriormente, a sentar-mo-nos em roda de modo a manter-mo-nos todos em contacto visual.
Adivinhei imediatamente o que iria suceder. Um jogo de apresentação, ou melhor, um "quebra-gelo".
Não pretendo aqui, no meu post, contar e descrever as actividades que nós fizemos até porque já foram muito bem descritas por outros alunos, por isso vou, a partir daqui, revelar o que eu senti e não descrever o que aconteceu.
Sendo assim, os jogos de apesentação ou "quebra-gelo" foram muito divertidos. Foi óptimo termos podido quebrar a rotina das aulas durante a semana e ao mesmo tempo termos tido uns minutos como turma, unida e feliz.
No entanto saímos da sala onde estáva-mos reunidos e começámos a aventura à descoberta do Espaço a brincar.
Começámos pela sala que continha um saco em forma de saco amniótico no seu centro pendurado por um fio ao tecto. Nas paredes azuis encontravam-se fotos de recém-nascidos e, de repente, sem que ninguém estivesse à espera, um som conhecido invadiu os nossos ouvidos. A voz de um bébe meio a chorar meio a rir propagava-se pelo ar daquela sala azul com o saco que protege e alimenta o feto no seu centro. Em milésimos de segundo todos se calaram. A voz do bebé tornou-se mais clara. Muitos arrepiaram-se enquanto outros se deliciavam com um sorriso na cara a ouvir os sons do bebé. Eu? Não senti nada de especial para ser sincero. Não me fazia confusão nem me deixava muito feliz. Apenas esboçei um sorriso. Mas adorei a sala tal como os meu colegas. Continuámos para a próxima sala.
À medida que caminhava não pude de deixar de reparar, cheio de curiosidade, que havia uma linha preta colada às paredes do tecto. Era para perguntar o que significava mas, no tempo que tive para pensar na pergunta e de perguntá-la, uma das minhas colegas o fizera. A Coordenadora Cláudia, sempre sorridente e serena, disse que era a linha do horizonte. E, neste momento, senti-me como se tive-se respirado depois de 20 minutos de baixo de àgua. Não sei explicar porquê mas o sentimento de liberdade e a beleza do horizonte percorriam agora a minha mente.
Chegámos!
Percorremos a sala olhando para elementos vitais à vida humana como o sol que iluminava toda a sala às 11h00 e a àgua que é o bem mais precioso para o Humano. Logo aqui percebi porque é que chamavam à sala a sala da sobrvivência.
Sentámo-nos em almofadas e partimos para outro jogo. Tinhamos que entrar em contacto fisico com uma batata e conhecê-la bem de modo a que, quando a batata chegasse às nossas mãos sem a vermos pudéssemos saber que era a nossa. Reconheci a minha sem nenhum problema e, depois de uma das pessoas ter finalmente encontrado a sua batata que pensava ter perdido, partímos para outro jogo.
Neste jogo tínhamos que desenhar o nosso coração ou um símbolo que o simbolizasse. Eu desenhei um pássaro que significa liberdade. De seguida, os nossos corações eram entregues a outras pessoas e essas pessoas tinham que escrever noutro coração uma característica positiva do seu "dono". Eu escrevi no do David que é uma pessoa extremamente culta e o Tiago ecreveu no meu que sou simpático. É óptimo que uma das nossas características positivas seja reconhecida. Sobe imenso a nossa auto-estima. Na verdade tenho pena em não ter sido uma pessoa que me conhecesse melhor a escrever no meu coração mas agredeço muito o que o Tiago me escreveu.
Já perto do fim chegou o momento que eu mais gostei e que mais me emocionou.
Cada um foi a uma parede em branco, colou lá o seu coração e disse as coisas que aprendera e que levara consigo naquele dia.
Foi óptimo ter percebido que toda a gente tinha sentido o mesmo que eu. União, amizade e sentimentos felizes. Foi o que eu disse na minha vez tal como muitos o disseram por vezes noutras palavras. Nunca estive tão perto emocionalmente e nunca me senti tão ligado aos meu colegas como neste momento. Espero que este tenha sido o primeiro de muitos momentos assim com a minha turma e espero, também, que venham momentos como estes com todos os alunos da ETPL e mais futuramente com a população com a qual eu irei trabalhar.

Para concluir a minha primeira participação aqui no blog queria pedir a todos os meu colegas não só do 1ºA mas também do 1ºB que se mantivessem unidos tanto na sua turma como em toda a escola. Pois, se houve alguma coisa que eu certamente aprendi nesta magnifica tarde no Espaço a brincar foi que a união e a entrega de cada um pode proporcionar grandes momentos e levar agrandes feitos. Por isso e para quem sentiu que nesta tarde a turma esteve mais unida peço que assim se mantenham.

Adorei esta tarde!


