Nesta segunda ida ao Espaço a Brincar tivemos um pequeno problema. No entanto, conseguimos resolve-lo e até recebemos os parabéns do Professor Hélder por termos conseguido ultrapassar esse problema.
Então passo a explicar o sucedido nesse dia:
No dia 23 de Abril, pelas 14.30h encontramo-nos todos à porta da escola e dirigimo-nos para o metro. Chegámos ao metro e a linha verde não estava a funcionar, então tivemos de resolver o problema e telefonámos para o Espaço a Brincar a avisar que íamos chegar mais tarde devido à avaria do metro. Fomos a pé até ao metro do Campo Grande e seguimos para o Espaço a Brincar.
Quando lá chegamos a Sílvia e a Mariana começaram por esclarecer os erros que tínhamos cometido nos comentários que fizemos no blogue. Em seguida fomos para a sala pêssego, que representa a categoria dos Direitos relativos á protecção (artigos: 16, 19, 20, 21, 32, 33, 34, 37), onde vimos que as crianças têm direito a ser respeitadas, que nenhum adulto pode maltratar uma criança, que as crianças têm direito a que cuidem delas, que as crianças têm direito a ter uma família que cuide delas, que as crianças não devem fazer trabalhos que não sejam próprios para a sua idade, que as crianças não podem consumir drogas nem vendê-las, que todas as pessoas devem respeitar o corpo das crianças e por fim que se uma criança cometer um crime só deve ir presa se não houver outra maneira de resolver a situação. Em seguida fizemos um jogo com um novelo. A Mariana começou com o novelo na mão e disse quando é que se sentia desprotegida, passou para mim e eu disse quando é que me sentia desprotegida e assim consecutivamente. No fim formamos uma teia Voltamos a enrolar o novelo, desta vez no sentido inverso, á medida que íamos dizendo com quem é que nos sentíamos protegidos.
Passamos á sala azul, que tem a ver com os direitos ao desenvolvimento (artigos: 17, 18, 14, 28, 31). Nesta sala vimos que as crianças devem saber o que acontece no mundo e os adultos devem ajudá-las a compreender o que vêem, lêem e ouvem. Observámos também, que a educação e o desenvolvimento das crianças é da responsabilidade dos pais ou das pessoas que cuidam delas, que as crianças têm o direito de pensar livremente, que ir à escola é um direito das crianças. O ensino básico é obrigatório e gratuito e por isso, todas as crianças devem frequentá-lo. As crianças têm o direito de brincar, de descansar, de criar, de descobrir e a divertir-se. Seguidamente, formamos 4 grupos e cada grupo teve de elaborar um elefante em plasticina. Existiam 2 grupos que estavam de olhos tapados e os outros 2 estavam com uma mão atada. Eu estava num grupo que só podia usar uma mão e mesmo com a ajuda dos outros elementos e a usar a minha mão direita senti algumas complicações, e apercebi-me das dificuldades que uma pessoa que não tem uma das mãos pode ter quando elabora algo.
Na sala amarela, a sala referente aos direitos de participação (artigos: 7, 12, 13, 15), vimos que todas as crianças têm direito a um nome próprio e aos apelidos dos pais, a pertencerem a um país e ainda, o direito de saber quem são os seus pais e de ser educadas por eles. As crianças têm o direito de dar a sua opinião e de serem ouvidas nas decisões que lhes digam respeito. Ficámos a saber que as crianças têm direito de dizer o que pensam e sentem, desde que não prejudiquem os direitos das outras pessoas e que as crianças têm o direito de se reunir com outras pessoas e de criar grupos. Depois de observámos os direitos tivemos que fazer algo que expressa-se o direito que tirámos sem ver. No caso do nosso grupo elaboramos uma pequena apresentação sobre o artigo 7, que diz que todas as crianças têm direito a um nome próprio e aos apelidos dos pais, a pertencerem a um país e que todo isto deve ficar registado num livro especial que está guardado na Conservatória do Registo Civil. Diz ainda, que as crianças têm o direito de saber quem são os seus pais e de ser educadas por eles. Na nossa representação a Liliana fazia de mãe e a Tânia de pai e tiveram um filho. A Cláudia e a Ana Costa eram as enfermeiras que deram assistência ao parto. Eu era uma senhora que estava ao atendimento ao público na Conservatória onde foram registar o menino. Todas as representações foram bastante claras e observadas pelas pessoas que estavam no Espaço a Brincar e pelo professor Hélder.
Eu gostei imenso desta experiência, foi bastante interessante, a Sílvia e a Mariana foram muito simpáticas e meteram-nos muito á vontade. Gostei muito.
Vanessa Moreira 1ºB
segunda-feira, 4 de maio de 2009
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