Nuno Reis
23-04-2009

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Espaço a Brincar 16 de Abril

No passado dia 16 de Abril, o 1ºB da Escola Técnica Psicossocial teve a oportunidade de visitar o Espaço a Brincar, onde realizámos algumas dinâmicas. Inicialmente realizámos um jogo com uma bola. A pessoa que começou com a bola na mão apresentou-se e disse o que lhe tinha feito rir naquele dia, a seguir passou a bola a outra pessoa que fez exactamente o mesmo, e assim consecutivamente. Em seguida fizemos um jogo em que cada um de nós tinha uma acção, tivemos que “vender” essa acção a outra pessoa, fazendo com que todos tivéssemos que representar uma acção. Neste jogo tínhamos que arranjar a melhor maneira para representar o que nos era pedido.
Falámos da Convenção dos Direitos das Crianças e ficámos a saber que estes direitos assentam em 4 pilares fundamentais:
Direito à sobrevivência, direito ao desenvolvimento, direito à protecção e direito à participação.
Depois desta explicação estivemos dentro de uma sala, onde existia uma espécie de balão pendurado no centro. Este balão remetia-nos, principalmente para um embrião. Essa sala simboliza o nascimento e a vida.
Passamos então, para a sala verde que representa o 1º pilar dos Direitos das Crianças: O direito à sobrevivência. Nesta sala começámos por ver que dentro do Direito à sobrevivência estão incluídos o direito à vida, direito a cuidados de saúde, direito a uma vida digna e direito a alimentação, vestuário e habitação.
Logo a seguir elaboramos uma brincadeira com batatas. As batatas estavam dentro de um recipiente e todo tivemos que tirar uma. As coordenadoras, Mariana e Luísa, disseram-nos para observarmos e estabelecermos uma relação com a nossa batata, durante alguns minutos. Voltámos a colocar as batatas no recipiente e metemos as mãos atrás das costas. As batatas foram passando pelas nossas mão, sem as vermos, e tivemos que descobrir qual era a nossa, através de características que tivéssemos observado. Com este jogo aprendi que devemos ter mais atenção aos pormenores, que por vezes pensamos que são insignificantes e que não valia a pena estar a escolher uma batata bonita, pois tínhamos que a descobrir sem a estarmos vermos, o que seria mais fácil se a batata tivesse características que a diferenciassem bastante das outras.

Vanessa Moreira 1ºB

Dia 22 Abril 2009

Estou com pena de na semana passada não ter pudido ir lá...bolas.
Mas pelo que li no blog, deu para perceber que foi muito divertido e que se riram muito, agora fiquei com curiosidade do que se vai passar amanhã....

Cláudia 1ºB
Dia 16 Abril 2009, a turma do 1º B, combinou encontrar-se à porta da escola com o monitor Tiago, por volta das 14 horas, para participar uma aula no exterior.
Dirigimo-nos para o metro contando algumas anedotas para nos divertimos, um pouco e também relatámos momentos engraçados que já nos tinham sucedido. A estação de destino era o Jardim Zoológico, onde iríamos sair para irmos ao Espaço a Brincar. Entretanto chegados ao local previsto, tivemos de ficar um pouco à espera que alguém nos abrisse a porta. As duas monitoras, Sílvia e Mariana, disseram-nos para pousar as malas e os casacos nos cabides, sendo elas a acompanharem-nos toda a tarde.
Em seguida, as monitoras convidaram-nos a sentarmo-nos em roda. Apresentaram-se e começamos a fazer um jogo que consistia em cada um lançar a bola e dizer o que o tinha feito sorrir naquele dia, o que foi divertido. Logo a seguir fizemos outro jogo com o nome de “Quem sabe”. Nesse jogo deram um papel para cada pessoa com uma acção, tínhamos então de escolher um colega para fazer a acção do nosso papel. Eu fiz acção da Jéssica Cruz que era fazer malabarismo e, o meu que era contar anedotas foi feita pelo Filipe.
Depois passámos para a aula propriamente dita, que era sobre a convenção dos direitos das crianças que se dividia em quatro categorias:

1. Direito à Sobrevivência;
2. Direito à Protecção;
3. Direito ao Desenvolvimento;
4. Direito à Participação.

Seguidamente fomos para a sala azul, onde estavam diversas fotos de um bébé e ouvia-se a voz desse bebé em gravação. Ao meio estava pendurado um “balão” que era a placenta, mas que a muitas pessoas parecia outra coisa, no meu caso parecia um coração. Adorei aquela sala.
Voltámos aos nossos lugares e notámos que havia uma linha de lã na parede da sala e que passava para as outras salas e um dos nossos colegas perguntou o que era aquela linha. Uma das monitoras respondeu dizendo que era a linha do horizonte e que ia percorrer todas as salas. Passámos para a primeira sala, do Direito à Sobrevivência que significa que as crianças têm direito à vida, à saúde, à alimentação e à roupa. Havia batatas num recipiente e pediram-nos para escolhermos uma batata. Eu escolhi uma batata pequena e com poucos defeitos, muito redondinha e sem buracos. Mais tarde a monitora Mariana começou a passar batata a batata para ver se descobríamos a nossa. Durante o jogo tínhamos de pôr as mãos atrás das costas e a Mariana iria passar uma a uma para vermos ou melhor dizendo sentirmos se aquela era a nossa batata. Havia uma colega minha, que por acaso estava ao meu lado, chamada Joana Ferreira que era uma batoteira, ai ai…
Vários de nós queriam ficar com a respectiva batata, para ser o nosso “filho”. Depois fizemos outra acção, a Mariana deu-nos uma folha para escolhermos a cor que quiséssemos, para aí escrevermos o quanto gostávamos da nossa batata e o que tínhamos aprendido com aquele jogo.
Quase no fim da nossa diversão tivemos ainda direito a um lanche (parecíamos uns devoradores de bolachas).
Foi uma tarde animada em que nos divertimos e em simultâneo conseguimos aprender muitas coisas.
Bruna Silva 1ºB

terça-feira, 21 de abril de 2009

De que Maneira o Espaço a Brincar contribui para a nossa formação?

De que maneira esta visita ao Espaço a Brincar está a contribuir para a nossa formação como Técnicos de Apoio Psicossocial?
Bem, penso que a visita a este espaço nos está a ajudar imenso!
Primeiro de tudo, aprendi jogos muito bons que poder fazer futuramente (por exemplo: o primeiro jogo, "A Bola e o que mais gostas?", é uma óptima maneira de iniciar um conhecimento com alguém!) Este fim-de-semana o meu irmão mais novo faz anos e vamos cá em casa dar um festa com crianças da idade dele, 7/8anos, e vou tentar fazer este jogo para ver qual o resultado.
Em segundo, e muito importante, dá-me uma perspectiva do que são efectivamente os direitos da criança. Com aquelas sala e abordando os quatro pilares da CDC consigo quase que sentir os direitos, interiorizar.

Boa noite,
Tânia de Jesus, 1ºB

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Espaço a Brincar.

Boa noite!
Quinta-feira e confesso que de manhã já pensava o que seria que iríamos fazer para o “Espaço a Brincar”, para ser franca até dizia para mim que não queria ir lá fazer grandes coisas.
Chegou a hora do almoço e um aluno do 3ºano chamado Tiago disse-nos algumas indicações, falou-nos do que íamos fazer nesse espaço e a que horas era para estar à entrada da escola pois ele ia-nos guiar até ao “Espaço a Brincar”.
14h00 e o pessoal da turma começou-se a dirigir para o portão, todos na expectativa de como seria a partir dali aquela tarde. Fomos apanhar o metro e foi só risada até lá, parvoíces nossas, mas aí prova-se a qualquer pessoa que a nossa turma quando quer até sabe ser unida e divertir-se. Próxima paragem: Jardim Zoológico. Ui, ainda tivemos de andar um bom bocado para chegar ao local pretendido, mas o facto que estarmos todos curiosos conseguiu com que o tempo passa-se e chegámos rapidamente. Mandaram-nos aguardar e assim fizemos, de repente a Mariana e a Sílvia abriram-nos a porta para que assim pudéssemos visitar aquele espaço.
Começamos por ir para uma sala com alguns bancos para nos conhecermos melhor, o jogo para nos conhecermos melhor era com uma bola, onde lançávamos a bola uns para os outros e cada um se apresentava dizendo aquilo que o tinha feito sorrir naquele dia, muitos não sabiam o que dizer, eu especialmente não sabia porque eu passo a vida a sorrir então enumerar uma era um pouco difícil, mas correu bem. Depois do primeiro jogo, próximo, “Quem sabe”, aí houve alguma risada pois tínhamos de demonstrar determinadas coisas, acções que até tinham a sua piada. Enfim, neste dois jogos estivemos a brincar, porque na verdade também temos esse direito. Depois, fizeram-nos uma pequena apresentação dos direitos da crianças num PowerPoint onde se falou do Direito á Sobrevivência; Direito á Protecção; Direito ao Desenvolvimento e Direito á Participação, através disso também ficámos a saber que existe uma sala para cada um desses direitos com a sua respectiva cor.
Outra surpresa, no meio da conversa e da boa disposição ouviam-se os risos de um bebé e todos ficaram ‘em pulgas’ para ver o bebé. Quando nos levaram para uma sala, a chamada sala azul (direito à vida), aí vimos que não era um bebé a sério mas sim a voz de um numas colunas, a sala era pequena e transmitia serenidade, paz. Nas paredes estavam coladas fotos de um bebé e no meio pendurado por um fio estava uma espécie de balão que para mim tudo aquilo em que estávamos envolvidos fazia-me lembrar a barriga de uma mãe e ali o embrião.
Próxima sala e ultima a vermos daquele dia, antes de entrarmos vimos uma linha que nos explicaram que era a linha do horizonte, para ser franca também não percebi muito bem, o que fiquei a saber é que essa linha percorre todo o “Espaço a Brincar” até à última sala. Sala verde (direito à sobrevivência), aquela sala transmitia mesmo o sítio de estarem crianças, tudo muito bonitinho e com o seu toque a criança. Sentámos no chão numas almofadas e foram-nos distribuídas batatas, uma a cada um, a partir daí foi-nos recomendado que víssemos bem a nossa batata e a sentíssemos bem (mal sabíamos nós daquilo que nos estava à espera). A Mariana depois pediu-nos que voltássemos a colocar as batatas de onde tinham sido retiradas, e a parte pior chegou, disseram-nos para pôr as mãos atrás das costas e iam passando novamente as batatas por trás de nós para percebermos qual seria a batata de cada um. No final propomos ficar com as batatas para que pudéssemos ‘cuidar’ delas como se fossem realmente nossos filhos.
A fome apertava e foram umas queridas, pois alimentaram estes comilões com bolachas. Foi uma tarde muito bem passada e que não me arrependo nada de ter ido. Próxima quinta-feira, que venha ela!

Visita ao Espaço a Brincar

Bem já se passaram 3 dias desde a minha ida ao Espaço a Brincar, e essa ida ainda está bem viva na minha memória.
Quando chegamos ao Espaço a Brincar com o Tiago estava um pouco ansiosa e curiosa sobre o que iamos fazer. A coordenadora Claúdia mandou-nos para a sala vermelha, e nessa sala fizemos dois jogos e vimos dois vídeos. O primeiro jogo consistia em que cada um de nós dizia o seu nome e uma característica sua positiva, ao mesmo tempo que iamos desenrrolando um novelo de lã, onde cada um ficava com uma ponta do fio, até formamos uma teia e essa teia representava uma grande união e ligação entre nós todos. Depois tinhamos que desfazer a teia ao mesmo tempo que diziamos o nome e a caracteristica positiva da pessoa com quem estávamos ligados.
O segundo jogo que fizemos foi o " Quem Sabe" e neste jogo cada um de nós tirava um papelinho, e nesse papelinho estava escrito uma tarefa. Essa tarefa tinha que ser executada por um colega nosso que nós escolhiamos. Eu achei este jogo muito divertido, onde todos nós estávamos a rir muito e a conviver uns com os outros. A minha tarefa era gritar aos quatro ventos,confesso que estava um bocado envergonhada mas depois libertei-me mais. Os dois vídeos que vimos falavam sobre a Convenção dos Direitos da Criança e sobre os Direitos das Crianças.
Passamos então a sala seguinte "o Despertar". Está sala tinha na parede fotografias de um bebê e da sua mãe grávida, tinha também pendurado um balão que para mim representava a placenta onde o bebê está envolvido até nascer,tinha também como som de fundo um riso de um bebê. Quando entrei nesta sala senti uma grande tranquilidade e um grande bem-estar.
A última sala que visitamos nesta tarde foi a sala do "Direito á Sobrevivência". Nesta sala fizemos um jogo, que foi o "Jogo da Batata". Neste jogo o Tiago deu-nos uma caixa com várias batatas e nós tinhamos que escolher uma batata.Após escolhermos a nossa batata tinhamos que toca-la,senti-la,cheira-la,vê-la ao promenor. A coordenadora Claúdia recolheu as nossas batatas e mandou-nos por as mãos atrás das costas,porque ela ia passando todas as batatas e nós tinhamos que reconher a nossa batata só pelo toque. No final a Claúdia perguntou-nos se alguma vez pensamos em que iriamos ter uma relação com uma batata. Eu nunca pensei que viria a ter essa relação, mas após eu ter reconhecido a minha batata eu já considerava aquela batata como sendo minha,onde ninguém a poderia tirar de mim.
Por fim para acabar a nossa tarde o Tiago deu um papel a cada um de nós, e nesse papel tinhamos que desenhar ou fazer alguma forma de como era o nosso coração e nele tinhamos que escrever o nosso nome. Após ter-mos feito isso o Tiago recolheu os nossos corações,misturous e disse para nós tirarmos um ao calhas. No coração da pessoa que nos calha-se tinhamos que escrever uma caracteristica sua positiva. No final colamos todos os nossos corações na parede e dissemos o que levamos no coração naquela tarde. Eu levei uma grande cumplicidade entre nós todos,uma grande união e divertimento.

Inês Malheiro
t:A

sita ao Espaço a Brincar (17.04.2009)

Vai de nos juntarmos todos e, em magote, ir até Sete Rios ter com o Tiago, a pedido do professor Helder. Brincadeira (muita, é preciso dizer) pela viagem.
Vai de sair do metro... 'E agora é para que lado?... Se o Jardim Zoológico é daquele, é para esperar do outro!!!' ... ~Vimos o Tiago do outro lado da rua, também estava a chegar.
Confesso que esperava algo... Melhor... Eu não sei o que esperava!!! ... Tal não foi o meu espanto quando chegamos a um conjunto de edificios praticamente isolados, ao pé de Monsanto... Acho que, dentro da minha cabeça, imaginei um edifício alto ao pé das Twin Towers, com um espaço de brincadeira para miúdos, e tinhamos de os aturar... Tipo "escolher" um e desenvolver uma actividade e ver quais as reacções... Sei lá...

Sala Vermelha... Uns bancos dispostos em circulo (tipo a rotunda do Senhor Roubado), uma tela aberta, estantes com livros de histórias... Muita cor, exceptuando a linha preta presa na parede em redor da sala...
Gostei imenso do jogo de apresentação sugerido pela coordenadora... A ideia da união é sempre boa, mesmo que seja feita por uma ténue linha de lã colorida.
O jogo de apresentação (Quem Sabe?), proporcionou-nos umas quantas gargalhadas. É uma boa actividade para tentar desinibir quem participa... Se bem que a ideia de beber um shot imaginário, não me seduz...
Vimos uma apresentação que explicava sinteticamente os Direitos das Crianças. Direito à Sobrevivência; Direito à Protecção; Direito ao Desenvolvimento e Direito à Participação.
A Cláudia (a coordenadora) explicou que a linha preta que envolve, não só a sala, mas todas, é a linha do horizonte.

Sala Azul... A sala dO Despertar... A fraca luminosidade da sala deixou-me um tanto ou quanto sensível... Frágil... Esta, conjugada com as imagens das crianças e o som, transmitiram-me uma melâncolia imensas... Senti um arrepio enorme a percorrer o meu corpo e as lágrimas a quererem saltar-me dos olhos... Senti-me estúpida por me sentir assim... O costume. (... O balão suspenso no meio da sala deu-me a ideia de solidão...)

Sala Verde... A sala dA Sobrevivência... Mais uma vez, a linha do horizonte... (Gostei de saber que as 11h toda a sala fica iluminada com o Sol) Escrevia algo nas paredes, mas não me recordo o quê. Esta sala tinha, presas na parede, caixas de fruta em madeira, com plantas, e algumas garrafas de água. Agarramos uma almofada para nos sentarmos, de forma a formarmos um circulo(ou quase). Puseram o alguidar das batatas no meio de nós e dissermos para escolhermos uma, para a sentirmos, para observarmos todos os detalhes, para a conhecermos... O Tiago recolheu as batatas e depois devolveu-as. A contrapartida era estarmos de costas e termos de as reconhecer com as mãos, sem olhar para elas. Com algum custo (e alguma batota), lá conseguimos acabar a actividade. Depois, o Tiago distribuiu umas folhas de papel em branco e duas caixas com material de colorir, nele tinhamos de desenhar/recortar/fazer... o nosso coração e no verso escrever o nosso nome. Após recolher as nossas obras de arte, voltou a distribuí-las, mas de forma aleatória, não a quem pertencia. Havia que escrever algo positivo sobre a pessoa que fez a obra de arte. Após nova recolha, estas foram devolvidas aos respectivos autores, e estes tinham de ler "em voz alta" e adivinhar quem escreveu.

Pensei que o professor Helder não nos fosse dar o prazer da sua presença junto de nós, mas acabou por aparecer enquanto devoravamos as bolachas.

Gostei da experiência. Espero gostar ainda mais da próxima sessão.

Cheers *

Soraia S.
Turma A

domingo, 19 de abril de 2009

Vista ao Espaço a Brincar (17/04/09)

Estava a desejar que este dia chegasse, tinha a certeza que ia adorar a experiência. Chegámos ao Espaço a Brincar acompanhados pelo Tiago, quando entrei ia um pouco nervosa pois não sabia o que ia fazer. Fomos para a sala vermelha, sentámo-nos em roda, a Cláudia (coordenadora) começou por perguntar-nos o que pensávamos que estávamos ali a fazer, nós não sabíamos.
Começámos por fazer uma apresentação de cada um de nós, dizendo o nosso nome e uma característica positiva da nossa personalidade, a primeira pessoa a dizer tinha um novelo de lã na mão, apresentou-se, agarrou um pouco de linha com o dedo e mandou para a pessoa que quis, esta fez o mesmo e assim sucessivamente. Formámos uma teia, estavámos ligados e unidos por laços. Para enrolar o novelo e desfazer a teia, a última pessoa disse a característica da que estava antes de si e mandou-lhe o novelo, todos o fizemos. Senti uma alegria imensa, estávamos todos sorridentes e felizes. De seguida, jogámos ao "Quem Sabe", a cada um de nós calhou um papel com uma actividade, consoante a actividade, tivemos de ver quem achávamos ser a pessoa indicada para a fazer. Este jogo foi um máximo, rimos tanto mas tanto. Todos fizemos actividades, eu dançei o Tango com a Márcia e contei uma história. Nesta actividade senti, inicialmente, alguma vergonha mas penso que depois me soltei um pouco mais e correu bem. Vimos dois vídeos, um sobre a Convenção dos Direitos da Criança e outro sobre as quatro categorias dos Direitos. Saimos da sala vermelha e dirigimo-nos para a sala azul, o Despertar, adorei esta sala, é uma sala pouco iluminada com sons de um bebé, com fotos desde a mãe grávida até ao bebé já nascido. Houve pessoas que se sentiram emocionadas com esta sala, eu senti força, senti-me relaxada. Passámos, então, para a sala verde, a da Sobrevivência. Nesta começámos por escolher uma batata e a ideia era sentirmo-la de modo a, depois, a podermos identificar sem a ver. O Tiago recolheu as batatas e todos pusemos as mãos atrás das costas, as batatas foram passando nas nossas mãos para podermos reconhecer a nossa, passaram muitas batatas pelas minhas mãos até que lá veio a minha. Depois de termos identificado as nossas batatas, a Cláudia perguntou-nos se alguma vez achávamos possivel ter uma relação com elas, naquela altura não, não achava possivel ter uma relação com a minha batata mas realmente já dizia que era a minha batata, já havia o sentimento de pertença, nem que fosse para a plantar, ao menos não a ia abandonar. Depois, o Tiago deu-nos um papel branco e, com ele, tivemos de representar o nosso coração da maneira que quisemos e escrever o nosso nome. Os papéis foram recolhidos, baralhados e todos tirámos um papel á sorte. Consoante o papel, o coração que nos calhou, tivemos de escrever uma característica positiva da pessoa de quem tinhamos o coração. Todos vimos o que tinham escrito sobre nós, tivemos de adivinhar quem o tinha feito. Confesso que fiquei ainda mais feliz com o que a Tatiana escreveu sobre mim. Por fim, todos colámos o coração na parede e dissemos quais os sentimentos que levávamos connosco, como tinha sido esta experiência. Eu levei muita gratidão, muitos sorrisos e uma nova experiência que, felizmente, ainda não terminou. Esta visita está a contribuir para a minha formação como Técnica de Apoio Psicossocial pois fizemos várias actividades em que havia sempre uma ligação com algo ou com alguém. É preciso termos o sentimento de união, de apoio uns para com os outros. Mais uma vez, e esta em especial, senti que é este o curso que quero tirar.
Vera tA

Espaço onde se aprende a Brincar

Bem já se passaram 3 dias da minha aventura passada no espaço a brincar, mas ainda está tudo muito bem presente na minha memória.
Era quinta-feira e lá estávamos nós as 14.00H em ponto como combinado, saímos todos divertidos com o nosso colega Tiago.
Entramos no metro, onde logo ai a diversão foi total. Risos atrás de risos.
Chegamos então a estação do Jardim Zoológico, andamos um bom bocado, finalmente chegávamos ao nosso destino, o espaço a brincar.
Curiosos e excitados para saber o que iríamos ali fazer, quando entretanto duas senhoras nós abriram a porta, entramos e instalamo-nos.
Tivemos uma curta conversa, até que começamos por fazer um jogo, onde tínhamos uma bola na mão e tínhamos que dizer o nosso nome e o que nos fez rir hoje.
Ficamos a conhecer então o nome das simpáticas coordenadoras, a Sílvia e a Mariana.
De seguida fizemos o jogo do “quem sabe”, onde tínhamos uns papéis com acções e tínhamos de escolher um colega para desempenhar aquela acção.
Brincadeira já houve para dar e vendar. Estava na hora d algo mais teórico, vimos então um PowerPoint onde explicava sinteticamente os Direitos das Crianças. Direito á Sobrevivência; Direito á Protecção; Direito ao Desenvolvimento e Direito á Participação.
De seguida dirigimo-nos a sala azul, um pouco escura, com um som de fundo de um bebé, no meio encontrava-se uma espécie de balão que esta ali para representar a placenta, havia também bastantes fotografias de um bebé, aquela sala representava o direito a vida, ali senti-me bem e acolhida.
Saímos da sala e no corredor havia uma linha preta que a Sílvia explico-mos que representava a linha do horizonte.
Abriu-se a porta e estávamos nos na sala verde que representava o direito a sobrevivência, este direito engloba o básico que uma criança tem de ter para ter um vida digna, ou seja alimentação, cuidados médicos, roupa, casa, afecto…
Nessa sala voltou a brincadeira, um alguidar com batatas, a Mariana passou o alguidar por nos e disse-nos para escolhermos uma batata. Reparei que todos tentamos escolher a batata mais bonita, a Tânia ficou com uma batata bastaste estranha, então nesse jogo tínhamos que olhar, sentir, cheirar, fazer o que quisesse-mos para memorizar a nossa batata, de seguida a Mariana recolheu todas as batatas e foi passando uma a uma atrás das costas e ai apenas por sentir a batata tínhamos que descobrir qual era a nossa.
Queixamo-nos com fome, mas sem duvida a Sílvia e a Mariana foram impecáveis e ofereceram-se logo para matar o ratinho que andava na nossa barriga, a Mariana foi buscar bolachas para nós, a caixa rodou e rodou ate não haver uma única migalha.
Depois a Mariana deu-nos um folha e uns marcadores ai nessa folha desenhamos a nossa batata e escrevemos o que gostávamos mais nela e o que aprendemos com aquele jogo.
Então na minha opinião o que me lembrei logo quando acabamos de fazer aquele jogo foi que parecia quando as pessoas vão para adoptar uma criança, muitas delas escolhem o bebé mais bonito e mais perfeito, eu própria quando a Tânia escolheu a batata mais estranha disse: “ olha um bebé deficiente”. Aprendi que isso nem sempre e mau, nos todos tivemos mais dificuldade de descobrir a nossa batata, menos a Tânia.
Pois o “bebé” dela era tão diferente mas ao mesmo tempo tão único que não se confundia com os outros “bebés”.


Jéssica Durães 1ºB

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Visita ao espaço a Brincar

Boa Tarde!
Ontem, dia 16.04.2009 , estava toda a turma do 1ºB, em frente á escola ás 14:00h pronta para partir para uma aventura que nem nós sabíamos como iria decorrer.
Entretanto saímos da escola, vou para o metro com os restantes colegas. A viagem de metro foi linda, tanto riso... A Joana Sofia a ficar vermelha, "tipo" cor dos bancos onde estavamos sentadas, a Vanessa a deixar cair a pastilha elástica no meio da caruagem do metro entre outros momentos muito interessantes.
Chegamos á estação do Jardim Zoológico e demos corda aos sapatos até ao Espaço a Brincar. Finalmente chegamos, um pouco cansados (alguns), mas ansiosos por saber o que nos esperava.
Passado alguns minutos de ansiedade e curiosidade, lá nos abriram a porta. Entramos e metemos os casacos e as malas onde as duas coordenadoras, a Mariana e a Sílvia, eram elas que nos iam acompanhar naquela tarde e assim indicaram o sítio onde deveríamos de meter os nossos pertences. Sentámo-nos em roda, onde começamos por fazer um jogo de apresentação, este chamava-se: "A bola e o que te fez sorrir hoje!", foi engraçado, ainda deu para nos rir-mos um bocadinho do motivo pelo quais os nossos colegas de turma sorriram.
De seguida, outro jogo... "Quem sabe!" Deram-nos vários papéis onde neles tinhamos escrito uma acção e tínhamos de procurar um colega que a realiza-se (eu fiquei com uma acção muito difícil (estou a brincar) - fazer aviões de papel).
Depois de feitas todas as acções, uns vídeos para termos uma noção sobre a Convenção dos Direitos da Criança e também sobre as suas quatro categorias, sendo elas: Direito á Sobrevivência; Direito á Protecção; Direito ao Desencolvimento e Direito á Participação.
Agora, a primeira sala. A sala azul, aqui havia no meio um "balão", que a todos pareceu coisas bem diferentes (desde corações, feijões, entre outros). Dentro da sala, ouvia-se uma criança a sorrir e nela estavam várias fotografias de um bebé. Gostei da sala.
Saímos, e ficamos a falar um bocadinho, até que uma colega, perguntou-me o porquê daquela linha nas paredes. A Sílvia respondeu e disse que era a linha do horizonte, esta linha, iria percorrer todas as salas, todos os Direitos da Criança, até ao fim.
Entretanto, minutos mais tarde, passámos para a sala verde: Direito á Sobrevivência. Todas as crianças têm direito a ter uma casa, roupas, alimentação, saúde e sobretudo têm direito á vida.
Pediram-nos para escolhermos uma batata e ainda para a sentirmos muito bem, pouco depois, a batata estava novamente na caixa. Mãos atrás das costas e todas as batatas a passarem e assim tínhamos de reconhecer a nossa batata sem sequer olharmos para ela, reconhece-la pelo seu tamanho, peso, forma, marcas... Foram passando as batatas e alguns já a tinham reconhecido, outros ainda tentavam este desafio, até que a encontraram (mesmo com um pouco de batota).
Depois deste jogo, tivemos todos um bocado a falar, e foi-nos pedido para desenhar-mos numa folha de papel a nossa batata e aí escrever também o que gostavamos nela e o que tínhamos aprendido com aquele jogo.
Assim estava quase no fim a nossa tarde de aventura, mas antes de a terminar, ainda houve espaço e tempo para um pequeno lanchinho, umas bolachas (bem, também só nos faltava comer a caixa, a fome deveria de ser muita).
Foi uma tarde a brincar, mas mesmo assim sabemos que podemos aprender bastantes coisas e ao mesmo tempo divertimo-nos.
Beijinhos!
Joana Ferreira t:B

visita Espaço a Brincar

Uma proposta de assunto para discussão: De que maneira esta visita ao Espaço a Brincar está a contribuir para a Vossa formação como Técnicos de Apoio Psicossocial?

Gostaria de propor aos autores se será possível que todas as intervenções quer nas mensagens quer nos comentários, sejam assinadas com o nome e apelido e a turma (não será necessário o número ex. Ana Filipa Coimbra tA ou tB). Isto porque brevemente teremos colegas das duas turmas (espero) a colocar mensagens e comentários e será bom que saibamos quem é quem para melhor comunicarmos.

Outra questão que coloco à Vossa consideração é a de escreverem "sobre o que aconteceu" (por exemplo descrição da visita) mas também, se possível, sobre "o que acham" ou qual a "Vossa opinião sobre" (ex. Eu acho que a batata simboliza.... mas também me faz lembrar... por outro lado não sei se...)

Estou a gostar

helder luís santos

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Espaço Brincar

Boa noite!

São 23 hora e 8 minutos. Estou em frente ao computador, a ver os e-mails e afins, como sempre o faço. Penso em como foi o meu dia. Bem, parte do dia foi passado a rir!

Às 14h lá estava eu em frente à escola. Vou para o metro, viagem de metro espectacular! Porque a turma quando quer até se sabe divertir. Desde do momento da Joana ficar vermelha (como os bancos em que íamos sentados) até à Vanessa deixar cair a pastilha.

Chegamos ao Espaço Brincar e cheia de curiosidade espero que nos abram a porta. Finalmente abrem, entro, ponho o casaco e a mala onde as coordenadoras, a Mariana e a Sílvia, indicam e sentámo-nos em roda. Começamos com aquele jogo espectacular de apresentação. "A Bola e o que te fez rir hoje", para além de ter recordado o que me fez rir hoje ainda me ri com os motivos que fizeram os restantes rir. Óptima maneira de começar!

Depois de um outro jogo e de termos umas ideias do que realmente é a Convenção dos Direitos da Criança, e dos quatro pilares em que este se apoia, seguimos para uma sala toda azul.
Nesta sala, ao centro havia um balão (que teve várias interpretações): para mim era o ventre onde a criança passa nove messes da sua vida. Ao mesmo tempo que ali estava a olhar para o"balão" ouvia-se uma criança a sorrir e pela sala estavam espalhadas fotos de uma criança. Eu arrepiei-me!

Passamos para a sala amarela, que significa o pilar da sobrevivência. Toda a criança tem direito à vida, à saúde, à alimentação, vestuário e a uma casa. Aqui pediram para escolhermos uma batata. Não sei porque fui para aquela que esta a mais "deficiente". Pediram-nos que olhássemos bem para ela e voltássemos a colocar num tabuleiro. Mãos atrás das costas e toca de reconhecer a batata sem a ver, somente com os pormenores dela como peso e marcas! Claro que mal a batata tocou nas minhas mãos eu sabia que era a minha.
Tivemos um momento a falar, a descontrair e pediram para desenharmos a batata e para dizer o que de especial tinha aquela batata e o que tínhamos aprendido com o jogo. Respondi que a minha batata era diferente de todas as outras e por isso especial (além de parecer, de uma perspectiva um pato e, de outra, uma minhoca!) e que tinha aprendido que embora todas as batatas pareçam iguais existem grandes pormenores que distinguem umas das outras e à qual devemos tomar grande atenção.

Assim acabou a tarde, sem esquecer do lanche (bolachas) que a Mariana e a Sílvia nos deram (Já estávamos todos com fome, foram uma queridas!). Uma tarde que, mesmo a brincar, foi espectacular e bastante recompensadora.

Tânia de Jesus

Dia 16 de Abril 2009

Hoje quando cheguei há escola de manha, estava curioso de saber o que íamos ter as 14:30. Há medida que o tempo foi escaciando a curiosidade era maior, chegou as 14:00horas e estávamos todos há porta da escola, fomos com um colega nosso que é do 3ºano, que se ofereceu a levar nos ao sitio que nos não sabíamos.

Fomos de metro, e a viagem correu bem, com gargalhadas e etc...
Quando chegamos a 7rios o entusiasmo e a curiosidade foi maior do que estar aquela que sentia quando estava na escola, fomos andando para o edifício que era lá estava duas técnicas a nossa espera.
Chegamos lá e observarmos as janelas que estavam muito giras, estavam com efeitos feitos por crianças e jovens e adultos, fomos bem recebidos, as técnicas que o nome delas são: Mariana e Sílvia, seguimos para uma sala que lá fizemos um jogo que se chamava ( A Bola e o que te fez mais rir hoje),
passando a bola uns para os outros assim sucessivamente fomos nos apresentamos-nos as técnicas.
Fízemos outro jogo que se chama (O jogo quem sabe), foi um jogo muito divertido que foi assim: todos nos tínhamos uns pequenos papeis e estava la uma frase, com essa frase nos tínhamos que arranjar alguém que fizesses o que a nossa frase dizia,e nos fazíamos o que a frase dela dizia assim sucivamente.

Quando acabamos esse jogo fomos ver uns vídeos que a Mariana e a Sílvia fizeram para nos vermos, os vídeos foram muito interessantes, um deles mostrava como a casa deles (edifício) foi feito. e o outro que falava sobre a Sobrevivência,Participação,Protecção e Desenvolvimento.

Depois fomos ver 2 salas, que uma delas era azul, quando entrei na sala arrepiei-me logo, aquilo parecia que estava dentro da barriga da mãe, não sei bem explicar, mas foi uma sensação muito boa, senti-me importante naquela altura xD, tinha varias fotografias de bebes coladas nas paredes e no centro da sala estava la um objecto que para mim parecia o bebe na barriga da mãe. Entramos na sala seguinte que a cor dela é verde, é uma sala grande e muito gira, estava la caixas suspensas no ar, fizemos um jogo que era com batatas cruas, que foi nos dado uma batata e nos tínhamos que observar bem a batata, de seguida foi nos tiradas as batatas e tínhamos de por as mãos atrás das costas e a Mariana esta a meter as batatas um a seguir a outra na mão da Bruna, e a Bruna e os restantes alunos tinham que adivinhar a sua batata sem ver ela, mas sim tocando só nela, foi um jogo muito divertido e também foram postas algumas perguntas e duvidas, alguns alunos adivinharam as suas batatas e outros não, mas foi engraçado.

Depois eu olhei para o tecto e vi la escrito assim: (Às 11h o sol e de todos) fiquei a pensar, a pensar, ate que a Sílvia estava ao meu lado e perguntei-lhe: O qué que quer dizer com aquela frase que esta la em cima?

A Sílvia disse-me que o sol é de todos porque quando o sol nasce ilumina toda a sala que nos estávamos lá.

A Telma também fez uma pergunta importante.

O que quer dizer aquela corda todas que rodeia o edifício todo?

A Mariana disse que aquilo é linha do horizonte.

E depois houve alguns colegas que quiseram levar as batatas para casa, incluindo eu, para cuidar dela, de repente aparecer o Prof. Hélder e eu notei que ele vinha com um sorriso muito elegante, e teve a falar connosco e depois fomos embora.

Acaba aqui a minha aventura.

Beijos e Abraços

Assinado: Bruno Marques / 1ºB

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Animação

Sejam Bem Vindos ao Blog da Animação Sócio Cultural da Escola Técnica Psicossocial de Lisboa, sobretudo gostaria de saudar os seus autores, os alunos do 1º ano da ETPL do ano lectivo 2008/2009.

Este blog pretende ser um espaço de produção de conhecimento e de troca de informação quer entre todos aqueles que nele escreverem quer entre todos aqueles que nos visitarem.

Esperamos que seja também um marco na interacção entre os futuros profissionais e os profissionais e as instituições onde trabalham à medida que se forem encontrando e conhecendo.

Aos técnicos de Apoio Psicossocial convidamos a que encontrem neste blog uma ferramenta de aprendizagem tutorada pelos pares, tão propícia á motivação e ao sucesso na aprendizagem de autores (tutores) e leitores (tuturados).

O meu papel será o de facilitador, o que gostaria que fosse o mais discreto que puder  e para isso deixo aqui, desde já, o desafio a todos de ousarem a tirar-me esse papel e a assumirem, de uma vez por todas,  uma real autonomia.

helder luís santos